Paolo Lapi (1935-2016) - Siepe Fiorita






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Óleo sobre tela de Paolo Lapi, Siepe Fiorita, 1984, edição original, assinado à mão, vendido com moldura; 73 cm de altura por 83 cm de largura (tela 70 x 80 cm), Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
AUTOR
Paolo Lapi (1935-2016) foi um pintor, gravador e poeta florentino, capaz de fazer dialogar a sólida tradição figurativa da Toscânia com as inquietudes da modernidade. Formado no Instituto Estadual de Arte de Florença, estreou na segunda metade dos anos cinquenta com um estilo inicialmente ligado a um naturalismo de tendência pós-Macciaiola, para então evoluir rapidamente para uma linguagem em que a cor se torna a própria estrutura da realidade e uma ferramenta privilegiada de investigação interior. Ao longo de sua longa e prolífica carreira, coroada em 1979 pelo prestigioso título de Cavaleiro da República por méritos artísticos, Lapi expôs suas obras em todo o mundo, de Paris aos Estados Unidos, distinguindo-se pela sensibilidade cromática que transforma a matéria pictórica em narrativa pura.
Sua produção é marcada por uma constante busca de equilíbrio entre a força construtiva do traço e a evocação lírica, variando com desenvoltura entre temas de denúncia social e ciclos mais visionários e contemplativos. Se nos anos sessenta enfrentou o horror da guerra e da tecnologia alienante por meio de séries disruptivas como as "Máquinas Infernais" e os "Senhores da Guerra", sua maturidade artística abriu-se a sugestivos "viajens imaginários", capturando as atmosferas e os povos da África com uma gestualidade densa, pastosa e vibrante. Definido como um "poeta delicado da visão", Lapi deixou um legado artístico profundo que continua a ser celebrado em importantes instituições museológicas.
DESCRIÇÃO
"Siepe Fiorita", óleo sobre tela, 73*83cm com moldura, 70*80cm apenas a tela, 1984, assinado na parte inferior direita. Ao verso título, assinatura, data e indicação da cidade do artista, Pisa.
Neste quadro o autor expressa a plenitude de sua maturidade artística através de um tema que, partindo da observação natural, chega a um vibrante figurativismo abstrato. A tela não se limita a descrever uma barreira vegetal, mas a transforma em uma explosão rítmica de formas e luzes, onde a estrutura compositiva emerge do entrelaçamento densamente carregado de pinceladas que sugerem vitalidade e movimento. Essa visão reflete a sensibilidade de um artista capaz de transfigurar o dado real em uma experiência lírica e quase onírica, onde a sebe se torna um pretexto para explorar a profundidade da visão interior.
Do ponto de vista técnico, a pintura testemunha a superação das raízes neo-maccioas de sua juventude florentina em favor de um traçado onde a cor quase pura se torna a protagonista absoluta e a própria estrutura da obra. A pincelada, densa, pastosa e vibrante, revela aquela homenagem aos sujeitos e às atmosferas africanas que caracterizaram a produção de Lapi nos anos oitenta, período em que o artista soube captar a intensidade da luz e a força cromática de terras distantes através de uma gestualidade instintiva, mas controlada. Obra de composição poderosa e dinâmica, de grande impacto a nota estética geral.
CONDIÇÃO REPORT
Excelente a condição geral. Pintura íntegra em todas as suas partes com cromia e pincelada vivas e bem legíveis. A moldura deve ser entendida como oferecida.
Envio rastreado e assegurado com embalagem adequada.
AUTOR
Paolo Lapi (1935-2016) foi um pintor, gravador e poeta florentino, capaz de fazer dialogar a sólida tradição figurativa da Toscânia com as inquietudes da modernidade. Formado no Instituto Estadual de Arte de Florença, estreou na segunda metade dos anos cinquenta com um estilo inicialmente ligado a um naturalismo de tendência pós-Macciaiola, para então evoluir rapidamente para uma linguagem em que a cor se torna a própria estrutura da realidade e uma ferramenta privilegiada de investigação interior. Ao longo de sua longa e prolífica carreira, coroada em 1979 pelo prestigioso título de Cavaleiro da República por méritos artísticos, Lapi expôs suas obras em todo o mundo, de Paris aos Estados Unidos, distinguindo-se pela sensibilidade cromática que transforma a matéria pictórica em narrativa pura.
Sua produção é marcada por uma constante busca de equilíbrio entre a força construtiva do traço e a evocação lírica, variando com desenvoltura entre temas de denúncia social e ciclos mais visionários e contemplativos. Se nos anos sessenta enfrentou o horror da guerra e da tecnologia alienante por meio de séries disruptivas como as "Máquinas Infernais" e os "Senhores da Guerra", sua maturidade artística abriu-se a sugestivos "viajens imaginários", capturando as atmosferas e os povos da África com uma gestualidade densa, pastosa e vibrante. Definido como um "poeta delicado da visão", Lapi deixou um legado artístico profundo que continua a ser celebrado em importantes instituições museológicas.
DESCRIÇÃO
"Siepe Fiorita", óleo sobre tela, 73*83cm com moldura, 70*80cm apenas a tela, 1984, assinado na parte inferior direita. Ao verso título, assinatura, data e indicação da cidade do artista, Pisa.
Neste quadro o autor expressa a plenitude de sua maturidade artística através de um tema que, partindo da observação natural, chega a um vibrante figurativismo abstrato. A tela não se limita a descrever uma barreira vegetal, mas a transforma em uma explosão rítmica de formas e luzes, onde a estrutura compositiva emerge do entrelaçamento densamente carregado de pinceladas que sugerem vitalidade e movimento. Essa visão reflete a sensibilidade de um artista capaz de transfigurar o dado real em uma experiência lírica e quase onírica, onde a sebe se torna um pretexto para explorar a profundidade da visão interior.
Do ponto de vista técnico, a pintura testemunha a superação das raízes neo-maccioas de sua juventude florentina em favor de um traçado onde a cor quase pura se torna a protagonista absoluta e a própria estrutura da obra. A pincelada, densa, pastosa e vibrante, revela aquela homenagem aos sujeitos e às atmosferas africanas que caracterizaram a produção de Lapi nos anos oitenta, período em que o artista soube captar a intensidade da luz e a força cromática de terras distantes através de uma gestualidade instintiva, mas controlada. Obra de composição poderosa e dinâmica, de grande impacto a nota estética geral.
CONDIÇÃO REPORT
Excelente a condição geral. Pintura íntegra em todas as suas partes com cromia e pincelada vivas e bem legíveis. A moldura deve ser entendida como oferecida.
Envio rastreado e assegurado com embalagem adequada.
