Erika Van Rupp - "Lovers II" XL






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
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A artista Erika Van Rupp apresenta uma pintura original a óleo de 2024 intitulada «Lovers II» XL, assinada, retrato, tons bege, 120 x 80 cm, origem Holanda, estilo contemporâneo, faz parte de um díptico Lovers I e II, vendida diretamente pela artista, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Erika Van Rupp é uma artista holandesa nascida em agosto de 93 na Holanda. Ela vive atualmente em Lisboa e tem várias exposições realizadas em Portugal e na Holanda.
Esta pintura faz parte de um díptico, Lovers I e II.
Esta obra é um retrato expressivo, semi-abstrato, executado com pinceladas soltas e gestuais. Retrata uma figura humana sentada, levemente voltada para longe do espectador, com a cabeça inclinada para baixo em uma pose contemplativa ou introspectiva. O corpo está apenas parcialmente definido, emergindo de camadas de tinta preta, cinza, branca e bege, varridas de forma ampla.
A artista utiliza uma paleta neutra contida — cremes suaves, tons de taupe, pretos carvão e cinzentos frios — que confere à peça uma atmosfera calma, porém carregada emocionalmente. Aplicações de tinta espessas e finas combinam-se a gotejamentos, manchas e bordas inacabadas para criar movimento e crueza. Em vez de focar na anatomia precisa ou em detalhes faciais, a pintura enfatiza humor e emoção através da textura e do contraste.
A composição parece moderna e minimalista, com grandes áreas abertas ao redor da figura, que aumentam a sensação de solidão e vulnerabilidade. O tratamento abstrato permite que o espectador interprete o sujeito de forma emocional, em vez de literal, tornando a obra íntima, reflexiva e atmosférica.
Erika Van Rupp é uma artista holandesa nascida em agosto de 93 na Holanda. Ela vive atualmente em Lisboa e tem várias exposições realizadas em Portugal e na Holanda.
Esta pintura faz parte de um díptico, Lovers I e II.
Esta obra é um retrato expressivo, semi-abstrato, executado com pinceladas soltas e gestuais. Retrata uma figura humana sentada, levemente voltada para longe do espectador, com a cabeça inclinada para baixo em uma pose contemplativa ou introspectiva. O corpo está apenas parcialmente definido, emergindo de camadas de tinta preta, cinza, branca e bege, varridas de forma ampla.
A artista utiliza uma paleta neutra contida — cremes suaves, tons de taupe, pretos carvão e cinzentos frios — que confere à peça uma atmosfera calma, porém carregada emocionalmente. Aplicações de tinta espessas e finas combinam-se a gotejamentos, manchas e bordas inacabadas para criar movimento e crueza. Em vez de focar na anatomia precisa ou em detalhes faciais, a pintura enfatiza humor e emoção através da textura e do contraste.
A composição parece moderna e minimalista, com grandes áreas abertas ao redor da figura, que aumentam a sensação de solidão e vulnerabilidade. O tratamento abstrato permite que o espectador interprete o sujeito de forma emocional, em vez de literal, tornando a obra íntima, reflexiva e atmosférica.
