Elmyr De Hory (1906-1976) - Fauno tocando la flauta





€15 | ||
|---|---|---|
€10 |
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 138862 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Original, desenho em tinta assinado à mão por Elmyr de Hory, intitulado Fauno tocando la flauta, representando um fauno mitológico num estilo contemporâneo em papel DIN A4 (29,7 × 21 cm) dos anos 1960, em muito bom estado, origem Espanha.
Descrição fornecida pelo vendedor
Elmyr de Hory (1906–1976)
Sátiro tocando a flauta
Tinta sobre papel. Assinado à mão. Formato DIN A4 (29,7 × 21 cm).
Obra original de Elmyr de Hory, um dos artistas mais singulares e controvertidos do século XX. Nascido em Budapeste em 1906 e falecido em Ibiza em 1976, atingiu fama internacional por sua extraordinária habilidade em recriar o estilo de mestres como Picasso, Matisse, Modigliani ou Derain. Sua vida inspirou o célebre livro Fake! de Clifford Irving e foi imortalizada por Orson Welles no documentário F for Fake (1973), que se tornou uma obra de referência sobre autenticidade e o mercado da arte.
Depois de ter sua atividade como falsificador descoberta, o interesse por sua produção pessoal cresceu de forma constante, sendo hoje suas obras assinadas apreciadas por colecionadores de todo o mundo como o autêntico legado de um extraordinário desenhista.
A presente obra representa um sátiro ou fauno tocando uma flauta, motivo de profundas raízes na mitologia clássica e recorrente na tradição artística europeia desde a Antiguidade. O personagem aparece resolvido mediante um traço livre e espontâneo, onde a economia de linhas convive com um notável poder expressivo. Os pequenos chifres, a barba, a anatomia estilizada e a atitude introspectiva do músico evocam a iconografia clássica reinterpretada com uma linguagem moderna e pessoal.
Elmyr demonstra aqui um extraordinário domínio do desenho gestual, construindo a figura com apenas algumas linhas contínuas de grande segurança e elegância. A simplicidade formal não reduz a intensidade da composição, pelo contrário, concentra toda a atenção na expressividade do personagem e na musicalidade do próprio traço.
Técnica: Tinta sobre papel.
Assinatura: Assinado à mão no canto inferior direito.
Formato: DIN A4 (29,7 × 21 cm).
Estado de conservação: Muito bom, com ligeiras sinais de envelhecimento próprios do suporte.
Elmyr de Hory (1906–1976)
Sátiro tocando a flauta
Tinta sobre papel. Assinado à mão. Formato DIN A4 (29,7 × 21 cm).
Obra original de Elmyr de Hory, um dos artistas mais singulares e controvertidos do século XX. Nascido em Budapeste em 1906 e falecido em Ibiza em 1976, atingiu fama internacional por sua extraordinária habilidade em recriar o estilo de mestres como Picasso, Matisse, Modigliani ou Derain. Sua vida inspirou o célebre livro Fake! de Clifford Irving e foi imortalizada por Orson Welles no documentário F for Fake (1973), que se tornou uma obra de referência sobre autenticidade e o mercado da arte.
Depois de ter sua atividade como falsificador descoberta, o interesse por sua produção pessoal cresceu de forma constante, sendo hoje suas obras assinadas apreciadas por colecionadores de todo o mundo como o autêntico legado de um extraordinário desenhista.
A presente obra representa um sátiro ou fauno tocando uma flauta, motivo de profundas raízes na mitologia clássica e recorrente na tradição artística europeia desde a Antiguidade. O personagem aparece resolvido mediante um traço livre e espontâneo, onde a economia de linhas convive com um notável poder expressivo. Os pequenos chifres, a barba, a anatomia estilizada e a atitude introspectiva do músico evocam a iconografia clássica reinterpretada com uma linguagem moderna e pessoal.
Elmyr demonstra aqui um extraordinário domínio do desenho gestual, construindo a figura com apenas algumas linhas contínuas de grande segurança e elegância. A simplicidade formal não reduz a intensidade da composição, pelo contrário, concentra toda a atenção na expressividade do personagem e na musicalidade do próprio traço.
Técnica: Tinta sobre papel.
Assinatura: Assinado à mão no canto inferior direito.
Formato: DIN A4 (29,7 × 21 cm).
Estado de conservação: Muito bom, com ligeiras sinais de envelhecimento próprios do suporte.

