Sarah Moon - Vrais Semblants - 1991





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Vrais Semblants de Sarah Moon, edição japonesa, primeira edição, PARCO, 1991, 80 páginas, em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
"Vrais Semblants (With OBI)," uma coleção de trabalhos de Sarah Moon, uma das principais fotógrafas da França. Esta é a edição japonesa de um livro de fotografia publicado pela Delpire na França (uma casa editorial chefiada por Robert Delpire, marido de Sarah Moon). Compreende 81 imagens cuidadosamente selecionadas, variando de fotografias de moda apresentadas em publicações como *Yohji Yamamoto* e *Vogue* a instantâneos, paisagens e naturezas‑mortas. A seguir, encontra‑se um trecho do prefácio da artista: “Eu fotografo privilégio, ilusões, transiência, diferença ou beleza. E busco emoção ali — emoções que não tenho ideia de como encontrar. Invejo fotógrafos que sabem como capturar a realidade. Eu evito a realidade. Começo do zero. Minhas fotografias não são testemunhos. Eu construo histórias que nunca contei a mim mesma. Imagino situações que não são reais. Desalojo o espaço para criar um novo espaço lá, e tento manipular a luz. Espero que o inesperado apareça. Recordo o que tinha esquecido. Desmonto o que criei. E quando aperto o obturador, espero ser movida pela realização: ‘Ah, isto é.’” Inclui uma capa de livro.
"Vrais Semblants (With OBI)," uma coleção de trabalhos de Sarah Moon, uma das principais fotógrafas da França. Esta é a edição japonesa de um livro de fotografia publicado pela Delpire na França (uma casa editorial chefiada por Robert Delpire, marido de Sarah Moon). Compreende 81 imagens cuidadosamente selecionadas, variando de fotografias de moda apresentadas em publicações como *Yohji Yamamoto* e *Vogue* a instantâneos, paisagens e naturezas‑mortas. A seguir, encontra‑se um trecho do prefácio da artista: “Eu fotografo privilégio, ilusões, transiência, diferença ou beleza. E busco emoção ali — emoções que não tenho ideia de como encontrar. Invejo fotógrafos que sabem como capturar a realidade. Eu evito a realidade. Começo do zero. Minhas fotografias não são testemunhos. Eu construo histórias que nunca contei a mim mesma. Imagino situações que não são reais. Desalojo o espaço para criar um novo espaço lá, e tento manipular a luz. Espero que o inesperado apareça. Recordo o que tinha esquecido. Desmonto o que criei. E quando aperto o obturador, espero ser movida pela realização: ‘Ah, isto é.’” Inclui uma capa de livro.

