Lou Ma Ho - MOON






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Lou Ma Ho apresenta MOON, uma estátua Zen de 2026, escultura em gesso e madeira, branca e preta, com 120 cm de altura, 9 cm de largura e 9 cm de profundidade, peso 15 kg, em excelente estado, fabricada em França.
Descrição fornecida pelo vendedor
- Estado : novo
- Material : gesso/cal/concreto
- Peso : 12
- Dimensões : 120 cm
- Cor : branco/negro
- Modo de envio : Transportadora
Na continuidade das Estátuas Zen de Lou Ma Ho, MOON continua a mesma busca.
Modelada à imagem da Lua, ela carrega seus relevos, seus crateras e suas feridas. Sob a luz, ela não brilha por si mesma. Ela reflete. Como nosso satélite, só existe plenamente porque recebe uma luz vinda de outro lugar.
O corpo, preto, liso e quase imaterial, parece desaparecer na escuridão. Toda a atenção se volta para essa esfera suspensa, como um astro acima do horizonte. A verticalidade torna-se um elo entre a terra e o céu, entre a matéria e o infinito.
Diante da obra, o visitante é convidado a levantar os olhos. Esse simples gesto inverte nossa relação com o mundo. Por um instante, o cotidiano se apaga em favor de uma escala mais ampla, onde o homem recupera seu justo lugar: ínfimo, frágil.
Como todas as obras de Lou Ma Ho, MOON não busca impor uma resposta. Ela abre um silêncio. E nesse silêncio, cada um pode encontrar sua própria luz
- Estado : novo
- Material : gesso/cal/concreto
- Peso : 12
- Dimensões : 120 cm
- Cor : branco/negro
- Modo de envio : Transportadora
Na continuidade das Estátuas Zen de Lou Ma Ho, MOON continua a mesma busca.
Modelada à imagem da Lua, ela carrega seus relevos, seus crateras e suas feridas. Sob a luz, ela não brilha por si mesma. Ela reflete. Como nosso satélite, só existe plenamente porque recebe uma luz vinda de outro lugar.
O corpo, preto, liso e quase imaterial, parece desaparecer na escuridão. Toda a atenção se volta para essa esfera suspensa, como um astro acima do horizonte. A verticalidade torna-se um elo entre a terra e o céu, entre a matéria e o infinito.
Diante da obra, o visitante é convidado a levantar os olhos. Esse simples gesto inverte nossa relação com o mundo. Por um instante, o cotidiano se apaga em favor de uma escala mais ampla, onde o homem recupera seu justo lugar: ínfimo, frágil.
Como todas as obras de Lou Ma Ho, MOON não busca impor uma resposta. Ela abre um silêncio. E nesse silêncio, cada um pode encontrar sua própria luz
