Walter Geraci - La danza dei due solstizi

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Petra Skarupsky
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Walter Geraci, original 2026 pintura acrílica em tela La danza dei due solstizi, 100 x 70 cm, animais, estilo contemporâneo, assinado à mão e com certificado de autenticidade, pronto a pendurar.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Acrílico, bronze e dourado em tela - pronto para pendurar - com certificado de autenticidade - enviado dentro de embalagem robusta e bem protegida.

Há muito tempo, quando as montanhas ainda eram jovens e as planícies apenas pó dourado, o mundo não conhecia o equilíbrio. Havia uma era dominada pela Grande Sombra, onde cada cor estava apagada e cada som era um sussurro cansado. Nesse vazio viviam Kaida e Ren.

Kaida era a Grúa do Zenit (aquela no alto da pintura). Ela sempre olhava para o céu, suas asas capturavam os últimos, fracos lampejos de luz e os seguravam firmes, como brasas em um fogo moribundo. Seu coração ardia pela promessa do calor.

Ren era a Grúa do Nadir (aquela embaixo). Ela olhava para a terra ferida, suas garras afundavam profundamente no solo árido, buscando ouvir as raízes adormecidas da vida. Seu coração batia pela esperança da paciência.

Ambas sabiam que a Escuridão não era eterna, mas um fim. Sabiam que precisavam agir antes que o mundo escorregasse para o esquecimento definitivo. Não com violência, mas com a beleza. Com a dança.

Começaram sua dança numa tarde que nunca tinha se tornado meio-dia. Seus movimentos eram lentos e poderosos, cada batida de asa um desafio ao cinza. Walte, o artista que pintou este quadro, não apenas capturou a forma delas, mas a própria essência de sua energia.

Enquanto dançavam, as cores começaram a mudar.

* O Fundo: As asas de Kaida, abertas para o alto, não apenas buscavam a luz, mas a criavam. Agitavam o ar imóvel, levantando nuvens de poeira de cobre e ouro que o artista traduziu com texturas ricas e faíscas brilhantes. Aquela não era uma cena imóvel, era a energia do universo que acordava, um vórtice de calor metálico que empurrava o frio.
* Os Corpos: Seus corpos de branco puro simbolizavam a clareza da intenção, o começo limpo. Mas Walter acrescentou nuances de azul-acinzentado em suas penas. Esse azul não era o frio da neve, mas a lembrança da água profunda e da frescura da chuva que estava por retornar.
* As Cristas Rubras: Seus "coroas" vermelhas eram os pontos focais da sua vontade. Eram as minúsculas sementes do fogo cósmico que estavam plantando no mundo. Em Kaida, o vermelho é um farol voltado para o céu; em Ren, é uma promessa enraizada na terra.

O momento capturado na pintura é o ápice. Ren está executando uma arrancada final para a terra (o corpo arqueado para baixo) para trazer de volta a vitalidade dos meandros da matéria. Kaida está alçando o voo para acolher essa vitalidade e disseminá-la no cosmos. Cruzam-se, as asas são um espelho dinâmico da outra, criando uma arquitetura de movimento que Clara Young (conforme se lê na assinatura) imortalizou com pinceladas amplas e furiosas.

Quando sua dança terminou, olharam-se uma última vez. O mundo não era mais cinza; era dourado, vibrante, pronto para desabrochar. Mas elas duas estavam exaustas. Haviam consumido sua essência mortal para dar vida ao mundo.

Não morreram, porém. Com um último lampejo, seus corpos brancos e pretos fundiram-se ao ambiente ao redor. Ren tornou-se as raízes das primeiras árvores gigantes; Kaida tornou-se a luz dos novos amanheceres. E a pintura que Walter Geraci criou não é apenas um retrato de dois pássaros majestosos; é o portal pelo qual a energia daquele primeiro, vital solstício de primavera entra ainda em nosso mundo, lembrando-nos de que mesmo nas sombras mais profundas há uma dança de ouro que aguarda para ser realizada.

Acrílico, bronze e dourado em tela - pronto para pendurar - com certificado de autenticidade - enviado dentro de embalagem robusta e bem protegida.

Há muito tempo, quando as montanhas ainda eram jovens e as planícies apenas pó dourado, o mundo não conhecia o equilíbrio. Havia uma era dominada pela Grande Sombra, onde cada cor estava apagada e cada som era um sussurro cansado. Nesse vazio viviam Kaida e Ren.

Kaida era a Grúa do Zenit (aquela no alto da pintura). Ela sempre olhava para o céu, suas asas capturavam os últimos, fracos lampejos de luz e os seguravam firmes, como brasas em um fogo moribundo. Seu coração ardia pela promessa do calor.

Ren era a Grúa do Nadir (aquela embaixo). Ela olhava para a terra ferida, suas garras afundavam profundamente no solo árido, buscando ouvir as raízes adormecidas da vida. Seu coração batia pela esperança da paciência.

Ambas sabiam que a Escuridão não era eterna, mas um fim. Sabiam que precisavam agir antes que o mundo escorregasse para o esquecimento definitivo. Não com violência, mas com a beleza. Com a dança.

Começaram sua dança numa tarde que nunca tinha se tornado meio-dia. Seus movimentos eram lentos e poderosos, cada batida de asa um desafio ao cinza. Walte, o artista que pintou este quadro, não apenas capturou a forma delas, mas a própria essência de sua energia.

Enquanto dançavam, as cores começaram a mudar.

* O Fundo: As asas de Kaida, abertas para o alto, não apenas buscavam a luz, mas a criavam. Agitavam o ar imóvel, levantando nuvens de poeira de cobre e ouro que o artista traduziu com texturas ricas e faíscas brilhantes. Aquela não era uma cena imóvel, era a energia do universo que acordava, um vórtice de calor metálico que empurrava o frio.
* Os Corpos: Seus corpos de branco puro simbolizavam a clareza da intenção, o começo limpo. Mas Walter acrescentou nuances de azul-acinzentado em suas penas. Esse azul não era o frio da neve, mas a lembrança da água profunda e da frescura da chuva que estava por retornar.
* As Cristas Rubras: Seus "coroas" vermelhas eram os pontos focais da sua vontade. Eram as minúsculas sementes do fogo cósmico que estavam plantando no mundo. Em Kaida, o vermelho é um farol voltado para o céu; em Ren, é uma promessa enraizada na terra.

O momento capturado na pintura é o ápice. Ren está executando uma arrancada final para a terra (o corpo arqueado para baixo) para trazer de volta a vitalidade dos meandros da matéria. Kaida está alçando o voo para acolher essa vitalidade e disseminá-la no cosmos. Cruzam-se, as asas são um espelho dinâmico da outra, criando uma arquitetura de movimento que Clara Young (conforme se lê na assinatura) imortalizou com pinceladas amplas e furiosas.

Quando sua dança terminou, olharam-se uma última vez. O mundo não era mais cinza; era dourado, vibrante, pronto para desabrochar. Mas elas duas estavam exaustas. Haviam consumido sua essência mortal para dar vida ao mundo.

Não morreram, porém. Com um último lampejo, seus corpos brancos e pretos fundiram-se ao ambiente ao redor. Ren tornou-se as raízes das primeiras árvores gigantes; Kaida tornou-se a luz dos novos amanheceres. E a pintura que Walter Geraci criou não é apenas um retrato de dois pássaros majestosos; é o portal pelo qual a energia daquele primeiro, vital solstício de primavera entra ainda em nosso mundo, lembrando-nos de que mesmo nas sombras mais profundas há uma dança de ouro que aguarda para ser realizada.

Dados

Artista
Walter Geraci
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Edição
Original
Título da obra de arte
La danza dei due solstizi
Técnica
Pintura acrílica
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2026
Estado
Excelente estado
Altura
100 cm
Largura
70 cm
Imagem/Tema
Animais
Estilo
Contemporâneo
Período
Depois de 2020
Vendido por
ItáliaVerificado
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