Br. M. S. Polak - Die Tapis oder historisch-paedagogischen, wissenschaftlichen und moralischen Bedeutung oder - 1855-1855






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Primeira edição, encadernado, 1855, Verlag von F. Günst, Amsterdam, de Br. M. S. Polak, em alemão, 449 páginas, Religião e História, com mapas ou placas plegáveis, em muito bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
"O Tapete em seu significado histórico-pedagógico, científico e moral ou: a História da Religião Primordial como Base da Maçonaria" de M. S. Polak é uma obra filosófica e histórica profunda da literatura maçônica do século XIX. A síntese do conteúdo se divide nos seguintes eixos centrais:1. A simbologia do “Tapete” (O Carpete) Símbolo central: o Tapete (historicamente o tapete de trabalho ou a prancheta de desenho numa loja) é visto não apenas como um objeto de decoração, mas como o fundamento visual do ensinamento maçônico. Três planos de significado: Polak analisa o tapete sistematicamente sob três aspectos: Histórico-pedagógico: como os símbolos são usados para ensinar valores morais e éticos através das gerações. Científico: a lógica racional e geométrica por trás dos signos maçons. Moral: o Tapete como plano de vida simbólico e guia para a autoaperfeiçoamento. 2. A busca pela “Religião Primordial” A fonte comum: o autor defende a tese maçônica de que todas as grandes religiões do mundo se apoiam em uma única, universal “Religião Primordial”. Natureza e razão: essa Religião Primordial, segundo Polak, baseia-se nas leis eternas da natureza, na pureza moral e na razão humana, antes de ser institucionalizada e transformada por dogmas e cisões da história da Igreja. 3. A Maçonaria como Guardiã O alicerce da Loja: Polak argumenta que a Maçonaria não é um novo sistema de crença. Ela funciona antes como guardiã e base moral moderna dessa antiga Religião Primordial transmitida. Ponte entre as confissões: como os símbolos no Tapete são atemporais e universais, oferecem uma plataforma onde pessoas de diferentes crenças e origens podem trabalhar juntas de forma pacífica e fraterna. A obra, portanto, busca decifrar cientificamente os segredos e ritos dos maçons, legitimá-los historicamente e apresentá-los como um sistema puro de humanidade e moral. O livro, inclusive com folheto, encontra-se em excelente estado de conservação e provém do espólio de Walter Englert.
"O Tapete em seu significado histórico-pedagógico, científico e moral ou: a História da Religião Primordial como Base da Maçonaria" de M. S. Polak é uma obra filosófica e histórica profunda da literatura maçônica do século XIX. A síntese do conteúdo se divide nos seguintes eixos centrais:1. A simbologia do “Tapete” (O Carpete) Símbolo central: o Tapete (historicamente o tapete de trabalho ou a prancheta de desenho numa loja) é visto não apenas como um objeto de decoração, mas como o fundamento visual do ensinamento maçônico. Três planos de significado: Polak analisa o tapete sistematicamente sob três aspectos: Histórico-pedagógico: como os símbolos são usados para ensinar valores morais e éticos através das gerações. Científico: a lógica racional e geométrica por trás dos signos maçons. Moral: o Tapete como plano de vida simbólico e guia para a autoaperfeiçoamento. 2. A busca pela “Religião Primordial” A fonte comum: o autor defende a tese maçônica de que todas as grandes religiões do mundo se apoiam em uma única, universal “Religião Primordial”. Natureza e razão: essa Religião Primordial, segundo Polak, baseia-se nas leis eternas da natureza, na pureza moral e na razão humana, antes de ser institucionalizada e transformada por dogmas e cisões da história da Igreja. 3. A Maçonaria como Guardiã O alicerce da Loja: Polak argumenta que a Maçonaria não é um novo sistema de crença. Ela funciona antes como guardiã e base moral moderna dessa antiga Religião Primordial transmitida. Ponte entre as confissões: como os símbolos no Tapete são atemporais e universais, oferecem uma plataforma onde pessoas de diferentes crenças e origens podem trabalhar juntas de forma pacífica e fraterna. A obra, portanto, busca decifrar cientificamente os segredos e ritos dos maçons, legitimá-los historicamente e apresentá-los como um sistema puro de humanidade e moral. O livro, inclusive com folheto, encontra-se em excelente estado de conservação e provém do espólio de Walter Englert.
