Lucas Huillet - Jarra - Grés






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Descrição fornecida pelo vendedor
Vaso Bond n11, peça única
O vaso Bond nasceu da aliança do meu trabalho em cerâmica e da prática do bondage. As formas antropomórficas das deformações entram em choque e se entrelaçam. O conjunto é contido por uma corda feita em Shibari.
Shibari significa « amarrado, preso », essa palavra é usada no Japão para descrever a arte de amarrar pacotes; no Ocidente, designa a arte do bondage («kinbaku» em japonês).
Mesmo que a prática evoque certa violência, pela restrição de movimento, é na verdade uma arte que é realizada com um profundo respeito pela pessoa ou pelo objeto que está preso. A corda deve ser aplicada com a tensão correta; os nós distribuem, ampliam ou aliviam as forças que ela exerce ao redor da peça, de acordo com a sua orientação e aperto, sem jamais ferir, danificar ou quebrar o que está sendo preso.
Tudo é uma questão de equilíbrio.
A respeito de Lucas Huillet:
Formado na Escola Camondo em design e arquitetura de interiores. Essa trajetória acadêmica abriu portas para colaborações com casas e instituições prestigiosas.
Em 2018, ele criou seu ateliê como um espaço de exploração onde se cruzam cerâmica, arquitetura de interiores e design de objetos, pautado por uma expertise no trabalho de matérias naturais, permitindo conceber peças únicas, que são ao mesmo tempo objetos do cotidiano e obras em si.
Hoje, o estúdio continua a unir tradição artesanal e inovação contemporânea, com o objetivo de criar objetos portadores de sentido e autenticidade.
As criações de Lucas Huillet foram expostas, nomeadamente, na Paris Design Week, Collectible em Bruxelas, ou no Dubai Al Shindagha Museum.
Vaso Bond n11, peça única
O vaso Bond nasceu da aliança do meu trabalho em cerâmica e da prática do bondage. As formas antropomórficas das deformações entram em choque e se entrelaçam. O conjunto é contido por uma corda feita em Shibari.
Shibari significa « amarrado, preso », essa palavra é usada no Japão para descrever a arte de amarrar pacotes; no Ocidente, designa a arte do bondage («kinbaku» em japonês).
Mesmo que a prática evoque certa violência, pela restrição de movimento, é na verdade uma arte que é realizada com um profundo respeito pela pessoa ou pelo objeto que está preso. A corda deve ser aplicada com a tensão correta; os nós distribuem, ampliam ou aliviam as forças que ela exerce ao redor da peça, de acordo com a sua orientação e aperto, sem jamais ferir, danificar ou quebrar o que está sendo preso.
Tudo é uma questão de equilíbrio.
A respeito de Lucas Huillet:
Formado na Escola Camondo em design e arquitetura de interiores. Essa trajetória acadêmica abriu portas para colaborações com casas e instituições prestigiosas.
Em 2018, ele criou seu ateliê como um espaço de exploração onde se cruzam cerâmica, arquitetura de interiores e design de objetos, pautado por uma expertise no trabalho de matérias naturais, permitindo conceber peças únicas, que são ao mesmo tempo objetos do cotidiano e obras em si.
Hoje, o estúdio continua a unir tradição artesanal e inovação contemporânea, com o objetivo de criar objetos portadores de sentido e autenticidade.
As criações de Lucas Huillet foram expostas, nomeadamente, na Paris Design Week, Collectible em Bruxelas, ou no Dubai Al Shindagha Museum.
