Lucas Huillet - Jarra - Grés






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Descrição fornecida pelo vendedor
Vaso Bond n°9, peça única
O vaso Bond nasceu da união entre meu trabalho em cerâmica e a prática do bondage. As formas antropomórficas das deformações vêm se confrontar e se encaixar. O conjunto é contido por uma corda feito em Shibari.
Shibari significa « prender, amarrar »; essa palavra é usada no Japão para descrever a arte de amarrar pacotes, enquanto, no Ocidente, designa a arte do bondage («kinbaku» em japonês).
Mesmo que a prática evoque certa violência, pela restrição de movimento, é, na verdade, uma arte realizada com profundo respeito pela pessoa ou pelo objeto que é amarrado. A corda deve ser aplicada com a tensão adequada; os nós distribuem, ampliam ou aliviam as forças que atua ao redor da peça conforme sua orientação e seu aperto, sem jamais machucar, danificar ou quebrar o que está preso.
Tudo é uma questão de equilíbrio.
Sobre Lucas Huillet:
Formado pela École Camondo em design e arquitetura de interiores. Essa trajetória acadêmica abriu portas para colaborações com casas e instituições prestigiosas.
Em 2018, ele criou seu ateliê como um espaço de exploração onde se cruzam cerâmica, arquitetura de interiores e design de objetos, fundamentado em uma expertise no trabalho com materiais naturais, permitindo conceber peças únicas, que são ao mesmo tempo objetos do quotidiano e obras em si mesmas.
Hoje, o estúdio continua a aliar tradição artesanal e inovação contemporânea, com o objetivo de criar objetos que carregam significado e autenticidade.
As criações de Lucas Huillet foram expostas, entre outras, na Paris Design Week, Collectible em Bruxelas, ou no Dubai Al Shindagha Museum.
Vaso Bond n°9, peça única
O vaso Bond nasceu da união entre meu trabalho em cerâmica e a prática do bondage. As formas antropomórficas das deformações vêm se confrontar e se encaixar. O conjunto é contido por uma corda feito em Shibari.
Shibari significa « prender, amarrar »; essa palavra é usada no Japão para descrever a arte de amarrar pacotes, enquanto, no Ocidente, designa a arte do bondage («kinbaku» em japonês).
Mesmo que a prática evoque certa violência, pela restrição de movimento, é, na verdade, uma arte realizada com profundo respeito pela pessoa ou pelo objeto que é amarrado. A corda deve ser aplicada com a tensão adequada; os nós distribuem, ampliam ou aliviam as forças que atua ao redor da peça conforme sua orientação e seu aperto, sem jamais machucar, danificar ou quebrar o que está preso.
Tudo é uma questão de equilíbrio.
Sobre Lucas Huillet:
Formado pela École Camondo em design e arquitetura de interiores. Essa trajetória acadêmica abriu portas para colaborações com casas e instituições prestigiosas.
Em 2018, ele criou seu ateliê como um espaço de exploração onde se cruzam cerâmica, arquitetura de interiores e design de objetos, fundamentado em uma expertise no trabalho com materiais naturais, permitindo conceber peças únicas, que são ao mesmo tempo objetos do quotidiano e obras em si mesmas.
Hoje, o estúdio continua a aliar tradição artesanal e inovação contemporânea, com o objetivo de criar objetos que carregam significado e autenticidade.
As criações de Lucas Huillet foram expostas, entre outras, na Paris Design Week, Collectible em Bruxelas, ou no Dubai Al Shindagha Museum.
