Tijs Dragtsma (1992) - Snow Silences the Field





€15 | ||
|---|---|---|
€10 | ||
€8 | ||
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 139719 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Tijs Dragtsma (nascido em 1992) apresenta Snow Silences the Field, uma peça original em técnica mista em preto e branco, 51 x 51 cm, assinada, do periodo 2020+, vendida com moldura e diretamente do artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
A neve tem o dom de acalmar uma paisagem. Cai sem pedir licença, cobre sem apagar e deixa a terra mais quieta do que a encontrou. Essa quietude é o tema desta obra, um campo arado capturado no momento após a primeira neve, com as sulcagens curvando-se rumo a um horizonte que se tornou escuro e absoluto.
Sem tinta. Sem impressão. Sem carvão. A imagem está riscada na superfície do vidro acrílico, construída por danos controlados na superfície em vez de algo aplicado por cima. Cada sulco, cada sopro de neve, cada partícula suspensa nesse ar negro existe porque o material foi retirado, não acrescentado.
A imagem está sempre presente, visível sob qualquer iluminação. A luz não a cria. Ela a aguça. Sob uma fonte direta, os arranhões captam e prendem o brilho, o contraste se aprofunda e o campo parece se erguer do escuro. Ela se lê de forma diferente de diferentes ângulos, sem jamais perder a imagem que está por baixo.
De um lado da sala, a obra lê como uma única cena de inverno, monumental em seu silêncio. Aproximando-se, essa cena se resolve em algo completamente diferente, um campo denso de arranhões controlados, cada um um pequeno traço deliberado, juntos formando um horizonte que nenhuma câmera poderia ter encontrado.
Um campo arado é um registro de trabalho, de uma estação da natureza lançada na terra em linhas diretas e pacientes. A neve chega e diz que nada disso importa hoje à noite. Ela cobre as fileiras sem julgá-las, suaviza o que era afiado e pede à terra que descanse. Há algo quase misericordioso nisso, uma quietude que não é ausência, mas permissão.
Snow Silences the Field continua a série Art with Scratch, de Tijs Dragtsma, na qual a imagética é construída através de danos controlados na superfície em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual onde o dano não é destruição, mas estrutura.
“Silêncio não é ausência. É o que o campo parece ouvir sob a neve.”
Sobre Art with Scratch
Art with Scratch é um conjunto de obras em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Carvada linha a linha em uma superfície negra profunda, cada peça emerge através de inúmeros arranhões precisos que captam a luz e tiram forma da escuridão.
À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e com presença. Mas de perto, a obra se dissolve em um campo denso de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido se revela como uma delicada teia de traços, cada um um gesto deliberado, cada um essencial ao todo.
A luz não cria a imagem. Ela a aguça. O superfície negra absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. À medida que a luz se desloca pela superfície, a imagem respira. De um ângulo, a figura fica clara e definida. De outro, amacia e retorna à escuridão de onde veio, sem jamais desaparecer. Sob um holofote focado, o contraste se aprofunda e a imagem assume uma qualidade escultórica, quase luminosa.
O que torna esse meio tão fascinante é a sua tensão silenciosa. O ato de riscar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Yet o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo com movimento. Dureza se transforma em maciez. Destruição se transforma em criação. A ausência se transforma em presença.
Em obras como este retrato, a figura nunca é totalmente fixa. Através da interação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e a atmosfera. Em certos momentos, o sujeito parece dar um passo à frente saindo do preto. Em outros, ele se acomoda de volta à quietude. É nesse movimento, entre nitidez e calmaria, que a obra ganha vida.
Como todos os materiais tocados pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida silenciosa. Cada arranhão guarda um momento, um suspiro, um gesto. Juntos, formam não apenas uma imagem, mas uma presença, que continua a revelar-se a cada mudança de luz.
Sobre o Artista
Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.
Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo em evolução de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.
Meu trabalho costuma começar com uma pergunta simples. Como pode um material falar de uma maneira nova. Como a dureza pode tornar-se intimidade. Como a precisão pode criar emoção. Essa busca está no cerne de tudo que crio.
Dentro do TD Fine Art Studio, cada conjunto de obras é abordado como seu próprio mundo, com sua própria lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem por ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso compartilhado com originalidade, clareza e presença emocional.
Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica aberto à interpretação. Meu objetivo não é simplesmente fazer uma imagem, mas criar uma obra que prenda a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.
TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se reúnem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar obras que pareçam distintas, intencionais e vivas.
A neve tem o dom de acalmar uma paisagem. Cai sem pedir licença, cobre sem apagar e deixa a terra mais quieta do que a encontrou. Essa quietude é o tema desta obra, um campo arado capturado no momento após a primeira neve, com as sulcagens curvando-se rumo a um horizonte que se tornou escuro e absoluto.
Sem tinta. Sem impressão. Sem carvão. A imagem está riscada na superfície do vidro acrílico, construída por danos controlados na superfície em vez de algo aplicado por cima. Cada sulco, cada sopro de neve, cada partícula suspensa nesse ar negro existe porque o material foi retirado, não acrescentado.
A imagem está sempre presente, visível sob qualquer iluminação. A luz não a cria. Ela a aguça. Sob uma fonte direta, os arranhões captam e prendem o brilho, o contraste se aprofunda e o campo parece se erguer do escuro. Ela se lê de forma diferente de diferentes ângulos, sem jamais perder a imagem que está por baixo.
De um lado da sala, a obra lê como uma única cena de inverno, monumental em seu silêncio. Aproximando-se, essa cena se resolve em algo completamente diferente, um campo denso de arranhões controlados, cada um um pequeno traço deliberado, juntos formando um horizonte que nenhuma câmera poderia ter encontrado.
Um campo arado é um registro de trabalho, de uma estação da natureza lançada na terra em linhas diretas e pacientes. A neve chega e diz que nada disso importa hoje à noite. Ela cobre as fileiras sem julgá-las, suaviza o que era afiado e pede à terra que descanse. Há algo quase misericordioso nisso, uma quietude que não é ausência, mas permissão.
Snow Silences the Field continua a série Art with Scratch, de Tijs Dragtsma, na qual a imagética é construída através de danos controlados na superfície em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual onde o dano não é destruição, mas estrutura.
“Silêncio não é ausência. É o que o campo parece ouvir sob a neve.”
Sobre Art with Scratch
Art with Scratch é um conjunto de obras em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Carvada linha a linha em uma superfície negra profunda, cada peça emerge através de inúmeros arranhões precisos que captam a luz e tiram forma da escuridão.
À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e com presença. Mas de perto, a obra se dissolve em um campo denso de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido se revela como uma delicada teia de traços, cada um um gesto deliberado, cada um essencial ao todo.
A luz não cria a imagem. Ela a aguça. O superfície negra absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. À medida que a luz se desloca pela superfície, a imagem respira. De um ângulo, a figura fica clara e definida. De outro, amacia e retorna à escuridão de onde veio, sem jamais desaparecer. Sob um holofote focado, o contraste se aprofunda e a imagem assume uma qualidade escultórica, quase luminosa.
O que torna esse meio tão fascinante é a sua tensão silenciosa. O ato de riscar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Yet o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo com movimento. Dureza se transforma em maciez. Destruição se transforma em criação. A ausência se transforma em presença.
Em obras como este retrato, a figura nunca é totalmente fixa. Através da interação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e a atmosfera. Em certos momentos, o sujeito parece dar um passo à frente saindo do preto. Em outros, ele se acomoda de volta à quietude. É nesse movimento, entre nitidez e calmaria, que a obra ganha vida.
Como todos os materiais tocados pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida silenciosa. Cada arranhão guarda um momento, um suspiro, um gesto. Juntos, formam não apenas uma imagem, mas uma presença, que continua a revelar-se a cada mudança de luz.
Sobre o Artista
Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.
Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo em evolução de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.
Meu trabalho costuma começar com uma pergunta simples. Como pode um material falar de uma maneira nova. Como a dureza pode tornar-se intimidade. Como a precisão pode criar emoção. Essa busca está no cerne de tudo que crio.
Dentro do TD Fine Art Studio, cada conjunto de obras é abordado como seu próprio mundo, com sua própria lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem por ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso compartilhado com originalidade, clareza e presença emocional.
Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica aberto à interpretação. Meu objetivo não é simplesmente fazer uma imagem, mas criar uma obra que prenda a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.
TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se reúnem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar obras que pareçam distintas, intencionais e vivas.

