Josep Soler (1941) - La rosa






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 139439 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Josep Soler, que representa uma refinada natureza-morta composta por recipientes de vidro e cerâmica, tecidos de cores intensas e uma rosa vermelha, simbolizando a beleza, a harmonia e a elegância dos objetos cotidianos. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 47x55x5 cm.
· Dimensões da obra: 38x46 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, J. Soler.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com a preciosa moldura (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com acompanhamento. Envio disponível a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro apresenta uma refinada natureza-morta na qual diversos objetos cotidianos se reúnem para formar uma composição elegante, equilibrada e carregada de atmosfera. Sobre uma mesa coberta por ricos dobraduras de tecido azul dispõem-se cuidadosamente vários recipientes de vidro e cerâmica, acompanhados por uma delicada rosa vermelha que confere um toque romântico e vibrante ao conjunto. A cena transmite uma sensação de calma e sofisticação, evocando aqueles bodegones clássicos nos quais os objetos mais simples adquirem uma presença quase cerimonial. Cada elemento parece ter sido colocado com intenção, criando um diálogo visual que convida o espectador a parar e contemplar os mínimos detalhes que compõem a composição.
No centro da obra destaca-se uma garrafa de cristal revestida por uma estrutura protetora entrelaçada, cuja forma estilizada transforma-se no eixo principal da cena. Ao seu redor situam-se outros recipientes de diferentes tamanhos e materiais que enriquecem visualmente o conjunto, através de contrastes de formas, texturas e reflexos. A transparência de alguns objetos permite captar os efeitos da luz sobre as suas superfícies, enquanto outros apresentam acabamentos mais opacos e sólidos que transmitem sensação de estabilidade. Esta variedade de elementos gera um equilíbrio harmonioso que evita a monotonia e transforma a natureza-morta numa cena repleta de interesse visual.
Um dos aspectos mais atrativos da obra é o tratamento dos tecidos que servem de fundo e suporte aos objetos. As pregas do tecido azul caem suavemente ao redor da composição, criando uma estrutura visual dinâmica que confere profundidade e movimento. O contraste entre o intenso azul do tecido e os tons quentes do fundo gera uma atmosfera envolvente e elegante. As sombras e reflexos que aparecem sobre as pregas acrescentam riqueza visual e ajudam a integrar todos os elementos dentro de um mesmo espaço. O tecido não atua apenas como fundo decorativo, mas como um elemento fundamental que organiza e dá unidade ao conjunto.
A rosa vermelha situada em primeiro plano introduz uma dimensão emocional e simbólica especialmente sugestiva. Sua cor intensa atrai imediatamente o olhar e estabelece um poderoso contraste frente aos tons azuis, verdes e neutros que predominam na composição. A flor confere delicadeza, frescor e uma sensação de vida dentro de uma cena composta por objetos inanimados. Sua presença pode interpretar-se como uma alusão à beleza efêmera, ao passar do tempo ou ao caráter transitório dos momentos mais belos. Este pequeno detalhe floral enriquece a leitura da obra e adiciona uma nota de sensibilidade e romantismo que transforma a natureza-morta em algo mais do que uma simples representação de objetos.
No conjunto, este quadro é uma elegante celebração da harmonia entre forma, cor e luz. A cuidadosa disposição de garrafas, recipientes, cristais e elementos decorativos cria uma composição equilibrada que transmite serenidade, refinamento e beleza. A riqueza cromática, a profundidade dos tecidos e a delicada presença da rosa convertem a cena numa imagem repleta de encanto e sofisticação. A obra convida a contemplar a beleza escondida nos objetos cotidianos, demonstrando como a luz, a cor e a composição podem transformar elementos simples nos protagonistas de uma cena profundamente evocadora e atemporal.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Josep Soler, que representa uma refinada natureza-morta composta por recipientes de vidro e cerâmica, tecidos de cores intensas e uma rosa vermelha, simbolizando a beleza, a harmonia e a elegância dos objetos cotidianos. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 47x55x5 cm.
· Dimensões da obra: 38x46 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra, J. Soler.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com a preciosa moldura (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com acompanhamento. Envio disponível a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro apresenta uma refinada natureza-morta na qual diversos objetos cotidianos se reúnem para formar uma composição elegante, equilibrada e carregada de atmosfera. Sobre uma mesa coberta por ricos dobraduras de tecido azul dispõem-se cuidadosamente vários recipientes de vidro e cerâmica, acompanhados por uma delicada rosa vermelha que confere um toque romântico e vibrante ao conjunto. A cena transmite uma sensação de calma e sofisticação, evocando aqueles bodegones clássicos nos quais os objetos mais simples adquirem uma presença quase cerimonial. Cada elemento parece ter sido colocado com intenção, criando um diálogo visual que convida o espectador a parar e contemplar os mínimos detalhes que compõem a composição.
No centro da obra destaca-se uma garrafa de cristal revestida por uma estrutura protetora entrelaçada, cuja forma estilizada transforma-se no eixo principal da cena. Ao seu redor situam-se outros recipientes de diferentes tamanhos e materiais que enriquecem visualmente o conjunto, através de contrastes de formas, texturas e reflexos. A transparência de alguns objetos permite captar os efeitos da luz sobre as suas superfícies, enquanto outros apresentam acabamentos mais opacos e sólidos que transmitem sensação de estabilidade. Esta variedade de elementos gera um equilíbrio harmonioso que evita a monotonia e transforma a natureza-morta numa cena repleta de interesse visual.
Um dos aspectos mais atrativos da obra é o tratamento dos tecidos que servem de fundo e suporte aos objetos. As pregas do tecido azul caem suavemente ao redor da composição, criando uma estrutura visual dinâmica que confere profundidade e movimento. O contraste entre o intenso azul do tecido e os tons quentes do fundo gera uma atmosfera envolvente e elegante. As sombras e reflexos que aparecem sobre as pregas acrescentam riqueza visual e ajudam a integrar todos os elementos dentro de um mesmo espaço. O tecido não atua apenas como fundo decorativo, mas como um elemento fundamental que organiza e dá unidade ao conjunto.
A rosa vermelha situada em primeiro plano introduz uma dimensão emocional e simbólica especialmente sugestiva. Sua cor intensa atrai imediatamente o olhar e estabelece um poderoso contraste frente aos tons azuis, verdes e neutros que predominam na composição. A flor confere delicadeza, frescor e uma sensação de vida dentro de uma cena composta por objetos inanimados. Sua presença pode interpretar-se como uma alusão à beleza efêmera, ao passar do tempo ou ao caráter transitório dos momentos mais belos. Este pequeno detalhe floral enriquece a leitura da obra e adiciona uma nota de sensibilidade e romantismo que transforma a natureza-morta em algo mais do que uma simples representação de objetos.
No conjunto, este quadro é uma elegante celebração da harmonia entre forma, cor e luz. A cuidadosa disposição de garrafas, recipientes, cristais e elementos decorativos cria uma composição equilibrada que transmite serenidade, refinamento e beleza. A riqueza cromática, a profundidade dos tecidos e a delicada presença da rosa convertem a cena numa imagem repleta de encanto e sofisticação. A obra convida a contemplar a beleza escondida nos objetos cotidianos, demonstrando como a luz, a cor e a composição podem transformar elementos simples nos protagonistas de uma cena profundamente evocadora e atemporal.
