Joan Canós (1928) - El rincón de la torre






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Joan Canós, que representa uma escadaria monumental rodeada de vegetação que conduz a um conjunto histórico mediterrâneo presidido por uma torre, em uma cena luminosa repleta de serenidade e memória. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da obra: 46x60x2 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A obra será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será feito por Correos ou GLS com rastreamento. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro representa uma vista urbana luminosa de caráter mediterrâneo, presidida por uma ampla escadaria que conduz a um conjunto de edifícios históricos rodeados de abundante vegetação. A cena transmite a calma de uma localidade antiga em um dia claro, quando a claridade do céu realça os tons quentes das fachadas e as sombras agregam profundidade ao espaço. A composição convida o espectador a percorrer visualmente os degraus e adentrar este canto cheio de história, serenidade e encanto.
A grande escadaria ocupa uma parte fundamental do primeiro plano e atua como eixo principal da composição. Seus degraus sobem desde a zona inferior até uma pequena praça elevada, estabelecendo um trajeto direto para o coração da cena. A alternância entre faixas iluminadas e zonas de sombra cria um ritmo visual muito atraente, acentua a profundidade e transmite a sensação de realmente estar diante deste acesso monumental.
O ponto de vista baixo intensifica a importância da escadaria e faz com que o conjunto arquitetônico pareça surgir progressivamente à medida que se ascende. Essa perspectiva transforma o espectador em um visitante que acabou de chegar ao local e se dispõe a descobri-lo. Os degraus não funcionam apenas como um elemento físico, mas também como um convite simbólico para avançar rumo à história, à contemplação e ao silêncio dos edifícios situados no alto.
No centro aparece uma construção de linhas simples e fachada clara, cuja sobriedade contrasta com a riqueza da vegetação circundante. Suas janelas escuras, o pequeno acesso lateral e os diferentes planos de seus muros revelam uma arquitetura marcada pela passagem do tempo. Os tons bege, pedra e cinza trazem autenticidade e serenidade, enquanto a luz solar suaviza a austeridade do edifício e lhe confere uma presença acolhedora.
Atrás desta construção ergue-se um edifício de maior monumentalidade, reconhecível pelos seus volumes robustos e janelas altas. Embora parte de sua estrutura fique ocultada, sua presença domina discretamente o plano de fundo e sugere um importante patrimônio religioso ou histórico. As formas geométricas deste edifício introduzem solidez e verticalidade, enriquecendo o perfil urbano sem tirar protagonismo ao acesso principal.
A torre situada à direita constitui um dos elementos mais destacados da imagem. Seu corpo alto e suas aberturas arqueadas sobressaem acima das copas das árvores, recortando-se claramente sobre o céu azul. A torre atua como um ponto de referência visual e transmite uma forte sensação de permanência. Sua posição elevada evoca o passar dos séculos e a continuidade da vida ao redor deste antigo conjunto arquitetônico.
A vegetação desempenha um papel essencial no equilíbrio da cena. Na zona esquerda, uma pequena árvore de ramos abertos e folhas alongadas fica diante da fachada e oferece uma forma orgânica frente às linhas retas da arquitetura. Os cerca viva e arbustos que a rodeiam enchem o primeiro plano de verdes intensos, criando uma base fresca e natural que contrasta com as tonalidades minerais dos edifícios.
No lado direito, várias palmeiras e plantas de aspecto exuberante acompanham a ascensão da escadaria. Suas folhas pontiagudas projetam-se em diferentes direções e conferem dinamismo ao conjunto. Esta abundância vegetal reforça o caráter mediterrâneo do lugar e sugere um clima quente e luminoso. A combinação de patrimônio histórico e jardins cuidados transforma o canto em um espaço especialmente agradável e cheio de identidade.
Na zona superior das escadas aparecem duas pequenas figuras humanas junto a uma entrada. Sua presença discreta fornece escala à arquitetura e torna visível a amplitude do espaço. Parecem ter parado por alguns instantes para conversar ou contemplar o entorno, introduzindo uma breve história dentro da paisagem urbana. Sem alterar a quietude geral, essas figuras trazem vida e lembram que o lugar continua habitado e percorrido.
O céu, de um azul limpo e luminoso, ocupa a parte superior da composição e amplia a sensação de espaço. Algumas nuvens brancas e violetas se estendem suavemente atrás da torre e do edifício principal, proporcionando profundidade e evitando que o fundo seja uniforme. A luz clara permite distinguir as diferentes construções e gera uma atmosfera tranquila, própria de uma manhã ou tarde serena.
A composição articula-se mediante um atraente contraste entre as linhas horizontais dos degraus e a verticalidade da torre, das palmeiras e das árvores. Enquanto a escadaria guia o olhar para o interior, os elementos verticais elevam-no ao céu. Essa combinação oferece equilíbrio e ordem, fazendo com que cada parte da cena contribua para uma visão conjunta harmoniosa e monumental.
Os tons verdes, azuis, ocre e terrosos relacionam-se com grande naturalidade. Os edifícios apresentam cores suaves que refletem a luz quente, enquanto a vegetação incorpora uma ampla variedade de verdes, desde os mais luminosos até outros mais profundos. As sombras azulado e acinzentadas da escadaria intensificam a perspectiva e transmitem o frescor das zonas protegidas do sol.
Além da descrição arquitetônica, a obra comunica uma agradável sensação de descoberta. O espectador pode imaginar o som dos passos sobre a pedra, a brisa movendo as folhas das palmeiras e a quietude da praça situada ao final do percurso. O lugar parece conservar innumeráveis lembranças e oferece uma imagem na qual o presente convive silenciosamente com o passado.
A cena celebra a beleza daqueles cantos históricos que compõem a identidade de uma cidade. A arquitetura não aparece isolada, mas integrada num entorno vivo, acompanhado por jardins, caminhos e figuras humanas. Esta relação entre pedra, natureza e vida cotidiana confere à composição um caráter próximo, evitando que a monumentalidade pareça fria ou distante.
No conjunto, a obra oferece uma visão serena e luminosa de um conjunto histórico mediterrâneo ao que se acede através de uma grande escadaria rodeada de vegetação. A torre, os edifícios antigos, as palmeiras e as pequenas figuras humanas integram-se numa composição equilibrada que transmite história, calma e beleza. É uma imagem capaz de despertar o desejo de percorrer o lugar e de acrescentar a qualquer espaço uma elegante atmosfera de viagem, cultura e contemplação.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Joan Canós, que representa uma escadaria monumental rodeada de vegetação que conduz a um conjunto histórico mediterrâneo presidido por uma torre, em uma cena luminosa repleta de serenidade e memória. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da obra: 46x60x2 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A obra será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será feito por Correos ou GLS com rastreamento. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro representa uma vista urbana luminosa de caráter mediterrâneo, presidida por uma ampla escadaria que conduz a um conjunto de edifícios históricos rodeados de abundante vegetação. A cena transmite a calma de uma localidade antiga em um dia claro, quando a claridade do céu realça os tons quentes das fachadas e as sombras agregam profundidade ao espaço. A composição convida o espectador a percorrer visualmente os degraus e adentrar este canto cheio de história, serenidade e encanto.
A grande escadaria ocupa uma parte fundamental do primeiro plano e atua como eixo principal da composição. Seus degraus sobem desde a zona inferior até uma pequena praça elevada, estabelecendo um trajeto direto para o coração da cena. A alternância entre faixas iluminadas e zonas de sombra cria um ritmo visual muito atraente, acentua a profundidade e transmite a sensação de realmente estar diante deste acesso monumental.
O ponto de vista baixo intensifica a importância da escadaria e faz com que o conjunto arquitetônico pareça surgir progressivamente à medida que se ascende. Essa perspectiva transforma o espectador em um visitante que acabou de chegar ao local e se dispõe a descobri-lo. Os degraus não funcionam apenas como um elemento físico, mas também como um convite simbólico para avançar rumo à história, à contemplação e ao silêncio dos edifícios situados no alto.
No centro aparece uma construção de linhas simples e fachada clara, cuja sobriedade contrasta com a riqueza da vegetação circundante. Suas janelas escuras, o pequeno acesso lateral e os diferentes planos de seus muros revelam uma arquitetura marcada pela passagem do tempo. Os tons bege, pedra e cinza trazem autenticidade e serenidade, enquanto a luz solar suaviza a austeridade do edifício e lhe confere uma presença acolhedora.
Atrás desta construção ergue-se um edifício de maior monumentalidade, reconhecível pelos seus volumes robustos e janelas altas. Embora parte de sua estrutura fique ocultada, sua presença domina discretamente o plano de fundo e sugere um importante patrimônio religioso ou histórico. As formas geométricas deste edifício introduzem solidez e verticalidade, enriquecendo o perfil urbano sem tirar protagonismo ao acesso principal.
A torre situada à direita constitui um dos elementos mais destacados da imagem. Seu corpo alto e suas aberturas arqueadas sobressaem acima das copas das árvores, recortando-se claramente sobre o céu azul. A torre atua como um ponto de referência visual e transmite uma forte sensação de permanência. Sua posição elevada evoca o passar dos séculos e a continuidade da vida ao redor deste antigo conjunto arquitetônico.
A vegetação desempenha um papel essencial no equilíbrio da cena. Na zona esquerda, uma pequena árvore de ramos abertos e folhas alongadas fica diante da fachada e oferece uma forma orgânica frente às linhas retas da arquitetura. Os cerca viva e arbustos que a rodeiam enchem o primeiro plano de verdes intensos, criando uma base fresca e natural que contrasta com as tonalidades minerais dos edifícios.
No lado direito, várias palmeiras e plantas de aspecto exuberante acompanham a ascensão da escadaria. Suas folhas pontiagudas projetam-se em diferentes direções e conferem dinamismo ao conjunto. Esta abundância vegetal reforça o caráter mediterrâneo do lugar e sugere um clima quente e luminoso. A combinação de patrimônio histórico e jardins cuidados transforma o canto em um espaço especialmente agradável e cheio de identidade.
Na zona superior das escadas aparecem duas pequenas figuras humanas junto a uma entrada. Sua presença discreta fornece escala à arquitetura e torna visível a amplitude do espaço. Parecem ter parado por alguns instantes para conversar ou contemplar o entorno, introduzindo uma breve história dentro da paisagem urbana. Sem alterar a quietude geral, essas figuras trazem vida e lembram que o lugar continua habitado e percorrido.
O céu, de um azul limpo e luminoso, ocupa a parte superior da composição e amplia a sensação de espaço. Algumas nuvens brancas e violetas se estendem suavemente atrás da torre e do edifício principal, proporcionando profundidade e evitando que o fundo seja uniforme. A luz clara permite distinguir as diferentes construções e gera uma atmosfera tranquila, própria de uma manhã ou tarde serena.
A composição articula-se mediante um atraente contraste entre as linhas horizontais dos degraus e a verticalidade da torre, das palmeiras e das árvores. Enquanto a escadaria guia o olhar para o interior, os elementos verticais elevam-no ao céu. Essa combinação oferece equilíbrio e ordem, fazendo com que cada parte da cena contribua para uma visão conjunta harmoniosa e monumental.
Os tons verdes, azuis, ocre e terrosos relacionam-se com grande naturalidade. Os edifícios apresentam cores suaves que refletem a luz quente, enquanto a vegetação incorpora uma ampla variedade de verdes, desde os mais luminosos até outros mais profundos. As sombras azulado e acinzentadas da escadaria intensificam a perspectiva e transmitem o frescor das zonas protegidas do sol.
Além da descrição arquitetônica, a obra comunica uma agradável sensação de descoberta. O espectador pode imaginar o som dos passos sobre a pedra, a brisa movendo as folhas das palmeiras e a quietude da praça situada ao final do percurso. O lugar parece conservar innumeráveis lembranças e oferece uma imagem na qual o presente convive silenciosamente com o passado.
A cena celebra a beleza daqueles cantos históricos que compõem a identidade de uma cidade. A arquitetura não aparece isolada, mas integrada num entorno vivo, acompanhado por jardins, caminhos e figuras humanas. Esta relação entre pedra, natureza e vida cotidiana confere à composição um caráter próximo, evitando que a monumentalidade pareça fria ou distante.
No conjunto, a obra oferece uma visão serena e luminosa de um conjunto histórico mediterrâneo ao que se acede através de uma grande escadaria rodeada de vegetação. A torre, os edifícios antigos, as palmeiras e as pequenas figuras humanas integram-se numa composição equilibrada que transmite história, calma e beleza. É uma imagem capaz de despertar o desejo de percorrer o lugar e de acrescentar a qualquer espaço uma elegante atmosfera de viagem, cultura e contemplação.
