Joan Torres de Torres (1953) - Costa mediterránea






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
€2 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 139572 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Torres de Torres, que representa uma baía serena com uma praia curvada e um pequeno vilarejo costeiro protegido pelas montanhas, em uma atmosfera de calma, silêncio e suave melancolia. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 41x58x4 cm.
· Dimensões da obra: 38x55 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra, Torres de Torres.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas pertencem integralmente à descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado pelos Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro representa uma tranquila baía costeira contemplada a partir de uma perspectiva elevada, onde uma praia de areia descreve uma suave curva até encontrar um pequeno núcleo de casas situado à beira das colinas. A composição é dominada pela amplitude da água, que ocupa grande parte da superfície e transmite uma sensação imediata de profundidade, silêncio e contemplação. A paisagem aparece envolta numa luz tênue que une o mar, a costa e as montanhas sob uma atmosfera serena e levemente misteriosa.
A praia estende-se desde a margem esquerda e avança em diagonal para o centro da cena. A sua forma curva cria um percurso natural que conduz o olhar desde o primeiro plano até às construções do fundo. Os tons ocre, bege, dourados desbotados e marrons suaves diferenciam a areia da água e acrescentam uma nota quente dentro de uma composição dominada por cores frias.
A linha onde o mar atinge a praia está marcada por uma sucessão de pequenos reflexos brancos e acinzentados. Estas faixas luminosas sugerem o movimento suave das ondas ao quebrarem na areia. O ondulamento parece calmo, sem violência, reforçando a impressão de uma baía protegida e de um dia em que a natureza permanece em repouso.
A água torna-se a grande protagonista visual da obra. Verdes profundos, azuis acinzentados, turquesas desbotados e violetas misturam-se formando uma superfície cambiante e cheia de nuances. As variações de cor evocam a profundidade do mar, o reflexo do céu e a presença de correntes que percorrem discretamente a baía.
Nas zonas mais próximas à beira aparecem reflexos claros queuanportam movimento e luminosidade. À medida que o olhar avança para o centro, a água adquire tonalidades mais escuras e densas, criando uma sensação de profundidade. À direita, alguns azuis e verdes mais claros voltam a iluminar a superfície, estabelecendo um equilíbrio delicado entre luz e sombra.
A amplitude do mar proporciona um espaço de respiração perante a riqueza de detalhes concentrada no horizonte. A ausência de embarcações e de figuras humanas intensifica a sensação de quietude, como se a cena tivesse sido capturada num momento especialmente silencioso. Essa calma transforma a baía num espaço íntimo, apartado do movimento cotidiano.
Ao fundo surge uma pequena povoação costeira formada por casas claras e telhados avermelhados. As construções agrupam-se junto à água e distribuem-se de forma irregular ao longo da costa. Os seus tons brancos e creme destacam-se sobre os verdes escuros da vegetação, oferecendo pequenos pontos de luz que animam o horizonte sem romper a serenidade geral.
A população parece integrar-se plenamente no cenário. As casas próximas à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía aparece assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso ao redor do qual toda a paisagem se organiza.
Atrás da vila ergueem-se várias colinas cobertas de vegetação. Os perfis amplos e ondulados fecham a baía e criam a impressão de um espaço protegido. Os verdes oliva, pardos, cinzentos e tons quase negros distribuem-se pelas encostas, enquanto algumas manchas claras sugerem habitações dispersas ou zonas iluminadas ao longe.
A montanha situada no centro possui uma presença especialmente destacada. A sua inclinação desce suavemente para a água e enquadra a população costeira. As zonas escuras de sua superfície contracenam com as casas claras situadas na base, reforçando a profundidade e fazendo com que o vilarejo pareça ainda menor perante a grandiosidade da paisagem.
O céu ocupa uma faixa relativamente estreita na parte superior e aparece composto por cinzentos, brancos quentes e ligeiros matizes esverdeados. A sua tonalidade apagada sugere um dia nublado, talvez nas primeiras horas da manhã ou ao final da tarde. A luz difusa evita contrastes bruscos e envolve a cena numa atmosfera uniforme, suave e melancólica.
A composição articula-se através de uma elegante sucessão de linhas curvas e horizontais. A orla guia o olhar até ao vilarejo, a superfície da água cria amplitude e as montanhas fecham o percurso à distância. Este equilíbrio entre abertura e proteção concede à cena uma estrutura harmónica e favorece uma contemplação lenta e pausada.
A paisagem desperta uma intensa sensação de nostalgia. A praia vazia, o vilarejo silencioso e a luz contida parecem conservar a lembrança de um lugar conhecido ou de um dia passado junto ao mar. Não há nenhum acontecimento concreto, mas precisamente essa ausência permite que o espectador projete as suas próprias memórias e emoções sobre a cena.
Também se percebe uma profunda ligação entre a costa e a vida quotidiana do vilarejo. As casas junto à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía aparece assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso em torno do qual toda a paisagem se organiza.
No conjunto, a obra oferece uma visão íntima e envolvente de uma baía tranquila, com a sua praia curvada, as suas águas profundas e um pequeno vilarejo resguardado entre verdes colinas. A harmonia dos tons frios, a luz difusa e a ausência de movimento criam uma atmosfera de calma, melancolia e beleza atemporal. É uma paisagem capaz de trazer serenidade e profundidade a qualquer espaço, evocando o silêncio do mar e a emoção de contemplar a costa à distância.
Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Torres de Torres, que representa uma baía serena com uma praia curvada e um pequeno vilarejo costeiro protegido pelas montanhas, em uma atmosfera de calma, silêncio e suave melancolia. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 41x58x4 cm.
· Dimensões da obra: 38x55 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra, Torres de Torres.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas pertencem integralmente à descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado pelos Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro representa uma tranquila baía costeira contemplada a partir de uma perspectiva elevada, onde uma praia de areia descreve uma suave curva até encontrar um pequeno núcleo de casas situado à beira das colinas. A composição é dominada pela amplitude da água, que ocupa grande parte da superfície e transmite uma sensação imediata de profundidade, silêncio e contemplação. A paisagem aparece envolta numa luz tênue que une o mar, a costa e as montanhas sob uma atmosfera serena e levemente misteriosa.
A praia estende-se desde a margem esquerda e avança em diagonal para o centro da cena. A sua forma curva cria um percurso natural que conduz o olhar desde o primeiro plano até às construções do fundo. Os tons ocre, bege, dourados desbotados e marrons suaves diferenciam a areia da água e acrescentam uma nota quente dentro de uma composição dominada por cores frias.
A linha onde o mar atinge a praia está marcada por uma sucessão de pequenos reflexos brancos e acinzentados. Estas faixas luminosas sugerem o movimento suave das ondas ao quebrarem na areia. O ondulamento parece calmo, sem violência, reforçando a impressão de uma baía protegida e de um dia em que a natureza permanece em repouso.
A água torna-se a grande protagonista visual da obra. Verdes profundos, azuis acinzentados, turquesas desbotados e violetas misturam-se formando uma superfície cambiante e cheia de nuances. As variações de cor evocam a profundidade do mar, o reflexo do céu e a presença de correntes que percorrem discretamente a baía.
Nas zonas mais próximas à beira aparecem reflexos claros queuanportam movimento e luminosidade. À medida que o olhar avança para o centro, a água adquire tonalidades mais escuras e densas, criando uma sensação de profundidade. À direita, alguns azuis e verdes mais claros voltam a iluminar a superfície, estabelecendo um equilíbrio delicado entre luz e sombra.
A amplitude do mar proporciona um espaço de respiração perante a riqueza de detalhes concentrada no horizonte. A ausência de embarcações e de figuras humanas intensifica a sensação de quietude, como se a cena tivesse sido capturada num momento especialmente silencioso. Essa calma transforma a baía num espaço íntimo, apartado do movimento cotidiano.
Ao fundo surge uma pequena povoação costeira formada por casas claras e telhados avermelhados. As construções agrupam-se junto à água e distribuem-se de forma irregular ao longo da costa. Os seus tons brancos e creme destacam-se sobre os verdes escuros da vegetação, oferecendo pequenos pontos de luz que animam o horizonte sem romper a serenidade geral.
A população parece integrar-se plenamente no cenário. As casas próximas à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía aparece assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso ao redor do qual toda a paisagem se organiza.
Atrás da vila ergueem-se várias colinas cobertas de vegetação. Os perfis amplos e ondulados fecham a baía e criam a impressão de um espaço protegido. Os verdes oliva, pardos, cinzentos e tons quase negros distribuem-se pelas encostas, enquanto algumas manchas claras sugerem habitações dispersas ou zonas iluminadas ao longe.
A montanha situada no centro possui uma presença especialmente destacada. A sua inclinação desce suavemente para a água e enquadra a população costeira. As zonas escuras de sua superfície contracenam com as casas claras situadas na base, reforçando a profundidade e fazendo com que o vilarejo pareça ainda menor perante a grandiosidade da paisagem.
O céu ocupa uma faixa relativamente estreita na parte superior e aparece composto por cinzentos, brancos quentes e ligeiros matizes esverdeados. A sua tonalidade apagada sugere um dia nublado, talvez nas primeiras horas da manhã ou ao final da tarde. A luz difusa evita contrastes bruscos e envolve a cena numa atmosfera uniforme, suave e melancólica.
A composição articula-se através de uma elegante sucessão de linhas curvas e horizontais. A orla guia o olhar até ao vilarejo, a superfície da água cria amplitude e as montanhas fecham o percurso à distância. Este equilíbrio entre abertura e proteção concede à cena uma estrutura harmónica e favorece uma contemplação lenta e pausada.
A paisagem desperta uma intensa sensação de nostalgia. A praia vazia, o vilarejo silencioso e a luz contida parecem conservar a lembrança de um lugar conhecido ou de um dia passado junto ao mar. Não há nenhum acontecimento concreto, mas precisamente essa ausência permite que o espectador projete as suas próprias memórias e emoções sobre a cena.
Também se percebe uma profunda ligação entre a costa e a vida quotidiana do vilarejo. As casas junto à água sugerem uma comunidade historicamente ligada ao mar, às suas mudanças e aos seus ritmos. A baía aparece assim não apenas como um elemento natural, mas como o centro silencioso em torno do qual toda a paisagem se organiza.
No conjunto, a obra oferece uma visão íntima e envolvente de uma baía tranquila, com a sua praia curvada, as suas águas profundas e um pequeno vilarejo resguardado entre verdes colinas. A harmonia dos tons frios, a luz difusa e a ausência de movimento criam uma atmosfera de calma, melancolia e beleza atemporal. É uma paisagem capaz de trazer serenidade e profundidade a qualquer espaço, evocando o silêncio do mar e a emoção de contemplar a costa à distância.
