Viçens Alsina (1955) - El brindis del verano

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Giulia Couzzi
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Selecionado por Giulia Couzzi

Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Viçens Alsina, que representa um chapéu de palha ao lado de uma garrafa e uma taça, evocando uma pausa veranil, a expectativa de um brinde e o prazer sereno de uma celebração íntima. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

• Dimensões com moldura: 45,5x51,5x2 cm.
• Dimensões sem moldura: 35x41 cm.
• Carboncilo assinado à mão pelo artista na parte de trás da obra.
• A peça encontra-se em bom estado de conservação.
• A obra é vendida com belíssimo moldura com vidro (incluído na subasta como presente).

A obra provém de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envíos disponíveis a nível internacional.

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Este quadro apresenta uma delicada natureza-morta protagonizada por três elementos intimamente ligados ao descanso e à celebração: um chapéu de palha, uma garrafa elegante e uma taça alta e estilizada. A cena desenrola-se sobre um fundo claro e desimpedido que confere protagonismo total aos objetos, permitindo observar com atenção as suas formas, volumes e diferentes superfícies. A ausência de elementos secundários cria uma composição serena e equilibrada, capaz de evocar um instante de prazer simples, uma pausa luminosa ou o começo de uma jornada especial.

O chapéu ocupa a zona inferior esquerda e constitui o elemento mais próximo do observador. A taça arredondada e a aba larga estendem-se horizontalmente sobre a superfície, proporcionando estabilidade à composição. A forma ligeiramente irregular de seus contornos evita qualquer sensação de rigidez e lhe confere uma aparência natural, como se tivesse sido depositado ali de modo espontâneo após um passeio ou antes de sair ao exterior.

A superfície do chapéu aparece coberta por uma grande quantidade de pequenos detalhes que sugerem a trama da palha. Esta riqueza visual permite imaginar o seu toque seco, leve e flexível, estabelecendo um interessante contraste com a aparência lisa e transparente da taça e com a solidez da garrafa. A sua presença acrescenta calor e uma evocação marcada de veraneio, relacionada ao sol, ao ar livre e aos dias vividos sem pressa.

Uma faixa fina rodeia a base da taça do chapéu e acentua a sua forma arredondada. Este detalhe introduz uma linha escura que percorre horizontalmente o objeto e ajuda a distinguir as suas diferentes partes. O chapéu parece simples e elegante ao mesmo tempo, associado a uma maneira tranquila de desfrutar do tempo, de viajar ou de contemplar a paisagem sob a proteção de sua ampla aba.

No centro da cena ergue-se uma taça estreita e elevada, situada ligeiramente à frente da garrafa. Seu contorno limpo e vertical atua como elemento de transição entre a amplitude horizontal do chapéu e a altura dominante da garrafa. A delicadeza de seu pé e a transparência sugerida em seu corpo conferem leveza, evitando que o conjunto fique excessivamente compacto.

O interior da taça aparece insinuado através de suaves variações de clareza. Embora sua presença seja discreta, desempenha um papel essencial no significado da obra, pois introduz a ideia de um brinde próximo ou recentemente celebrado. Sua posição, preparada junto à garrafa, parece anunciar um momento de encontro, uma conversa agradável ou uma celebração íntima ainda por começar.

À direita encontra-se a garrafa, o elemento de maior altura e peso visual da composição. Seu corpo mais largo afina gradualmente até formar um pescoço longo e elegante que se eleva até o topo. Esta silhueta confere verticalidade marcante e equilibra a extensão do chapéu, criando uma relação harmoniosa entre as formas arredondadas, linhas retas e suaves curvas presentes na cena.

A garrafa destaca-se também pelas diferentes zonas de luz e sombra. Os lados mais escuros definem o seu volume, enquanto uma faixa clara percorre parte de sua superfície e sugere o reflexo da iluminação ambiental. Esses contrastes permitem perceber a forma do recipiente e lhe conferem uma presença sólida, embora visualmente refinada, dentro do conjunto.

Ao redor do pescoço surge uma faixa escura com um medalhão central que relembra um selo ornamental. Este pequeno detalhe dirige o olhar para a parte superior e reforça a elegância do objeto. Abaixo, a etiqueta principal é formada por várias áreas de distinta intensidade, criando uma organização visual que enriquece a garrafa sem competir com a simplicidade geral da composição.

A relação entre os três objetos está cuidadosamente equilibrada. O chapéu introduz uma grande forma horizontal e arredondada; a taça ocupa o espaço intermediário com sua silhueta fina e luminosa; e a garrafa encerra a cena com uma presença vertical, firme e dominante. Esta distribuição conduz o olhar da esquerda para a direita e da parte inferior para a superior, gerando um passeio pausado e natural.

O fundo amplo e quase vazio desempenha uma função essencial. Sua claridade envolve os objetos numa atmosfera silenciosa e permite que cada contorno seja percebido com nitidez. Ao não oferecer referências espaciais concretas, a cena adquire um caráter atemporal: poderia correspondentes a uma mesa numa varanda, ao interior de uma casa de campo, a um quarto preparado para uma celebração ou aos instantes anteriores a uma escapada.

A iluminação parece chegar suavemente de um lado e modela os objetos sem produzir contrastes excessivamente bruscos. Abaixo do chapéu e ao redor da base da garrafa aparecem sombras delicadas que os assentam sobre a superfície. Esses matizes geram profundidade e transmitem uma sensação de calma, como se o tempo tivesse se detido por alguns segundos para preservar a intimidade da cena.

A escolha de uma paleta contida reforça o caráter elegante e nostálgico da obra. Os cinzas claros, os brancos e as zonas mais escuras distribuem-se de maneira equilibrada, fazendo com que a atenção recaia sobre as texturas, os volumes e as relações entre os objetos. Essa sobriedade confere ao conjunto uma beleza serena, afastada de qualquer excesso e centrada na força evocadora do cotidiano.

Os elementos representados permitem construir uma pequena história. O chapéu pode sugerir um dia ensolarado, um jardim, uma excursão ou um passeio à beira-mar, enquanto a garrafa e a taça remetem a um brinde, a um aniversário ou a um encontro especial. Juntos evocam uma celebração tranquila na qual o luxo não surge como ostentação, mas como a possibilidade de desfrutar de um instante agradável e conservá-lo na memória.

Também pode perceber-se uma certa ausência humana. Não aparece nenhuma figura, mas os objetos revelam que alguém esteve ali ou está prestes a chegar. O chapéu parece recém-deixado sobre a mesa e a taça espera ser utilizada, tornando-se sinais discretos de uma presença invisível. Essa ausência desperta a imaginação e permite que o espectador complete a cena livremente.

O chapéu funciona como símbolo de liberdade, viagem e descanso, enquanto a garrafa e a taça representam celebração, encontro e prazer. A união desses significados transforma a natureza-morta numa evocação dos pequenos prazeres da vida: uma tarde luminosa, uma conversa íntima, uma pausa durante as férias ou um brinde compartilhado longe das obrigações cotidianas.

A composição possui também uma oposição atraente entre o rústico e o refinado. A textura orgânica e artesanal do chapéu contrasta com as formas polidas da taça e da garrafa. Contudo, ambas as dimensões convivem naturalmente, sugerindo uma elegância simples na qual o encanto dos materiais cotidianos se une ao caráter especial de uma celebração.

A cena transmite silêncio, mas não solidão. Tudo parece preparado para receber alguém, abrir a garrafa e encher a taça. Este sentido de espera introduz uma suave tensão narrativa e faz com que os objetos não sejam percebidos apenas pela aparência, mas também pelo que anunciam. O momento representado parece situar-se pouco antes de uma experiência agradável, quando a expectativa ainda faz parte do prazer.

Para além da leitura literal, a obra pode ser interpretada como um convite a parar e valorizar os momentos simples. O chapéu lembra a importância de sair, respirar e descobrir novos lugares; a taça e a garrafa celebram o encontro e a alegria compartilhada. A simplicidade do conjunto transforma estes objetos habituais em símbolos de uma vida aproveitada com calma, sensibilidade e atenção.

No conjunto, a obra oferece uma natureza-morta elegante, equilibrada e profundamente evocadora, formada por um chapéu de palha, uma taça estilizada e uma garrafa preparada para a celebração. A combinação de formas horizontais e verticais, a delicadeza das sombras e o amplo fundo luminoso criam uma atmosfera de serenidade e expectativa. É uma cena que convida a imaginar um dia ensolarado, um brinde íntimo ou o começo de umas férias, transmitindo descanso, liberdade e o prazer de desfrutar dos momentos especiais com simplicidade.

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Viçens Alsina, que representa um chapéu de palha ao lado de uma garrafa e uma taça, evocando uma pausa veranil, a expectativa de um brinde e o prazer sereno de uma celebração íntima. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

• Dimensões com moldura: 45,5x51,5x2 cm.
• Dimensões sem moldura: 35x41 cm.
• Carboncilo assinado à mão pelo artista na parte de trás da obra.
• A peça encontra-se em bom estado de conservação.
• A obra é vendida com belíssimo moldura com vidro (incluído na subasta como presente).

A obra provém de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envíos disponíveis a nível internacional.

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Este quadro apresenta uma delicada natureza-morta protagonizada por três elementos intimamente ligados ao descanso e à celebração: um chapéu de palha, uma garrafa elegante e uma taça alta e estilizada. A cena desenrola-se sobre um fundo claro e desimpedido que confere protagonismo total aos objetos, permitindo observar com atenção as suas formas, volumes e diferentes superfícies. A ausência de elementos secundários cria uma composição serena e equilibrada, capaz de evocar um instante de prazer simples, uma pausa luminosa ou o começo de uma jornada especial.

O chapéu ocupa a zona inferior esquerda e constitui o elemento mais próximo do observador. A taça arredondada e a aba larga estendem-se horizontalmente sobre a superfície, proporcionando estabilidade à composição. A forma ligeiramente irregular de seus contornos evita qualquer sensação de rigidez e lhe confere uma aparência natural, como se tivesse sido depositado ali de modo espontâneo após um passeio ou antes de sair ao exterior.

A superfície do chapéu aparece coberta por uma grande quantidade de pequenos detalhes que sugerem a trama da palha. Esta riqueza visual permite imaginar o seu toque seco, leve e flexível, estabelecendo um interessante contraste com a aparência lisa e transparente da taça e com a solidez da garrafa. A sua presença acrescenta calor e uma evocação marcada de veraneio, relacionada ao sol, ao ar livre e aos dias vividos sem pressa.

Uma faixa fina rodeia a base da taça do chapéu e acentua a sua forma arredondada. Este detalhe introduz uma linha escura que percorre horizontalmente o objeto e ajuda a distinguir as suas diferentes partes. O chapéu parece simples e elegante ao mesmo tempo, associado a uma maneira tranquila de desfrutar do tempo, de viajar ou de contemplar a paisagem sob a proteção de sua ampla aba.

No centro da cena ergue-se uma taça estreita e elevada, situada ligeiramente à frente da garrafa. Seu contorno limpo e vertical atua como elemento de transição entre a amplitude horizontal do chapéu e a altura dominante da garrafa. A delicadeza de seu pé e a transparência sugerida em seu corpo conferem leveza, evitando que o conjunto fique excessivamente compacto.

O interior da taça aparece insinuado através de suaves variações de clareza. Embora sua presença seja discreta, desempenha um papel essencial no significado da obra, pois introduz a ideia de um brinde próximo ou recentemente celebrado. Sua posição, preparada junto à garrafa, parece anunciar um momento de encontro, uma conversa agradável ou uma celebração íntima ainda por começar.

À direita encontra-se a garrafa, o elemento de maior altura e peso visual da composição. Seu corpo mais largo afina gradualmente até formar um pescoço longo e elegante que se eleva até o topo. Esta silhueta confere verticalidade marcante e equilibra a extensão do chapéu, criando uma relação harmoniosa entre as formas arredondadas, linhas retas e suaves curvas presentes na cena.

A garrafa destaca-se também pelas diferentes zonas de luz e sombra. Os lados mais escuros definem o seu volume, enquanto uma faixa clara percorre parte de sua superfície e sugere o reflexo da iluminação ambiental. Esses contrastes permitem perceber a forma do recipiente e lhe conferem uma presença sólida, embora visualmente refinada, dentro do conjunto.

Ao redor do pescoço surge uma faixa escura com um medalhão central que relembra um selo ornamental. Este pequeno detalhe dirige o olhar para a parte superior e reforça a elegância do objeto. Abaixo, a etiqueta principal é formada por várias áreas de distinta intensidade, criando uma organização visual que enriquece a garrafa sem competir com a simplicidade geral da composição.

A relação entre os três objetos está cuidadosamente equilibrada. O chapéu introduz uma grande forma horizontal e arredondada; a taça ocupa o espaço intermediário com sua silhueta fina e luminosa; e a garrafa encerra a cena com uma presença vertical, firme e dominante. Esta distribuição conduz o olhar da esquerda para a direita e da parte inferior para a superior, gerando um passeio pausado e natural.

O fundo amplo e quase vazio desempenha uma função essencial. Sua claridade envolve os objetos numa atmosfera silenciosa e permite que cada contorno seja percebido com nitidez. Ao não oferecer referências espaciais concretas, a cena adquire um caráter atemporal: poderia correspondentes a uma mesa numa varanda, ao interior de uma casa de campo, a um quarto preparado para uma celebração ou aos instantes anteriores a uma escapada.

A iluminação parece chegar suavemente de um lado e modela os objetos sem produzir contrastes excessivamente bruscos. Abaixo do chapéu e ao redor da base da garrafa aparecem sombras delicadas que os assentam sobre a superfície. Esses matizes geram profundidade e transmitem uma sensação de calma, como se o tempo tivesse se detido por alguns segundos para preservar a intimidade da cena.

A escolha de uma paleta contida reforça o caráter elegante e nostálgico da obra. Os cinzas claros, os brancos e as zonas mais escuras distribuem-se de maneira equilibrada, fazendo com que a atenção recaia sobre as texturas, os volumes e as relações entre os objetos. Essa sobriedade confere ao conjunto uma beleza serena, afastada de qualquer excesso e centrada na força evocadora do cotidiano.

Os elementos representados permitem construir uma pequena história. O chapéu pode sugerir um dia ensolarado, um jardim, uma excursão ou um passeio à beira-mar, enquanto a garrafa e a taça remetem a um brinde, a um aniversário ou a um encontro especial. Juntos evocam uma celebração tranquila na qual o luxo não surge como ostentação, mas como a possibilidade de desfrutar de um instante agradável e conservá-lo na memória.

Também pode perceber-se uma certa ausência humana. Não aparece nenhuma figura, mas os objetos revelam que alguém esteve ali ou está prestes a chegar. O chapéu parece recém-deixado sobre a mesa e a taça espera ser utilizada, tornando-se sinais discretos de uma presença invisível. Essa ausência desperta a imaginação e permite que o espectador complete a cena livremente.

O chapéu funciona como símbolo de liberdade, viagem e descanso, enquanto a garrafa e a taça representam celebração, encontro e prazer. A união desses significados transforma a natureza-morta numa evocação dos pequenos prazeres da vida: uma tarde luminosa, uma conversa íntima, uma pausa durante as férias ou um brinde compartilhado longe das obrigações cotidianas.

A composição possui também uma oposição atraente entre o rústico e o refinado. A textura orgânica e artesanal do chapéu contrasta com as formas polidas da taça e da garrafa. Contudo, ambas as dimensões convivem naturalmente, sugerindo uma elegância simples na qual o encanto dos materiais cotidianos se une ao caráter especial de uma celebração.

A cena transmite silêncio, mas não solidão. Tudo parece preparado para receber alguém, abrir a garrafa e encher a taça. Este sentido de espera introduz uma suave tensão narrativa e faz com que os objetos não sejam percebidos apenas pela aparência, mas também pelo que anunciam. O momento representado parece situar-se pouco antes de uma experiência agradável, quando a expectativa ainda faz parte do prazer.

Para além da leitura literal, a obra pode ser interpretada como um convite a parar e valorizar os momentos simples. O chapéu lembra a importância de sair, respirar e descobrir novos lugares; a taça e a garrafa celebram o encontro e a alegria compartilhada. A simplicidade do conjunto transforma estes objetos habituais em símbolos de uma vida aproveitada com calma, sensibilidade e atenção.

No conjunto, a obra oferece uma natureza-morta elegante, equilibrada e profundamente evocadora, formada por um chapéu de palha, uma taça estilizada e uma garrafa preparada para a celebração. A combinação de formas horizontais e verticais, a delicadeza das sombras e o amplo fundo luminoso criam uma atmosfera de serenidade e expectativa. É uma cena que convida a imaginar um dia ensolarado, um brinde íntimo ou o começo de umas férias, transmitindo descanso, liberdade e o prazer de desfrutar dos momentos especiais com simplicidade.

Dados

Artista
Viçens Alsina (1955)
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Título da obra de arte
El brindis del verano
Técnica
Carvão
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Espanha
Estado
Bom estado
Altura
45,5 cm
Largura
51,5 cm
Estilo
Pós-impressionista
Período
1990-2000
Vendido por
EspanhaVerificado
1945
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