Juan Carlos Rayas - Cípariso





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Escultura em mármore de Juan Carlos Rayas intitulada Cípariso (Arbor Mundi III), peça única da Espanha (2026) em mármore branco Macael, 48 cm de altura, 14,5 cm de largura, 7 cm de profundidade, peso 2243 g, assinatura manual, em excelente estado, vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Juan Carlos Rayas (Alicante 1976, Espanha) é escultor e licenciado em Belas-Artes pela Faculdade de San Carlos de Valência, com formação na Escola de Arte e Design de Praga. Sua obra tem sido selecionada e premiada em certames nacionais e internacionais e faz parte de coleções públicas e privadas. Atualmente está representado por: Claroa Gallery.
Instagram: @artearayas
CÍPARISO · Arbor Mundi III
Arbor Mundi; é uma série escultórica que explora a relação entre o ser humano e o mundo vegetal através de mitos e tradições de distintas culturas. Cada peça parte de uma árvore e das histórias associadas a ela para abordar a transformação, a memória e nossa continuidade com a natureza.
Nas Metamorfoses de Ovídio, Cípariso, devastado após ter causado acidentalmente a morte de um cervo que amava, pede poder guardar seu luto para sempre. Seu corpo transforma-se então em cipreste.
Cupressus sempervirens: «sempre verde».
Nesta obra, o corpo ascende até adotar a estrutura vertical do cipreste. A metamorfose transforma o luto em matéria e a memória em uma forma de permanência.
Juan Carlos Rayas (Alicante 1976, Espanha) é escultor e licenciado em Belas-Artes pela Faculdade de San Carlos de Valência, com formação na Escola de Arte e Design de Praga. Sua obra tem sido selecionada e premiada em certames nacionais e internacionais e faz parte de coleções públicas e privadas. Atualmente está representado por: Claroa Gallery.
Instagram: @artearayas
CÍPARISO · Arbor Mundi III
Arbor Mundi; é uma série escultórica que explora a relação entre o ser humano e o mundo vegetal através de mitos e tradições de distintas culturas. Cada peça parte de uma árvore e das histórias associadas a ela para abordar a transformação, a memória e nossa continuidade com a natureza.
Nas Metamorfoses de Ovídio, Cípariso, devastado após ter causado acidentalmente a morte de um cervo que amava, pede poder guardar seu luto para sempre. Seu corpo transforma-se então em cipreste.
Cupressus sempervirens: «sempre verde».
Nesta obra, o corpo ascende até adotar a estrutura vertical do cipreste. A metamorfose transforma o luto em matéria e a memória em uma forma de permanência.

