2015 Quinta do Fojo, Vinha do Fojo - Douro DOC - 1 Garrafa (0,75 L)





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Quinta do Fojo, Vinha do Fojo 2015 Douro DOC tinto, na garrafa de 0,75 L, 1 garrafa.
Descrição fornecida pelo vendedor
2015 Quinta do Fojo Vinha do Fojo Red 1 x 0,75 L
1 Garrafa
Região do Douro
ENÓLOGO: Margarida Serôdio Borges.
VARIEDADES DO VINHO: Exclusivamente da vinha velha da propriedade, 7 hectares com variedades mistas, onde a variedade mais plantada é a Tinta Roriz..
VINIFICAÇÃO
Vinificado em prensas de vinho com pisa a pé.
Envelhecido em barris de carvalho francês por 23 meses, 60% novos e os restantes 40% do terceiro ano.
NOTAS DE PROVA
O nariz revela frutos maduros combinados com suaves notas de couro, madeira e até um toque de vegetais e especiarias. O paladar é equilibrado, levemente evoluído, com estrutura e volume médios. Apresenta um sabor frutado, muito spicy e terroso, com alguma integração de carvalho. O final é de média duração e persistente.
HARMONIZAÇÃO
Acompanha carnes vermelhas, bacalhau, queijos e caça. Guardar em local fresco e seco, protegido da luz e de oscilações de temperatura. Manter a garrafa na posição horizontal. Servir a uma temperatura entre 16-18°C.
HISTÓRIA
Os vinhos da Quinta do Fojo, que cresceram na cena do Douro em 1996 e cessaram a produção em 2001, estão de volta. Após uma ausência de 12 anos, Margarida Serôdio Borges, Rita Ferreira e António Taveira uniram forças para relançar uma marca que, em apenas cinco safras, se tornou um ícone do Douro.
A safrinha de 1996 foi uma das mais produtivas das últimas décadas no Douro, o que afetou negativamente a qualidade geral dos vinhos. No entanto, há pelo menos um grande vinho que nasceu e estabeleceu seu prestige durante essa safra. Na verdade, são dois: Fojo e Vinha do Fojo. Ambos originários da Quinta do Fojo, localizada no lado esquerdo do rio Pinhão, no município de Alijó.
Não há muitas propriedades assim no Douro hoje em dia. Das aproximadamente 13 hectares de propriedade, sete são vinhedos muito velhos, dispostos em anfiteatro e geridos organicamente. É um vinhedo com inúmeras falhas, que conferem um certo ar de abandono — mas é apenas a velhice. Muitas vinhas estão a morrer, e é muito difícil fazer a vegetação crescer nos vinhedos velhos. A primeira impressão não é muito animadora. No entanto, quando compreendemos os limites do vinhedo, a sua raridade e localização no terreno, e o cenário da adega e da casa principal da propriedade, construída em planaltos pequenos e estratégicos, desprovidos de vida nas proximidades, percebemos a imensa beleza e riqueza da Quinta do Fojo.
Foi esse encantamento que cativou o australiano David Baverstock, então enólogo da Quinta do Crasto (agora chefe de enologia na Herdade do Esporão), em 1996, quando visitou a quinta pela primeira vez e decidiu imediatamente aceitar o desafio da proprietária, Margarida Serôdio Borges, de fazer um grande vinho do Douro. O padrão de Margarida (irmã de Jorge Serôdio Borges, produtor do Pintas, do Douro) eram os grandes clássicos de Bordeaux, vinhos com vida própria que sempre transcendem o enólogo e até o próprio proprietário.
OBSERVAÇÃO: Este é um leilão recorrente. O(s) número(s) de lacre que você vê nas fotos pode(m) diferir do(s) da(s) sua(s) garrafa(s).
2015 Quinta do Fojo Vinha do Fojo Red 1 x 0,75 L
1 Garrafa
Região do Douro
ENÓLOGO: Margarida Serôdio Borges.
VARIEDADES DO VINHO: Exclusivamente da vinha velha da propriedade, 7 hectares com variedades mistas, onde a variedade mais plantada é a Tinta Roriz..
VINIFICAÇÃO
Vinificado em prensas de vinho com pisa a pé.
Envelhecido em barris de carvalho francês por 23 meses, 60% novos e os restantes 40% do terceiro ano.
NOTAS DE PROVA
O nariz revela frutos maduros combinados com suaves notas de couro, madeira e até um toque de vegetais e especiarias. O paladar é equilibrado, levemente evoluído, com estrutura e volume médios. Apresenta um sabor frutado, muito spicy e terroso, com alguma integração de carvalho. O final é de média duração e persistente.
HARMONIZAÇÃO
Acompanha carnes vermelhas, bacalhau, queijos e caça. Guardar em local fresco e seco, protegido da luz e de oscilações de temperatura. Manter a garrafa na posição horizontal. Servir a uma temperatura entre 16-18°C.
HISTÓRIA
Os vinhos da Quinta do Fojo, que cresceram na cena do Douro em 1996 e cessaram a produção em 2001, estão de volta. Após uma ausência de 12 anos, Margarida Serôdio Borges, Rita Ferreira e António Taveira uniram forças para relançar uma marca que, em apenas cinco safras, se tornou um ícone do Douro.
A safrinha de 1996 foi uma das mais produtivas das últimas décadas no Douro, o que afetou negativamente a qualidade geral dos vinhos. No entanto, há pelo menos um grande vinho que nasceu e estabeleceu seu prestige durante essa safra. Na verdade, são dois: Fojo e Vinha do Fojo. Ambos originários da Quinta do Fojo, localizada no lado esquerdo do rio Pinhão, no município de Alijó.
Não há muitas propriedades assim no Douro hoje em dia. Das aproximadamente 13 hectares de propriedade, sete são vinhedos muito velhos, dispostos em anfiteatro e geridos organicamente. É um vinhedo com inúmeras falhas, que conferem um certo ar de abandono — mas é apenas a velhice. Muitas vinhas estão a morrer, e é muito difícil fazer a vegetação crescer nos vinhedos velhos. A primeira impressão não é muito animadora. No entanto, quando compreendemos os limites do vinhedo, a sua raridade e localização no terreno, e o cenário da adega e da casa principal da propriedade, construída em planaltos pequenos e estratégicos, desprovidos de vida nas proximidades, percebemos a imensa beleza e riqueza da Quinta do Fojo.
Foi esse encantamento que cativou o australiano David Baverstock, então enólogo da Quinta do Crasto (agora chefe de enologia na Herdade do Esporão), em 1996, quando visitou a quinta pela primeira vez e decidiu imediatamente aceitar o desafio da proprietária, Margarida Serôdio Borges, de fazer um grande vinho do Douro. O padrão de Margarida (irmã de Jorge Serôdio Borges, produtor do Pintas, do Douro) eram os grandes clássicos de Bordeaux, vinhos com vida própria que sempre transcendem o enólogo e até o próprio proprietário.
OBSERVAÇÃO: Este é um leilão recorrente. O(s) número(s) de lacre que você vê nas fotos pode(m) diferir do(s) da(s) sua(s) garrafa(s).

