European school (XX) - The harvest table





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Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra pertencente à escola europeia, que representa uma natureza-morta composta por uma jarra tradicional e diversos frutos que simbolizam a abundância, a simplicidade e a beleza do dia a dia. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões com moldura: 64x56x5 cm.
· Dimensões sem moldura: 41x33 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista na parte inferior direita.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A pintura será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será efetuado pela Correos, GLS ou NACEX com tracking. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma delicada natureza-morta em que um conjunto de frutas e uma jarra ocupam o centro de uma composição equilibrada e serena. A cena desenvolve-se sobre uma superfície de madeira que confere uma sensação de estabilidade e simplicidade, enquanto o fundo, dominado por cálidos matizes terrosos, envolve os objetos numa atmosfera acolhedora e atemporal. A disposição dos elementos responde a uma harmonia cuidadosamente construída, onde cada objeto encontra o seu lugar dentro do conjunto sem impor-se aos demais. O resultado é uma imagem tranquila que convida à contemplação pausada e à apreciação da beleza que pode ser encontrada nos objetos quotidianos.
A jarra constitui o eixo visual principal da composição. Situada numa posição central, destaca-se pela sua presença sólida e equilibrada, tornando-se no elemento que organiza todo o espaço pictórico. A sua forma robusta e tradicional evoca utensílios usados ao longo de gerações, associados à vida doméstica e ao trabalho cotidiano. Os reflexos suaves que aparecem sobre a sua superfície conferem volume e profundidade, permitindo perceber a sua materialidade e peso. A peça transmite uma sensação de permanência e arraigo, como se representasse a continuidade de costumes e tradições vinculadas ao mundo rural.
Rodeando a jarra aparecem diversos frutos cuidadosamente distribuídos. Uvas brancas destacam-se especialmente pela sua luminosidade e pela riqueza de matizes presentes em cada cachos. Os seus tons translúcidos sugerem frescura e maturação, proporcionando um contraste atraente em relação às cores mais densas do recipiente. Junto a eles surgem outras frutas de tonalidades avermelhadas e esverdeadas que enriquecem visualmente a composição. A variedade cromática e formal destes elementos cria um diálogo agradável entre formas arredondadas e volumes orgânicos, reforçando a sensação de abundância e generosidade que caracteriza as naturezas-mortas tradicionais.
A paleta cromática da obra constrói-se principalmente a partir de tons quentes, terrosos, ocre e matizes suaves que transmitem uma sensação de calma e proximidade. Esta escolha de cores contribui para criar uma atmosfera íntima e repousada, onde a luz parece envolver suavemente cada objeto. O fundo, longe de competir com os elementos principais, atua como um cenário discreto que permite destacar as formas e volumes da composição. A mesa de madeira, com os seus veios e tonalidades naturais, acrescenta um caráter autêntico e doméstico que reforça a ligação da cena com a vida quotidiana e com a tradição dos naturezas-mortas clássicas.
No conjunto, este quadro é uma elegante celebração da simplicidade, da abundância e da beleza dos objetos cotidianos. A harmoniosa combinação entre a jarra, as frutas e o ambiente cria uma imagem equilibrada e serena que transmite estabilidade, calor e tradição. A obra convida o espectador a deter-se e apreciar os pequenos detalhes que fazem parte do dia a dia, transformando elementos comuns em protagonistas de uma cena repleta de sensibilidade e encanto. A sua atmosfera tranquila e a cuidada composição convertem este bodegão numa representação atemporal da riqueza visual que pode ser encontrada na simplicidade.
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Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra pertencente à escola europeia, que representa uma natureza-morta composta por uma jarra tradicional e diversos frutos que simbolizam a abundância, a simplicidade e a beleza do dia a dia. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões com moldura: 64x56x5 cm.
· Dimensões sem moldura: 41x33 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista na parte inferior direita.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com moldura preciosa (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativo; podem existir diferenças relativamente ao artigo real em cor, escala e detalhes.
A pintura será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o próprio transporte.
O envio será efetuado pela Correos, GLS ou NACEX com tracking. Envíos disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma delicada natureza-morta em que um conjunto de frutas e uma jarra ocupam o centro de uma composição equilibrada e serena. A cena desenvolve-se sobre uma superfície de madeira que confere uma sensação de estabilidade e simplicidade, enquanto o fundo, dominado por cálidos matizes terrosos, envolve os objetos numa atmosfera acolhedora e atemporal. A disposição dos elementos responde a uma harmonia cuidadosamente construída, onde cada objeto encontra o seu lugar dentro do conjunto sem impor-se aos demais. O resultado é uma imagem tranquila que convida à contemplação pausada e à apreciação da beleza que pode ser encontrada nos objetos quotidianos.
A jarra constitui o eixo visual principal da composição. Situada numa posição central, destaca-se pela sua presença sólida e equilibrada, tornando-se no elemento que organiza todo o espaço pictórico. A sua forma robusta e tradicional evoca utensílios usados ao longo de gerações, associados à vida doméstica e ao trabalho cotidiano. Os reflexos suaves que aparecem sobre a sua superfície conferem volume e profundidade, permitindo perceber a sua materialidade e peso. A peça transmite uma sensação de permanência e arraigo, como se representasse a continuidade de costumes e tradições vinculadas ao mundo rural.
Rodeando a jarra aparecem diversos frutos cuidadosamente distribuídos. Uvas brancas destacam-se especialmente pela sua luminosidade e pela riqueza de matizes presentes em cada cachos. Os seus tons translúcidos sugerem frescura e maturação, proporcionando um contraste atraente em relação às cores mais densas do recipiente. Junto a eles surgem outras frutas de tonalidades avermelhadas e esverdeadas que enriquecem visualmente a composição. A variedade cromática e formal destes elementos cria um diálogo agradável entre formas arredondadas e volumes orgânicos, reforçando a sensação de abundância e generosidade que caracteriza as naturezas-mortas tradicionais.
A paleta cromática da obra constrói-se principalmente a partir de tons quentes, terrosos, ocre e matizes suaves que transmitem uma sensação de calma e proximidade. Esta escolha de cores contribui para criar uma atmosfera íntima e repousada, onde a luz parece envolver suavemente cada objeto. O fundo, longe de competir com os elementos principais, atua como um cenário discreto que permite destacar as formas e volumes da composição. A mesa de madeira, com os seus veios e tonalidades naturais, acrescenta um caráter autêntico e doméstico que reforça a ligação da cena com a vida quotidiana e com a tradição dos naturezas-mortas clássicas.
No conjunto, este quadro é uma elegante celebração da simplicidade, da abundância e da beleza dos objetos cotidianos. A harmoniosa combinação entre a jarra, as frutas e o ambiente cria uma imagem equilibrada e serena que transmite estabilidade, calor e tradição. A obra convida o espectador a deter-se e apreciar os pequenos detalhes que fazem parte do dia a dia, transformando elementos comuns em protagonistas de uma cena repleta de sensibilidade e encanto. A sua atmosfera tranquila e a cuidada composição convertem este bodegão numa representação atemporal da riqueza visual que pode ser encontrada na simplicidade.

