Stefano Trapanese (1963) - Pallade e il centauro (Pallas and centaur)





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Descrição fornecida pelo vendedor
Stefano Trapanese é ARTISTA LÍDER na província de Salerno (Itália) e está firmemente na TOP10 dos MAESTRI DI PROFILO NACIONALE (fonte PitturiAmo.com)
O sujeito deste dipinto é, quanto à representação, apenas o “Pallade e il centauro” (pintura em tempera sobre tela 207×148 cm) de Sandro Botticelli, datável por volta de 1482-1483 e está conservado na Galleria degli Uffizi, em Florença. Nas fotos, uma reprodução desse quadro.
A inspiração, numa interpretação totalmente original do Mestre Trapanese, nasce, portanto, a partir daquele quadro de Botticelli.
O tema mitológico desenvolve uma temática neoplatônica. Com base no pensamento filosófico, apoiado por alguns escritos de Marsilio Ficino, a cena pode ser considerada como a Alegoria da Razão, da qual é símbolo a deusa que vence a instintualidade representada pelo centauro, criatura mitológica metade homem e metade fera. Segundo o ditado do próprio Ficino "Bestia nostra, id est sensus; homo noster, id est ratio", com o qual se explica a dupla natureza dele na metade inferior, equina, da instintividade da fera, e na superior, humana, da faculdade de raciocínio, domada por Minerva-Razão. Outras leituras simbólicas falaram do contraste entre Castidade e Luxúria, Humildade e Soberba, Razão e Instinto.
O quadro é dotado de leve moldura de cor preta em estilo minimalista. A moldura tem 2 cm de largura de cada lado (ver foto).
AUTENTICADO PELO ARTISTA
Stefano Trapanese é ARTISTA LÍDER na província de Salerno (Itália) e está firmemente na TOP10 dos MAESTRI DI PROFILO NACIONALE (fonte PitturiAmo.com)
O sujeito deste dipinto é, quanto à representação, apenas o “Pallade e il centauro” (pintura em tempera sobre tela 207×148 cm) de Sandro Botticelli, datável por volta de 1482-1483 e está conservado na Galleria degli Uffizi, em Florença. Nas fotos, uma reprodução desse quadro.
A inspiração, numa interpretação totalmente original do Mestre Trapanese, nasce, portanto, a partir daquele quadro de Botticelli.
O tema mitológico desenvolve uma temática neoplatônica. Com base no pensamento filosófico, apoiado por alguns escritos de Marsilio Ficino, a cena pode ser considerada como a Alegoria da Razão, da qual é símbolo a deusa que vence a instintualidade representada pelo centauro, criatura mitológica metade homem e metade fera. Segundo o ditado do próprio Ficino "Bestia nostra, id est sensus; homo noster, id est ratio", com o qual se explica a dupla natureza dele na metade inferior, equina, da instintividade da fera, e na superior, humana, da faculdade de raciocínio, domada por Minerva-Razão. Outras leituras simbólicas falaram do contraste entre Castidade e Luxúria, Humildade e Soberba, Razão e Instinto.
O quadro é dotado de leve moldura de cor preta em estilo minimalista. A moldura tem 2 cm de largura de cada lado (ver foto).
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