Estatuto Dogon - Dogon - Mali (Sem preço de reserva)

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Descrição fornecida pelo vendedor

as estátuas dogon são reconhecíveis por suas formas alongadas. Elas representam um personagem que estende os braços para o céu. Não podemos interpretar com exatidão o significado desse gesto, mas pode ser o de uma oração (para que os deuses concedam chuva, por exemplo). Estilisticamente, essas estátuas dogon lembram as de seus predecedores, os Tellem. Às vezes são chamadas de « estilo tellem ». Sangue de sacrifícios, mingau de milho e cerveja são derramados sobre as estátuas, o que confere à patina uma aparência crostosa. As estátuas contêm ao mesmo tempo elementos femininos e masculinos, pois, para os Dogons, a separação entre os dois sexos não é absoluta. O hermafroditismo mostra o poder vital dessas estátuas.

O deus criador dogon é Amma. Há oito ancestrais primordiais, os Nommo. Eles têm um corpo sinuoso cuja parte inferior é serpiforme. As esculturas representam, em geral, um dos Nommo.

Além dessas esculturas, as realizações mais típicas dos dogons são as máscaras de dança. Um de seus rituais, o sigu, ocorre a cada sessenta anos. Destina-se à expiação dos pecados e apresenta máscaras antropomórficas ou zoomórficas (antílope, lebre, búfalo, macaco, pássaro, hiena, leão) muito importantes em tamanho (até dez metros para a máscara-serpente). A máscara-serpente é o símbolo do ancestral falecido. Ela é realizada nessa ocasião. Toda a comunidade participa dessa cerimônia. Os iniciados devem guardá-lo e são considerados responsáveis pela alma do ancestral.

Também temos conhecimento de painéis ou portas dogon; eles fechavam os granários e são muito interessantes porque representam os ancestrais. As esculturas são muito estilizadas.

as estátuas dogon são reconhecíveis por suas formas alongadas. Elas representam um personagem que estende os braços para o céu. Não podemos interpretar com exatidão o significado desse gesto, mas pode ser o de uma oração (para que os deuses concedam chuva, por exemplo). Estilisticamente, essas estátuas dogon lembram as de seus predecedores, os Tellem. Às vezes são chamadas de « estilo tellem ». Sangue de sacrifícios, mingau de milho e cerveja são derramados sobre as estátuas, o que confere à patina uma aparência crostosa. As estátuas contêm ao mesmo tempo elementos femininos e masculinos, pois, para os Dogons, a separação entre os dois sexos não é absoluta. O hermafroditismo mostra o poder vital dessas estátuas.

O deus criador dogon é Amma. Há oito ancestrais primordiais, os Nommo. Eles têm um corpo sinuoso cuja parte inferior é serpiforme. As esculturas representam, em geral, um dos Nommo.

Além dessas esculturas, as realizações mais típicas dos dogons são as máscaras de dança. Um de seus rituais, o sigu, ocorre a cada sessenta anos. Destina-se à expiação dos pecados e apresenta máscaras antropomórficas ou zoomórficas (antílope, lebre, búfalo, macaco, pássaro, hiena, leão) muito importantes em tamanho (até dez metros para a máscara-serpente). A máscara-serpente é o símbolo do ancestral falecido. Ela é realizada nessa ocasião. Toda a comunidade participa dessa cerimônia. Os iniciados devem guardá-lo e são considerados responsáveis pela alma do ancestral.

Também temos conhecimento de painéis ou portas dogon; eles fechavam os granários e são muito interessantes porque representam os ancestrais. As esculturas são muito estilizadas.

Dados

N.º de artigos
1
Grupo étnico / cultura
Dogon
País de origem
Mali
Material
Madeira
Estado
Excelente estado
Título da obra de arte
Dogon status
Altura
57 cm
Largura
10 cm
Profundidade
10 cm
Peso
3 kg
Origem
Coleção particular
Autenticidade
Reprodução/réplica
FrançaVerificado
pro

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