Tijs Dragtsma (1992) - Where Skin Forgets






Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.
€300 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 139803 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Tijs Dragtsma, Where Skin Forgets, 2026, técnica mista sobre vidro acrílico, edição original, 51 × 51 cm, preto e branco, vendido com moldura, Países Baixos, excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Where Skin Forgets é uma obra de arte contemporânea sobre intimidade, entrega e o momento em que dois corpos se tornam uma só forma.
Duas figuras se abraçam tão de perto que a fronteira entre elas desaparece. Suas silhuetas fluem juntas para formar uma única silhueta escultórica, cercada por uma sombra profunda, moldada por uma única fonte de luz suave. A composição não mostra duas pessoas lado a lado. Mostra o espaço que elas criam juntas.
O título nomeia o que acontece na verdadeira proximidade. A pele esquece onde termina. O eu torna-se incerto. A suavização dessas fronteiras não é frágil aqui. É a imagem da conexão em seu estado mais completo.
Sem tinta. Sem nanquim. Sem impressão. A imagem surge através de danos controlados na superfície do vidro acrílico. Cada arranhão captura a luz de maneira diferente, dependendo do ângulo de visão, trazendo lentamente as duas figuras em foco, ou deixando-as dissolver de volta na escuridão. A imagem vive nesse movimento.
Mude sua posição, e o abraço se torna outra coisa. As figuras se esclarecem, depois se desvanecem. Elas estão sempre lá, e nunca totalmente fixas. A luz decide o quanto você pode ver.
À distância, a obra lê-se como uma única forma monumental. Uma silhueta erguida a partir das sombras. Aproximo-me, e a superfície se abre para um campo de arranhões controlados, cada um um ato quieto de remoção. A imagem nunca foi adicionada. Foi descoberta.
Where Skin Forgets continua a série Art with Scratch de Tijs Dragtsma, na qual a imagem é construída através de danos de superfície controlados, em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual onde o dano não é destruição, mas estrutura.
“Where one ends, the other begins. And neither knows the difference.”
Sobre Art with Scratch
Art with Scratch é um conjunto de trabalhos em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Gravada linha por linha em uma superfície preta profunda, cada obra surge através de inúmeros arranhões precisos que captam a luz e trazem forma à escuridão.
À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e com presença. Contudo, de perto, a obra dissolve-se em um campo denso de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido revela-se como uma delicada teia de linhas, cada uma um gesto deliberado, cada uma essencial ao todo.
A luz não cria a imagem. Ela a aguça. A superfície preta absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. Conforme a luz se move pela superfície, a imagem respira. Do mesmo ângulo a figura fica nítida e definida. De outro, suaviza e retorna à escuridão de onde veio, sem jamais desaparecer. Sob um holofote focalizado, o contraste aprofunda e a imagem assume uma qualidade esculpida, quase luminosa.
O que torna este meio tão cativante é sua tensão quieta. O ato de arranhar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Ainda assim, o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo com movimento. A dureza transforma-se em suavidade. A destruição transforma-se em criação. A ausência transforma-se em presença.
Em obras como este retrato, a figura nunca está totalmente fixa. Através da interação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e atmosfera. Em certos momentos, o assunto parece avançar para fora do preto. Em outros, ele se acomoda de volta à quietude. É nesse movimento, entre nitidez e calma, que a obra ganha vida.
Como todo material tocado pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida silenciosa. Cada arranhão guarda um momento, uma respiração, um gesto. Juntos, eles formam não apenas uma imagem, mas uma presença, que continua a revelar-se a cada mudança de luz.
Sobre o Artista
Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.
Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo evolutivo de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.
Meu trabalho geralmente começa com uma pergunta simples. Como um material pode falar de uma forma nova. Como a dureza pode se tornar intimidade. Como a precisão pode criar emoção. Essa busca está no coração de tudo que crio.
Dentro do TD Fine Art Studio, cada corpo de trabalho é abordado como seu próprio mundo, com sua própria lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem através da ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso compartilhado com originalidade, clareza e presença emocional.
Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica aberto à interpretação. Meu objetivo não é simplesmente fazer uma imagem, mas criar uma obra que segure a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.
O TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se reúnem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar trabalhos que sejam distintivos, intencionais e vivos.
Where Skin Forgets é uma obra de arte contemporânea sobre intimidade, entrega e o momento em que dois corpos se tornam uma só forma.
Duas figuras se abraçam tão de perto que a fronteira entre elas desaparece. Suas silhuetas fluem juntas para formar uma única silhueta escultórica, cercada por uma sombra profunda, moldada por uma única fonte de luz suave. A composição não mostra duas pessoas lado a lado. Mostra o espaço que elas criam juntas.
O título nomeia o que acontece na verdadeira proximidade. A pele esquece onde termina. O eu torna-se incerto. A suavização dessas fronteiras não é frágil aqui. É a imagem da conexão em seu estado mais completo.
Sem tinta. Sem nanquim. Sem impressão. A imagem surge através de danos controlados na superfície do vidro acrílico. Cada arranhão captura a luz de maneira diferente, dependendo do ângulo de visão, trazendo lentamente as duas figuras em foco, ou deixando-as dissolver de volta na escuridão. A imagem vive nesse movimento.
Mude sua posição, e o abraço se torna outra coisa. As figuras se esclarecem, depois se desvanecem. Elas estão sempre lá, e nunca totalmente fixas. A luz decide o quanto você pode ver.
À distância, a obra lê-se como uma única forma monumental. Uma silhueta erguida a partir das sombras. Aproximo-me, e a superfície se abre para um campo de arranhões controlados, cada um um ato quieto de remoção. A imagem nunca foi adicionada. Foi descoberta.
Where Skin Forgets continua a série Art with Scratch de Tijs Dragtsma, na qual a imagem é construída através de danos de superfície controlados, em vez de pigmento ou impressão. Uma linguagem visual onde o dano não é destruição, mas estrutura.
“Where one ends, the other begins. And neither knows the difference.”
Sobre Art with Scratch
Art with Scratch é um conjunto de trabalhos em que a imagem não é desenhada, mas liberada. Gravada linha por linha em uma superfície preta profunda, cada obra surge através de inúmeros arranhões precisos que captam a luz e trazem forma à escuridão.
À distância, a imagem parece quase fotográfica. Poderosa, reconhecível e com presença. Contudo, de perto, a obra dissolve-se em um campo denso de marcas individuais. Fina, frágil e quase sem peso. O que parecia sólido revela-se como uma delicada teia de linhas, cada uma um gesto deliberado, cada uma essencial ao todo.
A luz não cria a imagem. Ela a aguça. A superfície preta absorve, enquanto as linhas arranhadas refletem. Conforme a luz se move pela superfície, a imagem respira. Do mesmo ângulo a figura fica nítida e definida. De outro, suaviza e retorna à escuridão de onde veio, sem jamais desaparecer. Sob um holofote focalizado, o contraste aprofunda e a imagem assume uma qualidade esculpida, quase luminosa.
O que torna este meio tão cativante é sua tensão quieta. O ato de arranhar é direto e irreversível. Cada linha é uma decisão que não pode ser desfeita. Ainda assim, o resultado não é áspero. É íntimo, atmosférico e vivo com movimento. A dureza transforma-se em suavidade. A destruição transforma-se em criação. A ausência transforma-se em presença.
Em obras como este retrato, a figura nunca está totalmente fixa. Através da interação entre linha, luz e sombra, a imagem muda com a perspectiva e atmosfera. Em certos momentos, o assunto parece avançar para fora do preto. Em outros, ele se acomoda de volta à quietude. É nesse movimento, entre nitidez e calma, que a obra ganha vida.
Como todo material tocado pelo tempo, a superfície carrega sua própria vida silenciosa. Cada arranhão guarda um momento, uma respiração, um gesto. Juntos, eles formam não apenas uma imagem, mas uma presença, que continua a revelar-se a cada mudança de luz.
Sobre o Artista
Meu nome é Tijs Dragtsma, fundador do TD Fine Art Studio.
Como artista, sou movido por um desejo constante de explorar novas linguagens visuais. Não vejo a arte como um estilo fixo, mas como um campo evolutivo de descoberta onde material, estrutura, luz e emoção se unem.
Meu trabalho geralmente começa com uma pergunta simples. Como um material pode falar de uma forma nova. Como a dureza pode se tornar intimidade. Como a precisão pode criar emoção. Essa busca está no coração de tudo que crio.
Dentro do TD Fine Art Studio, cada corpo de trabalho é abordado como seu próprio mundo, com sua própria lógica, atmosfera e identidade visual. Algumas obras são construídas por meio de ritmo, repetição e estrutura. Outras emergem através da ausência, sombra, reflexão ou tensão. O que as conecta é um compromisso compartilhado com originalidade, clareza e presença emocional.
Sou fascinado pelo contraste. Entre força e fragilidade. Entre controle e sentimento. Entre o que é visível e o que fica aberto à interpretação. Meu objetivo não é simplesmente fazer uma imagem, mas criar uma obra que segure a atenção, convide à reflexão e continue a revelar-se ao longo do tempo.
O TD Fine Art Studio é o espaço onde essas explorações se reúnem. Não é apenas um estúdio, mas um universo artístico em evolução moldado pela curiosidade, precisão e a ambição de criar trabalhos que sejam distintivos, intencionais e vivos.
