Alessandro Padovan (1983) - 3D BERNARD AUBERTIN NEW! (con teca plexiglass)





€120 | ||
|---|---|---|
€100 | ||
€15 | ||
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 139992 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Alessandro Padovan apresenta 3D BERNARD AUBERTIN NEW! (com vitrine de acrílico), edição única de 2026, laranja em ferro e madeira, 32 × 32 × 12 cm, assinado à mão, origem Itália, vendido pela Galeria, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
A obra nasce de um diálogo ideal com a pesquisa de Bernard Aubertin, artista do Nouveau Réalisme que fez do vermelho, da repetição e da matéria elementos centrais de sua própria poética. Em suas obras, a serialidade de elementos simples e cotidianos torna-se uma linguagem capaz de evocar tensão, energia, destruição e transformação.
Nesta obra, porém, a tradição é reinterpretada através de um elemento característico de minha pesquisa: a vite.
Ao invés dos pregos utilizados por Aubertin, utilizo centenas de parafusos, dispostos segundo uma estrutura geométrica precisa na superfície laranja. A vite, elemento normalmente associado à montagem, à construção e à mecânica, é aqui transformada em um elemento artístico autônomo. Sua repetição gera uma superfície tridimensional na qual luz, sombra e profundidade modificam continuamente a percepção da obra.
O vermelho envolve a composição como uma superfície carregada de energia, enquanto as vites emergem do plano, criando uma espécie de vibração visual. De uma visão frontal a composição parece ordenada e minimalista; observando-a lateralmente, porém, surge sua verdadeira natureza tridimensional e matterica.
A obra não quer ser uma simples citação de Aubertin, mas uma reinterpretation contemporânea de sua linguagem, substituindo o prego pela vite e transformando um objeto industrial em um signo artístico.
A vite torna-se assim símbolo de construção e destruição ao mesmo tempo: o que normalmente serve para unir e fixar é utilizado para criar uma superfície inquieta, intensa e profundamente material.
É justamente neste contraste entre ordem e tensão, construção e destruição, bidimensionalidade e tridimensionalidade que nasce a identidade da obra.
Obra do artista Alessandro Padovan, famoso em todo o mundo pela sua técnica da Screw Art.
A obra é enriquecida por uma vitrine em plexiglass.
A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em relíquia contemporânea.
As obras deste artista contemporâneo inserem-se no trilho da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, em termos de linguagem visual e impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst.
Ao mesmo tempo, a pesquisa artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icônica e do design global, evocando símbolos sensuais e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari Porsche Lamborghini.
As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com artistas ou marcas citadas, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.
Este enfoque torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e entusiastas de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nas grandes marcas icônicas, mantendo porém uma forte identidade artística autônoma.
A obra nasce de um diálogo ideal com a pesquisa de Bernard Aubertin, artista do Nouveau Réalisme que fez do vermelho, da repetição e da matéria elementos centrais de sua própria poética. Em suas obras, a serialidade de elementos simples e cotidianos torna-se uma linguagem capaz de evocar tensão, energia, destruição e transformação.
Nesta obra, porém, a tradição é reinterpretada através de um elemento característico de minha pesquisa: a vite.
Ao invés dos pregos utilizados por Aubertin, utilizo centenas de parafusos, dispostos segundo uma estrutura geométrica precisa na superfície laranja. A vite, elemento normalmente associado à montagem, à construção e à mecânica, é aqui transformada em um elemento artístico autônomo. Sua repetição gera uma superfície tridimensional na qual luz, sombra e profundidade modificam continuamente a percepção da obra.
O vermelho envolve a composição como uma superfície carregada de energia, enquanto as vites emergem do plano, criando uma espécie de vibração visual. De uma visão frontal a composição parece ordenada e minimalista; observando-a lateralmente, porém, surge sua verdadeira natureza tridimensional e matterica.
A obra não quer ser uma simples citação de Aubertin, mas uma reinterpretation contemporânea de sua linguagem, substituindo o prego pela vite e transformando um objeto industrial em um signo artístico.
A vite torna-se assim símbolo de construção e destruição ao mesmo tempo: o que normalmente serve para unir e fixar é utilizado para criar uma superfície inquieta, intensa e profundamente material.
É justamente neste contraste entre ordem e tensão, construção e destruição, bidimensionalidade e tridimensionalidade que nasce a identidade da obra.
Obra do artista Alessandro Padovan, famoso em todo o mundo pela sua técnica da Screw Art.
A obra é enriquecida por uma vitrine em plexiglass.
A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em relíquia contemporânea.
As obras deste artista contemporâneo inserem-se no trilho da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, em termos de linguagem visual e impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst.
Ao mesmo tempo, a pesquisa artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icônica e do design global, evocando símbolos sensuais e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari Porsche Lamborghini.
As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com artistas ou marcas citadas, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.
Este enfoque torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e entusiastas de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nas grandes marcas icônicas, mantendo porém uma forte identidade artística autônoma.

