Joan Canós (1928) - Paseo de primavera

02
dias
15
horas
32
minutos
20
segundos
Licitação inicial
€ 1
Preço de reserva não foi atingido
Annabel Eagles
Especialista
Estimativa  € 300 - € 400
Nenhuma licitação

Proteção do comprador da Catawiki

O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes

Trustpilot 4.4 | 139958 avaliações

Classificada como Excelente na Trustpilot.

Paseo de primavera, de Joan Canós (1928), óleo sobre papel em edição original, 45 × 57 cm, assinado à mão, originária da Espanha, período 2010–2020.

Resumo assistido por IA

Descrição fornecida pelo vendedor

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Joan Canós, que representa uma luminosa avenida urbana na qual as grandes árvores, o tráfego tranquilo e os edifícios ao fundo convivem em perfeita harmonia sob um céu claro. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões da obra: 45x57x1 cm.
· Óleo sobre papel assinado à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o transporte propriamente dito.
O envio será realizado pela Correos ou GLS com acompanhamento. Envíos disponíveis a nível internacional.

------------------------------------------------------------------

Este quadro representa uma cena urbana luminosa contemplada a partir de uma zona arborizada, onde a natureza e a cidade convivem em um equilíbrio cheio de vitalidade. A composição abre-se ao espectador como uma ampla avenida percorida por vários veículos, ladeada por árvores de grande porte e edifícios que se elevam ao fundo. O olhar parece situar-se na sombra protetora de uma calçada ou de um pequeno passeio, observando de certa distância o movimento cotidiano da cidade. A claridade do céu, a intensidade da vegetação e a amplitude do espaço transmitem a sensação de uma manhã ou tarde agradável, marcada por uma atmosfera tranquila e límpida.

No primeiro plano destacam-se especialmente as árvores imponentes situadas em ambos os lados da imagem. À esquerda, um tronco robusto e de formas irregulares divide-se em várias ramos que se estendem rumo à zona superior, formando uma grande cobertura vegetal. Suas raízes ficam parcialmente visíveis junto ao terreno e transmitem uma poderosa sensação de antiguidade, estabilidade e conexão com a terra. A profundidade de suas sombras e a variedade de verdes presentes entre as folhas convertem esta árvore em um dos elementos mais expressivos da cena. Sua presença parece proteger o espaço desde o qual se contempla a avenida e cria uma entrada natural para o resto da composição.

Do lado direito ergue-se outra árvore de aparência mais leve, com um tronco escuro e inúmeras galhos finos que se desplegam sobre o céu. Diferente da massa folhosa da esquerda, esta árvore apresenta uma copa mais aberta e permite que a luz azulada do fundo atravesse seus galhos. As pequenas folhas verdes que aparecem dispersas entre eles anunciam uma vegetação jovem ou recentemente renovada, possivelmente própria da primavera. A silhueta da árvore estabelece um contraste elegante com os edifícios e ajuda a conectar visualmente o primeiro plano com a parte mais alta da imagem.

A avenida ocupa a zona central e funciona como o eixo que ordena toda a cena. Sua amplitudem, reforçada pelas zonas iluminadas e as sombras projetadas sobre o asfalto, transmite uma clara sensação de espaço e profundidade. Vários veículos brancos e avermelhados percorrem a via em direções distintas, trazendo dinamismo sem alterar a serenidade geral da paisagem. Não se percebe congestão nem agitação excessiva; pelo contrário, o trânsito parece pausado e faz parte do ritmo cotidiano da cidade. As figuras dos automóveis, resolvidas com pequenos detalhes, permitem imaginar uma jornada normal na qual a vida urbana continua sob a luz clara do dia.

As sombras que as árvores projetam sobre a rua e a calçada têm uma grande importância dentro da composição. Estas zonas azuladas e acinzentadas estendem-se irregularmente pelo chão, criando um jogo de formas que guia o olhar do primeiro plano até o centro da avenida. A alternância entre espaços ensolarados e cantos sombreados proporciona frescura e faz perceptível a intensidade da luz ambiental. O espectador quase pode imaginar o contraste de temperatura entre o asfalto iluminado e a agradável sombra existente sob as copas das árvores.

Na parte central do fundo surge uma faixa abundante de vegetação, formada por arbustos e árvores de menor altura. Seus verdes brilhantes e amarelados estabelecem uma transição entre a estrada e as construções urbanas, evitando que os edifícios entrem de forma abrupta no paisaje. Esta barreira vegetal suaviza a arquitetura e reforça a sensação de que a cidade cresceu respeitando determinados espaços naturais. Entre os ramos e as copas distinguem-se alguns elementos urbanos, como postes, sinais e estruturas verticais, que introduzem discretamente a presença da atividade humana.

Os edifícios do fundo formam uma sucessão de volumes claros, com fachadas brancas, cinzentas, ocre e levemente rosadas. Alguns apresentam varandas e linhas horizontais repetidas, enquanto outros mostram formas mais compactas e geométricas. A distância faz com que seus detalhes apareçam suavizados pela luminosidade do ambiente, integrando-se harmoniosamente com o céu e com as colinas situadas atrás. A disposição irregular sugere uma cidade construída de forma progressiva, onde diferentes épocas e estilos arquitetônicos convivem no mesmo horizonte.

Logo atrás dos edifícios, observa-se uma elevação escura e alongada que poderia corresponder a uma colina ou a uma zona montanhosa. Esta presença natural no horizonte fecha a composição e aumenta a profundidade da paisagem. Sua tonalidade azul-esverdeada contrasta com a claridade das construções e lembra que a cidade está ligada a um entorno geográfico mais amplo. A montanha aparece parcialmente oculta, como uma presença silenciosa que acompanha a vida urbana à distância e oferece equilíbrio entre o desenvolvimento arquitetónico e o território natural.

O céu, limpo e de um azul suave, ocupa boa parte da zona superior e confere luminosidade a toda a cena. Sua claridade se reflete entre os ramos e sobre as fachadas dos edifícios, os veículos e a superfície da rodovia. A ausência de nuvens intensifica a impressão de bom tempo e confere à imagem um tom otimista. Os verdes da vegetação ganham uma vivacidade especial sob essa luz, enquanto os brancos e tons claros da arquitetura parecem fundir-se com a atmosfera.

A composição convida a deter-se num instante cotidiano que, à primeira vista, pode parecer simples, mas que contiene numerosos detalhes. As árvores, a avenida, os veículos, os sinais, a vegetação e os edifícios fazem parte de uma cidade viva, embora o ambiente permaneça calmo. Não existe um acontecimento central nem uma figura protagonista, pois o verdadeiro tema é a relação entre todos os elementos do entorno. A cena celebra a beleza que pode ser encontrada numa rua comum quando observada com atenção, especialmente na forma como a luz transforma os espaços conhecidos.

A perspectiva desde uma zona sombreada gera a sensação de que o espectador está descansando sob as árvores, contemplando o trânsito a partir de um lugar protegido. Esta localização produz uma agradável impressão de proximidade e faz com que a imagem pareça muito envolvente. A grande árvore da esquerda funciona quase como uma moldura natural, enquanto os galhos da árvore da direita completam a estrutura e conduzem o olhar ao centro. Entre ambos abre-se a cidade, banhada pelo sol e animada pelo deslocamento pausado dos veículos.

No conjunto, este quadro oferece uma visão serena, luminosa e equilibrada da vida urbana, mostrando como a natureza pode coexistir harmonicamente com as ruas, os edifícios e o movimento cotidiano. As árvores monumentais do primeiro plano oferecem sombra, frescura e profundidade, enquanto a avenida e os veículos introduzem uma sensação discreta de atividade. A vegetação brilhante, o céu claro e as construções do fundo compõem uma imagem plena de clareza e vitalidade, capaz de transmitir a beleza simples de um dia ensolarado na cidade e o prazer de contemplar a paisagem desde a tranquilidade de um recanto arborizado.

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Joan Canós, que representa uma luminosa avenida urbana na qual as grandes árvores, o tráfego tranquilo e os edifícios ao fundo convivem em perfeita harmonia sob um céu claro. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões da obra: 45x57x1 cm.
· Óleo sobre papel assinado à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.

A obra será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional como o transporte propriamente dito.
O envio será realizado pela Correos ou GLS com acompanhamento. Envíos disponíveis a nível internacional.

------------------------------------------------------------------

Este quadro representa uma cena urbana luminosa contemplada a partir de uma zona arborizada, onde a natureza e a cidade convivem em um equilíbrio cheio de vitalidade. A composição abre-se ao espectador como uma ampla avenida percorida por vários veículos, ladeada por árvores de grande porte e edifícios que se elevam ao fundo. O olhar parece situar-se na sombra protetora de uma calçada ou de um pequeno passeio, observando de certa distância o movimento cotidiano da cidade. A claridade do céu, a intensidade da vegetação e a amplitude do espaço transmitem a sensação de uma manhã ou tarde agradável, marcada por uma atmosfera tranquila e límpida.

No primeiro plano destacam-se especialmente as árvores imponentes situadas em ambos os lados da imagem. À esquerda, um tronco robusto e de formas irregulares divide-se em várias ramos que se estendem rumo à zona superior, formando uma grande cobertura vegetal. Suas raízes ficam parcialmente visíveis junto ao terreno e transmitem uma poderosa sensação de antiguidade, estabilidade e conexão com a terra. A profundidade de suas sombras e a variedade de verdes presentes entre as folhas convertem esta árvore em um dos elementos mais expressivos da cena. Sua presença parece proteger o espaço desde o qual se contempla a avenida e cria uma entrada natural para o resto da composição.

Do lado direito ergue-se outra árvore de aparência mais leve, com um tronco escuro e inúmeras galhos finos que se desplegam sobre o céu. Diferente da massa folhosa da esquerda, esta árvore apresenta uma copa mais aberta e permite que a luz azulada do fundo atravesse seus galhos. As pequenas folhas verdes que aparecem dispersas entre eles anunciam uma vegetação jovem ou recentemente renovada, possivelmente própria da primavera. A silhueta da árvore estabelece um contraste elegante com os edifícios e ajuda a conectar visualmente o primeiro plano com a parte mais alta da imagem.

A avenida ocupa a zona central e funciona como o eixo que ordena toda a cena. Sua amplitudem, reforçada pelas zonas iluminadas e as sombras projetadas sobre o asfalto, transmite uma clara sensação de espaço e profundidade. Vários veículos brancos e avermelhados percorrem a via em direções distintas, trazendo dinamismo sem alterar a serenidade geral da paisagem. Não se percebe congestão nem agitação excessiva; pelo contrário, o trânsito parece pausado e faz parte do ritmo cotidiano da cidade. As figuras dos automóveis, resolvidas com pequenos detalhes, permitem imaginar uma jornada normal na qual a vida urbana continua sob a luz clara do dia.

As sombras que as árvores projetam sobre a rua e a calçada têm uma grande importância dentro da composição. Estas zonas azuladas e acinzentadas estendem-se irregularmente pelo chão, criando um jogo de formas que guia o olhar do primeiro plano até o centro da avenida. A alternância entre espaços ensolarados e cantos sombreados proporciona frescura e faz perceptível a intensidade da luz ambiental. O espectador quase pode imaginar o contraste de temperatura entre o asfalto iluminado e a agradável sombra existente sob as copas das árvores.

Na parte central do fundo surge uma faixa abundante de vegetação, formada por arbustos e árvores de menor altura. Seus verdes brilhantes e amarelados estabelecem uma transição entre a estrada e as construções urbanas, evitando que os edifícios entrem de forma abrupta no paisaje. Esta barreira vegetal suaviza a arquitetura e reforça a sensação de que a cidade cresceu respeitando determinados espaços naturais. Entre os ramos e as copas distinguem-se alguns elementos urbanos, como postes, sinais e estruturas verticais, que introduzem discretamente a presença da atividade humana.

Os edifícios do fundo formam uma sucessão de volumes claros, com fachadas brancas, cinzentas, ocre e levemente rosadas. Alguns apresentam varandas e linhas horizontais repetidas, enquanto outros mostram formas mais compactas e geométricas. A distância faz com que seus detalhes apareçam suavizados pela luminosidade do ambiente, integrando-se harmoniosamente com o céu e com as colinas situadas atrás. A disposição irregular sugere uma cidade construída de forma progressiva, onde diferentes épocas e estilos arquitetônicos convivem no mesmo horizonte.

Logo atrás dos edifícios, observa-se uma elevação escura e alongada que poderia corresponder a uma colina ou a uma zona montanhosa. Esta presença natural no horizonte fecha a composição e aumenta a profundidade da paisagem. Sua tonalidade azul-esverdeada contrasta com a claridade das construções e lembra que a cidade está ligada a um entorno geográfico mais amplo. A montanha aparece parcialmente oculta, como uma presença silenciosa que acompanha a vida urbana à distância e oferece equilíbrio entre o desenvolvimento arquitetónico e o território natural.

O céu, limpo e de um azul suave, ocupa boa parte da zona superior e confere luminosidade a toda a cena. Sua claridade se reflete entre os ramos e sobre as fachadas dos edifícios, os veículos e a superfície da rodovia. A ausência de nuvens intensifica a impressão de bom tempo e confere à imagem um tom otimista. Os verdes da vegetação ganham uma vivacidade especial sob essa luz, enquanto os brancos e tons claros da arquitetura parecem fundir-se com a atmosfera.

A composição convida a deter-se num instante cotidiano que, à primeira vista, pode parecer simples, mas que contiene numerosos detalhes. As árvores, a avenida, os veículos, os sinais, a vegetação e os edifícios fazem parte de uma cidade viva, embora o ambiente permaneça calmo. Não existe um acontecimento central nem uma figura protagonista, pois o verdadeiro tema é a relação entre todos os elementos do entorno. A cena celebra a beleza que pode ser encontrada numa rua comum quando observada com atenção, especialmente na forma como a luz transforma os espaços conhecidos.

A perspectiva desde uma zona sombreada gera a sensação de que o espectador está descansando sob as árvores, contemplando o trânsito a partir de um lugar protegido. Esta localização produz uma agradável impressão de proximidade e faz com que a imagem pareça muito envolvente. A grande árvore da esquerda funciona quase como uma moldura natural, enquanto os galhos da árvore da direita completam a estrutura e conduzem o olhar ao centro. Entre ambos abre-se a cidade, banhada pelo sol e animada pelo deslocamento pausado dos veículos.

No conjunto, este quadro oferece uma visão serena, luminosa e equilibrada da vida urbana, mostrando como a natureza pode coexistir harmonicamente com as ruas, os edifícios e o movimento cotidiano. As árvores monumentais do primeiro plano oferecem sombra, frescura e profundidade, enquanto a avenida e os veículos introduzem uma sensação discreta de atividade. A vegetação brilhante, o céu claro e as construções do fundo compõem uma imagem plena de clareza e vitalidade, capaz de transmitir a beleza simples de um dia ensolarado na cidade e o prazer de contemplar a paisagem desde a tranquilidade de um recanto arborizado.

Dados

Artista
Joan Canós (1928)
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Título da obra de arte
Paseo de primavera
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Espanha
Estado
Bom estado
Altura
45 cm
Largura
57 cm
Estilo
Pós-impressionista
Período
2010-2020
Vendido por
EspanhaVerificado
1979
Objetos vendidos
100%
protop

Objetos semelhantes

Para si em

Arte moderna e contemporânea