Anton Corbijn - 33 Still Lives - 1999





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Poucos fotógrafos cumprem tão plenamente o termo " image-maker " quanto Anton Corbijn. Suas fotografias, tão conhecidas quanto as estrelas do rock que tem fotografado nos últimos vinte anos, costumam revelar verdades que surpreendem até seus subjects — revelando aspectos ocultos de suas personalidades e deixando marcas em nossa memória coletiva. Sua arte moldou, se não transformou, a imagem de inúmeros artistas de rock. Seu retrato lendário do grupo Joy Division numa estação de metrô, ou a sua inesquecível representação de David Bowie vestindo apenas uma tanga, por exemplo, são tão imediatamente reconhecíveis quanto a Mona Lisa. Em 33 Still Lives, seu quarto livro, Anton Corbijn criou uma nova série de imagens com celebridades internacionais do mundo do cinema e da música, indo de Björk, Bono e Marianne Faithfull a Clint Eastwood e Robert De Niro. Nesta coleção inovadora e ousada ele encena 33 "still de filme" de filmes imaginários — histórias em uma única imagem, disfarçadas de fotografias do cinema verité, que Corbijn chama de "documentários falsos". A conexão entre essas imagens continua misteriosa e enigmática, ainda que atraiam o espectador para um mundo imaginário cujo magnetismo é difícil de resistir. Em seu ensaio introdutório, o teórico de arte e mídia Ulf Poschardt aponta a posição singular que o trabalho de Corbijn ocupa num mundo de Fotografias fabricadas mecanicamente. 33 Still Lives é, ao mesmo tempo, uma expressão aventureira da visão sinérgica de Corbijn e uma coleção de retratos de personalidades que pensamos conhecer, mas que na prática nunca realmente conhecemos."
Poucos fotógrafos cumprem tão plenamente o termo " image-maker " quanto Anton Corbijn. Suas fotografias, tão conhecidas quanto as estrelas do rock que tem fotografado nos últimos vinte anos, costumam revelar verdades que surpreendem até seus subjects — revelando aspectos ocultos de suas personalidades e deixando marcas em nossa memória coletiva. Sua arte moldou, se não transformou, a imagem de inúmeros artistas de rock. Seu retrato lendário do grupo Joy Division numa estação de metrô, ou a sua inesquecível representação de David Bowie vestindo apenas uma tanga, por exemplo, são tão imediatamente reconhecíveis quanto a Mona Lisa. Em 33 Still Lives, seu quarto livro, Anton Corbijn criou uma nova série de imagens com celebridades internacionais do mundo do cinema e da música, indo de Björk, Bono e Marianne Faithfull a Clint Eastwood e Robert De Niro. Nesta coleção inovadora e ousada ele encena 33 "still de filme" de filmes imaginários — histórias em uma única imagem, disfarçadas de fotografias do cinema verité, que Corbijn chama de "documentários falsos". A conexão entre essas imagens continua misteriosa e enigmática, ainda que atraiam o espectador para um mundo imaginário cujo magnetismo é difícil de resistir. Em seu ensaio introdutório, o teórico de arte e mídia Ulf Poschardt aponta a posição singular que o trabalho de Corbijn ocupa num mundo de Fotografias fabricadas mecanicamente. 33 Still Lives é, ao mesmo tempo, uma expressão aventureira da visão sinérgica de Corbijn e uma coleção de retratos de personalidades que pensamos conhecer, mas que na prática nunca realmente conhecemos."

