Lluís Domingo Abelló (1917-1993) - Bajo las copas

05
dias
15
horas
07
minutos
00
segundos
Licitação inicial
€ 1
Preço de reserva não foi atingido
Antonio Yera
Especialista
Estimativa  € 250 - € 300
Nenhuma licitação

Proteção do comprador da Catawiki

O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes

Trustpilot 4.4 | 139958 avaliações

Classificada como Excelente na Trustpilot.

Lluís Domingo Abelló, Bajo las copas, óleo sobre papel assinado à mão, edição original 1990–2000, 38 × 46 cm, vendido com moldura pela Galería, Espanha.

Resumo assistido por IA

Descrição fornecida pelo vendedor

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Domingo Abelló, que representa um caminho luminoso cercado por uma exuberante alameda, como símbolo de serenidade, vitalidade e conexão profunda com a natureza. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões sem moldura: 38x46x1 cm.
· Óleo sobre papel assinado à mão pelo artista na parte inferior esquerda.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado pelos Correios ou GLS com rastreio. Envio disponível internacionalmente.

------------------------------------------------------------------

Este quadro apresenta uma paisagem natural repleta de vitalidade, dominada por uma alameda exuberante que se estende por toda a composição. A cena parece representar um caminho ou uma zona desimpedida no meio de um ambiente rural, rodeada por árvores de diferentes alturas, arbustos e terreno coberto de vegetação. A abundância de verdes, combinada com tonalidades azuladas, amareladas, ocre e alaranjadas, cria uma atmosfera luminosa e mutável. Toda a paisagem transmite a sensação de um dia ameno no campo, quando a luz atravessa os copes e transforma o solo em zonas claras e sombras profundas.

A grande árvore situada no lado esquerdo é um dos protagonistas principais da imagem. A copa ampla e densa ocupa boa parte da zona superior, criando uma massa vegetal de grande força visual. Entre as suas folhas destacam-se verdes intensos, escuros e esmeralda, acompanhados por marrons, cinzas e pequenos nuances alaranjadas que sugerem ramos, folhas secas ou zonas atingidas pela luz. A sua presença aporta estabilidade à composição e funciona como uma entrada natural para o interior da paisagem.

O tronco e os ramos da árvore ficam parcialmente ocultos pela abundância das folhas, mas podem ser perceptíveis através de formas marrons e escuras que atravessam a vegetação. Esta estrutura interna transmite a sensação de uma árvore antiga, robusta e profundamente enraizada ao terreno. A copa não possui um contorno uniforme, mas expande-se irregularmente ao céu, refletindo o crescimento espontâneo da natureza. A sua densidade cria uma agradável impressão de sombra e abrigo.

Ao lado da árvore principal surge uma zona mais clara, de tonalidades verdes pálidos e amarelados, que poderia corresponder a um muro, uma elevação do terreno ou uma extensão de vegetação iluminada. Este espaço introduz um contraste importante com as zonas escuras da copa e permite separar visualmente a árvore do primeiro plano. As formas verticais e escuras que surgem diante desta claridade lembram pequenos troncos, arbustos ou plantas que crescem no limite do caminho.

Na zona central desenvolve-se uma sucessão de árvores e matorrais de menor tamanho que conduzem o olhar para a profundidade da paisagem. Suas formas sobrepõem-se criando diferentes planos, desde os verdes mais escuros e definidos do espaço próximo até aos tons azulados e suaves da distância. Entre eles aparecem pequenas notas ocre, amareladas, avermelhadas e marrons que trazem diversidade e sugerem mudanças na vegetação. Esta combinação faz com que a alameda pareça viva, abundante e em constante transformação.

Os árvores do lado direito apresentam silhuetas especialmente variadas. Alguns são compactos e frondosos, enquanto outros se elevam de forma estreita e vertical sobre o horizonte. Dois árvores altos destacam-se acima do restante da vegetação, proporcionando ritmo e elegância à composição. Suas formas alongadas parecem apontar para o céu e equilibram a grande massa horizontal da árvore situada à esquerda. A diferença de alturas evita a monotonia e cria uma agradável alternância entre espaços abertos e fechados.

O céu estende-se entre as copas mediante tonalidades azuladas, cinzentas, verdosas e brancas. Não aparece completamente límpido, mas coberto por uma atmosfera suave em que a luz parece difundida de maneira uniforme. Algumas zonas claras poderiam corresponder a nuvens leves ou a espaços iluminados entre o folhagem. Esta luminosidade contribui para suavizar o conjunto e permitir que as cores das árvores se destaquem sem se tornarem excessivamente intensas.

A relação entre o céu e a vegetação produz uma sensação de profundidade muito marcada. As árvores mais próximas apresentam cores escuras e saturadas, enquanto aquelas situadas à distância adquirem tons mais claros e azulados. Esta transição conduz o olhar lentamente até o horizonte e cria a impressão de que a paisagem continua para além do visível. O espaço central, ligeiramente mais aberto, convida o espectador a imaginar um percurso para o interior da alameda.

O caminho ou terreno desimpedido ocupa grande parte da zona inferior e estende-se de forma irregular para o fundo. Os verdes claros, amarelos suaves, ocre e marrons misturam-se para sugerir terra, erva e zonas iluminadas pelo sol. Não existe uma linha rígida que defina o trajeto, mas uma série de curvas e mudanças cromáticas que permitem intuir a sua direção. Esta irregularidade confere naturalidade e faz com que o terreno pareça formado pelo passar do tempo e pela convivência entre a vegetação e o trânsito.

Em alguns pontos do caminho aparecem franjas escuras e verdes que poderiam representar pequenos desníveis, sombras das árvores, sulcos ou acumulações de erva. Estas linhas avançam em diagonal e criam movimento no primeiro plano, guiando o olhar desde a parte inferior até a zona central. Os contrastes entre as áreas claras e escuras transmitem a sensação de que a luz atravessa os ramos de forma intermitente, iluminando determinados fragmentos do solo.

As tonalidades alaranjadas e avermelhadas concentradas no centro conferem calor à cena. Estas cores poderiam sugerir terra descoberta, folhas caídas ou plantas secas, introduzindo uma nota sazonal dentro do predominante verde. A sua presença equilibra a frieza dos azuis do céu e oferece um ponto de energia no coração da paisagem. A combinação de cores quentes e frias permite imaginar um momento de transição entre o verão e o início do outono.

O primeiro plano é formado por uma rica sucessão de verdes, amarelos pálidos, marrons e pequenas notas escuras. As formas entrelaçam-se e sugerem ervas, pequenas plantas, zonas de terra e sombras projetadas. Este espaço não aparece ordenado nem uniforme, mas cheio de variações que refletem a espontaneidade de um terreno natural. O observador pode imaginar a textura irregular do solo, a presença de folhas secas e o movimento da vegetação sob uma brisa suave.

A composição transmite uma sensação de calma, mas também de energia contida. Não aparecem pessoas, animais nem construções claramente definidas, por isso toda a atenção se concentra na vida vegetal. As árvores parecem mover-se e expandir-se, enquanto o caminho permanece aberto e silencioso. Esta ausência de atividade humana transforma a paisagem num espaço de contemplação, alheio ao ruído e às preocupações quotidianas.

A natureza apresenta-se como um ambiente protetor e envolvente. A grande árvore da esquerda oferece sombra e estabilidade, enquanto a alameda do fundo cria um limite visual que protege o espaço interior. Ao mesmo tempo, as aberturas do céu e o caminho central evitam qualquer sensação de aprisionamento. A cena mantém assim um equilíbrio entre intimidade e extensidade, convidando o espectador a entrar na paisagem sem perder a sensação de liberdade.

A pintura pode interpretar-se como uma celebração da beleza simples de um canto rural. Não representa um lugar grandioso nem um acontecimento excepcional, mas um fragmento de natureza observado com sensibilidade. A combinação de luz, vegetação e terreno transforma um caminho cotidiano num espaço cheio de nuances. Cada árvore e cada zona de cor contribuem para construir uma atmosfera em que o tempo parece avançar lentamente.

A variedade de verdes assume uma importância especial na cena. Os tons esmeralda, oliva, amarelados, azulados e escuros permitem distinguir as diferentes camadas de vegetação e as distintas intensidades de luz. Alguns verdes transmitem frescura e crescimento, enquanto outros sugerem sombra, humidade ou profundidade. Esta diversidade transforma a alameda num cenário complexo, onde cada recanto parece possuir a sua própria temperatura e o seu próprio estado de ânimo.

A obra convida a imaginar os sons e sensações do ambiente: o murmúrio do vento entre as folhas, o roçar dos ramos, o canto distante dos pássaros e o aroma da terra. A luz quente e as zonas sombreadas permitem imaginar uma caminhada tranquila sob as árvores. Esta capacidade de despertar memórias e sensações transforma a paisagem numa experiência íntima e próxima, capaz de transportar o espectador até aquele canto silencioso.

No conjunto, este quadro oferece uma visão vibrante e serena de uma paisagem arborizada, onde a vegetação abundante, o caminho iluminado e o céu suave se integram numa composição cheia de harmonia. A grande árvore à esquerda traz força e proteção, enquanto as árvores mais distantes conduzem o olhar até a profundidade. Os verdes intensos, as zonas amareladas e os acentos alaranjados transmitem vitalidade e sugerem a lenta mudança das estações. A obra celebra a beleza espontânea da natureza e evoca o prazer de percorrer um caminho tranquilo, rodeado por árvores e envolto pela luz do campo."

Pictura Galeria apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Domingo Abelló, que representa um caminho luminoso cercado por uma exuberante alameda, como símbolo de serenidade, vitalidade e conexão profunda com a natureza. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.

· Dimensões sem moldura: 38x46x1 cm.
· Óleo sobre papel assinado à mão pelo artista na parte inferior esquerda.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.

A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.

Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real em cor, escala e detalhes.

A obra será embalada de forma profissional por um perito da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado pelos Correios ou GLS com rastreio. Envio disponível internacionalmente.

------------------------------------------------------------------

Este quadro apresenta uma paisagem natural repleta de vitalidade, dominada por uma alameda exuberante que se estende por toda a composição. A cena parece representar um caminho ou uma zona desimpedida no meio de um ambiente rural, rodeada por árvores de diferentes alturas, arbustos e terreno coberto de vegetação. A abundância de verdes, combinada com tonalidades azuladas, amareladas, ocre e alaranjadas, cria uma atmosfera luminosa e mutável. Toda a paisagem transmite a sensação de um dia ameno no campo, quando a luz atravessa os copes e transforma o solo em zonas claras e sombras profundas.

A grande árvore situada no lado esquerdo é um dos protagonistas principais da imagem. A copa ampla e densa ocupa boa parte da zona superior, criando uma massa vegetal de grande força visual. Entre as suas folhas destacam-se verdes intensos, escuros e esmeralda, acompanhados por marrons, cinzas e pequenos nuances alaranjadas que sugerem ramos, folhas secas ou zonas atingidas pela luz. A sua presença aporta estabilidade à composição e funciona como uma entrada natural para o interior da paisagem.

O tronco e os ramos da árvore ficam parcialmente ocultos pela abundância das folhas, mas podem ser perceptíveis através de formas marrons e escuras que atravessam a vegetação. Esta estrutura interna transmite a sensação de uma árvore antiga, robusta e profundamente enraizada ao terreno. A copa não possui um contorno uniforme, mas expande-se irregularmente ao céu, refletindo o crescimento espontâneo da natureza. A sua densidade cria uma agradável impressão de sombra e abrigo.

Ao lado da árvore principal surge uma zona mais clara, de tonalidades verdes pálidos e amarelados, que poderia corresponder a um muro, uma elevação do terreno ou uma extensão de vegetação iluminada. Este espaço introduz um contraste importante com as zonas escuras da copa e permite separar visualmente a árvore do primeiro plano. As formas verticais e escuras que surgem diante desta claridade lembram pequenos troncos, arbustos ou plantas que crescem no limite do caminho.

Na zona central desenvolve-se uma sucessão de árvores e matorrais de menor tamanho que conduzem o olhar para a profundidade da paisagem. Suas formas sobrepõem-se criando diferentes planos, desde os verdes mais escuros e definidos do espaço próximo até aos tons azulados e suaves da distância. Entre eles aparecem pequenas notas ocre, amareladas, avermelhadas e marrons que trazem diversidade e sugerem mudanças na vegetação. Esta combinação faz com que a alameda pareça viva, abundante e em constante transformação.

Os árvores do lado direito apresentam silhuetas especialmente variadas. Alguns são compactos e frondosos, enquanto outros se elevam de forma estreita e vertical sobre o horizonte. Dois árvores altos destacam-se acima do restante da vegetação, proporcionando ritmo e elegância à composição. Suas formas alongadas parecem apontar para o céu e equilibram a grande massa horizontal da árvore situada à esquerda. A diferença de alturas evita a monotonia e cria uma agradável alternância entre espaços abertos e fechados.

O céu estende-se entre as copas mediante tonalidades azuladas, cinzentas, verdosas e brancas. Não aparece completamente límpido, mas coberto por uma atmosfera suave em que a luz parece difundida de maneira uniforme. Algumas zonas claras poderiam corresponder a nuvens leves ou a espaços iluminados entre o folhagem. Esta luminosidade contribui para suavizar o conjunto e permitir que as cores das árvores se destaquem sem se tornarem excessivamente intensas.

A relação entre o céu e a vegetação produz uma sensação de profundidade muito marcada. As árvores mais próximas apresentam cores escuras e saturadas, enquanto aquelas situadas à distância adquirem tons mais claros e azulados. Esta transição conduz o olhar lentamente até o horizonte e cria a impressão de que a paisagem continua para além do visível. O espaço central, ligeiramente mais aberto, convida o espectador a imaginar um percurso para o interior da alameda.

O caminho ou terreno desimpedido ocupa grande parte da zona inferior e estende-se de forma irregular para o fundo. Os verdes claros, amarelos suaves, ocre e marrons misturam-se para sugerir terra, erva e zonas iluminadas pelo sol. Não existe uma linha rígida que defina o trajeto, mas uma série de curvas e mudanças cromáticas que permitem intuir a sua direção. Esta irregularidade confere naturalidade e faz com que o terreno pareça formado pelo passar do tempo e pela convivência entre a vegetação e o trânsito.

Em alguns pontos do caminho aparecem franjas escuras e verdes que poderiam representar pequenos desníveis, sombras das árvores, sulcos ou acumulações de erva. Estas linhas avançam em diagonal e criam movimento no primeiro plano, guiando o olhar desde a parte inferior até a zona central. Os contrastes entre as áreas claras e escuras transmitem a sensação de que a luz atravessa os ramos de forma intermitente, iluminando determinados fragmentos do solo.

As tonalidades alaranjadas e avermelhadas concentradas no centro conferem calor à cena. Estas cores poderiam sugerir terra descoberta, folhas caídas ou plantas secas, introduzindo uma nota sazonal dentro do predominante verde. A sua presença equilibra a frieza dos azuis do céu e oferece um ponto de energia no coração da paisagem. A combinação de cores quentes e frias permite imaginar um momento de transição entre o verão e o início do outono.

O primeiro plano é formado por uma rica sucessão de verdes, amarelos pálidos, marrons e pequenas notas escuras. As formas entrelaçam-se e sugerem ervas, pequenas plantas, zonas de terra e sombras projetadas. Este espaço não aparece ordenado nem uniforme, mas cheio de variações que refletem a espontaneidade de um terreno natural. O observador pode imaginar a textura irregular do solo, a presença de folhas secas e o movimento da vegetação sob uma brisa suave.

A composição transmite uma sensação de calma, mas também de energia contida. Não aparecem pessoas, animais nem construções claramente definidas, por isso toda a atenção se concentra na vida vegetal. As árvores parecem mover-se e expandir-se, enquanto o caminho permanece aberto e silencioso. Esta ausência de atividade humana transforma a paisagem num espaço de contemplação, alheio ao ruído e às preocupações quotidianas.

A natureza apresenta-se como um ambiente protetor e envolvente. A grande árvore da esquerda oferece sombra e estabilidade, enquanto a alameda do fundo cria um limite visual que protege o espaço interior. Ao mesmo tempo, as aberturas do céu e o caminho central evitam qualquer sensação de aprisionamento. A cena mantém assim um equilíbrio entre intimidade e extensidade, convidando o espectador a entrar na paisagem sem perder a sensação de liberdade.

A pintura pode interpretar-se como uma celebração da beleza simples de um canto rural. Não representa um lugar grandioso nem um acontecimento excepcional, mas um fragmento de natureza observado com sensibilidade. A combinação de luz, vegetação e terreno transforma um caminho cotidiano num espaço cheio de nuances. Cada árvore e cada zona de cor contribuem para construir uma atmosfera em que o tempo parece avançar lentamente.

A variedade de verdes assume uma importância especial na cena. Os tons esmeralda, oliva, amarelados, azulados e escuros permitem distinguir as diferentes camadas de vegetação e as distintas intensidades de luz. Alguns verdes transmitem frescura e crescimento, enquanto outros sugerem sombra, humidade ou profundidade. Esta diversidade transforma a alameda num cenário complexo, onde cada recanto parece possuir a sua própria temperatura e o seu próprio estado de ânimo.

A obra convida a imaginar os sons e sensações do ambiente: o murmúrio do vento entre as folhas, o roçar dos ramos, o canto distante dos pássaros e o aroma da terra. A luz quente e as zonas sombreadas permitem imaginar uma caminhada tranquila sob as árvores. Esta capacidade de despertar memórias e sensações transforma a paisagem numa experiência íntima e próxima, capaz de transportar o espectador até aquele canto silencioso.

No conjunto, este quadro oferece uma visão vibrante e serena de uma paisagem arborizada, onde a vegetação abundante, o caminho iluminado e o céu suave se integram numa composição cheia de harmonia. A grande árvore à esquerda traz força e proteção, enquanto as árvores mais distantes conduzem o olhar até a profundidade. Os verdes intensos, as zonas amareladas e os acentos alaranjados transmitem vitalidade e sugerem a lenta mudança das estações. A obra celebra a beleza espontânea da natureza e evoca o prazer de percorrer um caminho tranquilo, rodeado por árvores e envolto pela luz do campo."

Dados

Artista
Lluís Domingo Abelló (1917-1993)
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Título da obra de arte
Bajo las copas
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Espanha
Estado
Bom estado
Altura
38 cm
Largura
46 cm
Estilo
Pós-impressionista
Período
1990-2000
Vendido por
EspanhaVerificado
1979
Objetos vendidos
100%
protop

Objetos semelhantes

Para si em

Arte moderna e contemporânea