Cesare Frugiuele - Terra nera che si risveglia





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Cesare Frugiuele apresenta Terra nera che si risveglia, uma pintura acrílica original sobre tela (90 x 60 cm) de Itália, assinada e vendida diretamente pelo artista, data de 2020+, não emoldurada, com Certificado de Autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
Autor: CESARE FRUGIUELE - Itália
Título: "Terra negra que desperta" - 2026
Acrílico em tela 60x90 cm, com moldura em madeira 43x18 mm,
acabado lateral para não ser emoldurado.
Com Certificado de Autenticidade.
Visite o meu site:
www.artepassionedivita.com
Descobrir a arte aos treze anos, autodidata, quase por acaso, foi uma experiência única, empolgante.
Ainda hoje, sessenta anos depois, revivo-a como então.
Desde cedo, instintivamente nutri uma autêntica paixão pelo desenho e pela pintura.
Ao longo dos anos, passei a apreciar a arte figurativa e a tendência contida à abstração, admirando a obra dos “Grandes” e cuidando constantemente do aspecto cromático como protagonista.
Depois, como impõe a evolução natural da busca artística íntima, o interesse desloca-se para novas influências, novas técnicas.
A contribuição pessoal transforma-se, torna-se mais íntima e re-elaborada, em certos momentos positivamente condicionada também pelas expressões primordiais dos sinais da existência humana.
O fio condutor do percurso, mesmo com o avizinhar de aparentes mutações estilísticas, nunca consegue renunciar à interpretação impulsiva, espontânea da cor da vida...
Autor: CESARE FRUGIUELE - Itália
Título: "Terra negra que desperta" - 2026
Acrílico em tela 60x90 cm, com moldura em madeira 43x18 mm,
acabado lateral para não ser emoldurado.
Com Certificado de Autenticidade.
Visite o meu site:
www.artepassionedivita.com
Descobrir a arte aos treze anos, autodidata, quase por acaso, foi uma experiência única, empolgante.
Ainda hoje, sessenta anos depois, revivo-a como então.
Desde cedo, instintivamente nutri uma autêntica paixão pelo desenho e pela pintura.
Ao longo dos anos, passei a apreciar a arte figurativa e a tendência contida à abstração, admirando a obra dos “Grandes” e cuidando constantemente do aspecto cromático como protagonista.
Depois, como impõe a evolução natural da busca artística íntima, o interesse desloca-se para novas influências, novas técnicas.
A contribuição pessoal transforma-se, torna-se mais íntima e re-elaborada, em certos momentos positivamente condicionada também pelas expressões primordiais dos sinais da existência humana.
O fio condutor do percurso, mesmo com o avizinhar de aparentes mutações estilísticas, nunca consegue renunciar à interpretação impulsiva, espontânea da cor da vida...

