Máscara ancestral 26 cm - Ligbi - Costa do Marfim






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Máscara ancestral de bronze, 26 cm de altura por 18 cm de largura, originária da Costa do Marfim, povo Ligbi, região de Bondoukou, reprodução, com suporte, em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Situados no norte da Costa do Marfim, os Ligbi e os Djimini destacam-se como artesãos eminentes e prósperos comerciantes de confissão muçulmana.
Eles perpetuam uma instituição sagrada, chamada Do (ou Lo), cuja dimensão pública atinge o auge durante cerimônias rítmicas por danças de uma policromia deslumbrante.
Essa máscara, verdadeiro tesouro originário da região de Bondoukou, no nordeste da Costa do Marfim, encarna a quintessência da mascarada Do.
A exímia finesse de sua escultura Sublime a harmonia das feições do rosto, ao mesmo tempo em que magnifica a perfeição geométrica de sua coifa complexa.
Os dois pendentes das orelhas captam especialmente o olhar pela sua surpreendente evolução estilística.
Nos máscaras Do arcaicas provenientes desta região, estes adornos permanecem curtos e se prendem diretamente à orelha.
As obras coletadas posteriormente revelam pendentes alongados, deslizando com elegância ao longo do oval do rosto.
Se nos máscaras de Kong, esses ornamentos tocam o queixo, nos Senoufo que apropriaram essa estética para seus próprios máscaras Kodoliyehe (Kpeliye), o ornamento original mutou para tornar-se um delicado apêndice que se funde com a mandíbula.
Ainda hoje, no coração das savanas setentrionais da Costa do Marfim, a mascarada Do conserva uma vitalidade vibrante dentro de várias comunidades muçulmanas.
Este rico panteão ritual despliega uma grande diversidade de figuras, incluindo o emblemático pássaro calau, venerado sob o nome de Yangaleya pelos Ligbi e de Mangangono pelos Dioula de Kong.
Situados no norte da Costa do Marfim, os Ligbi e os Djimini destacam-se como artesãos eminentes e prósperos comerciantes de confissão muçulmana.
Eles perpetuam uma instituição sagrada, chamada Do (ou Lo), cuja dimensão pública atinge o auge durante cerimônias rítmicas por danças de uma policromia deslumbrante.
Essa máscara, verdadeiro tesouro originário da região de Bondoukou, no nordeste da Costa do Marfim, encarna a quintessência da mascarada Do.
A exímia finesse de sua escultura Sublime a harmonia das feições do rosto, ao mesmo tempo em que magnifica a perfeição geométrica de sua coifa complexa.
Os dois pendentes das orelhas captam especialmente o olhar pela sua surpreendente evolução estilística.
Nos máscaras Do arcaicas provenientes desta região, estes adornos permanecem curtos e se prendem diretamente à orelha.
As obras coletadas posteriormente revelam pendentes alongados, deslizando com elegância ao longo do oval do rosto.
Se nos máscaras de Kong, esses ornamentos tocam o queixo, nos Senoufo que apropriaram essa estética para seus próprios máscaras Kodoliyehe (Kpeliye), o ornamento original mutou para tornar-se um delicado apêndice que se funde com a mandíbula.
Ainda hoje, no coração das savanas setentrionais da Costa do Marfim, a mascarada Do conserva uma vitalidade vibrante dentro de várias comunidades muçulmanas.
Este rico panteão ritual despliega uma grande diversidade de figuras, incluindo o emblemático pássaro calau, venerado sob o nome de Yangaleya pelos Ligbi e de Mangangono pelos Dioula de Kong.
