Franco Marzilli (1934–2010) - Paesaggio romano

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Giulia Santoro
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Franco Marzilli (Roma, 14 dicembre 1934 – Poggio Mirteto, 22 marzo 2010)

Paisagem romana

Óleo matérico sobre tela

Assinado no canto inferior esquerdo: Marzilli

Segunda metade do '900

Dimensões da pintura: 50,0x40,0 cm

Dimensões da moldura: 78,5x68,5 cm

A pintura está em ótimas condições; a moldura, muito bonita, apresenta leves defeitos e a cor da travessa inferior está desbotada (ver as fotos)


Franco Marzilli (Roma, 14 dezembro 1934 – Poggio Mirteto, 22 março 2010) foi ceramista, escultor e pintor italiano, pintor figurativo.

Franco Marzilli nasce de uma família romana e vive a sua juventude em Trastevere.

Inicia, ainda jovem, seus estudos de arte, frequentando a "Scuola preparatoria alle arti ornamentali" de Roma. Inicia sua produção artística e expositiva nos primeiros anos dos anos Sessenta, mantendo-se sempre alheio às modas, aos grupos e às tendências.

Entre o fim dos anos Sessenta e os primeiros Setenta, após as primeiras experiências expositivas em Florença e Veneza, Marzilli mudou-se primeiro para Nova York, depois para Londres e, por fim, para Paris, onde permaneceu por breve tempo, pintando e estudando.

Nos anos setenta desloca-se para o campo da Sabina, primeiro no borgo medieval de Casperia, depois numa casa de campo em Poggio Mirteto, onde prossegue, sem perturbação, a sua produção artística.

Falece em março de 2010 aos 75 anos.

A atividade artística
A produção artística de Franco Marzilli é extremamente variada e varia desde paisagens de Roma até as da campanha lazial, naturezas-mortes a fascinantes temas abstratos. Marzilli encontrava-se à vontade entre paisagem, natureza morta e figura. Suas célebres paisagens romanas demonstram uma solidez da arquitetura exaltada pela maciez e pela extrema pesquisa da cor. Castel Sant’Angelo, as pontes sobre o Tevere, o Coliseu evoluem figurativamente ao longo do tempo de uma figura mais uniforme e detalhada, para uma imagem definida em termos emocionais por pinceladas rápidas e mudanças de cor velozes. Suas bailarinas, da qual a primeira esposa foi inspiradora, entram na cena dos paisagens romanas e acompanham duas décadas da produção pictórica do Mestre. Nas naturezas-mortas, as cores vivas e sempre magistralmente combinadas devolvem limões, uvas, maçãs, flores que possuem a solidez de suas esculturas em cerâmica, prometendo a fragrância e o perfume da realidade. Marzilli era meticuloso na escolha dos materiais, das telas, do papel e das cores. Eternamente insatisfeito na busca daquela que, para ele, era a perfeição e a beleza que perseguiu desde sempre, e que aos olhos de seus admiradores, porém, encarnava com rara maestria. Em alguns catálogos lê-se que Franco Marzilli teria absorvido as lições dos mestres romanos, conseguindo elaborar uma linguagem pictórica refinadíssima e personalíssima que se expressa em obras de gosto "naturalista-abstracto" tipicamente italiano. No último decênio, seus pincéis souberam pintar a emoção da campanha sabina, com algumas breves referências aos paisagens romanos, como no caso das telas inspiradas em Veneza e em Tivoli, onde realizou uma das últimas exposições individuais. Ainda na cidade tiberina, o Mestre deixou talvez a última testemunha da composição de um grande mosaico, sobre o tema cavalos e cavaleiros, na praça principal. Pombas, Cavalos e Cavaleiros são os principais temas que suas telas trocavam com as esculturas de cerâmica, ricas em emoção. Do seu trabalho ocuparam-se, ao longo dos anos, os críticos de arte Carmine Benincasa, Toni Bonavita, Carlo Fabrizio Carli, Costanzo Costantini, Floriano De Santi, Carlo Giacomozzi, Sebastiano Grasso, Michelangelo Masciotta, Ruggero Martines, Carlo Melloni, Dario Micacchi, Terence Mullaly, Edith Schloss, Guglielmo Petroni, Marcello Venturoli, Max Wykes-Joice".

Franco Marzilli (Roma, 14 dicembre 1934 – Poggio Mirteto, 22 marzo 2010)

Paisagem romana

Óleo matérico sobre tela

Assinado no canto inferior esquerdo: Marzilli

Segunda metade do '900

Dimensões da pintura: 50,0x40,0 cm

Dimensões da moldura: 78,5x68,5 cm

A pintura está em ótimas condições; a moldura, muito bonita, apresenta leves defeitos e a cor da travessa inferior está desbotada (ver as fotos)


Franco Marzilli (Roma, 14 dezembro 1934 – Poggio Mirteto, 22 março 2010) foi ceramista, escultor e pintor italiano, pintor figurativo.

Franco Marzilli nasce de uma família romana e vive a sua juventude em Trastevere.

Inicia, ainda jovem, seus estudos de arte, frequentando a "Scuola preparatoria alle arti ornamentali" de Roma. Inicia sua produção artística e expositiva nos primeiros anos dos anos Sessenta, mantendo-se sempre alheio às modas, aos grupos e às tendências.

Entre o fim dos anos Sessenta e os primeiros Setenta, após as primeiras experiências expositivas em Florença e Veneza, Marzilli mudou-se primeiro para Nova York, depois para Londres e, por fim, para Paris, onde permaneceu por breve tempo, pintando e estudando.

Nos anos setenta desloca-se para o campo da Sabina, primeiro no borgo medieval de Casperia, depois numa casa de campo em Poggio Mirteto, onde prossegue, sem perturbação, a sua produção artística.

Falece em março de 2010 aos 75 anos.

A atividade artística
A produção artística de Franco Marzilli é extremamente variada e varia desde paisagens de Roma até as da campanha lazial, naturezas-mortes a fascinantes temas abstratos. Marzilli encontrava-se à vontade entre paisagem, natureza morta e figura. Suas célebres paisagens romanas demonstram uma solidez da arquitetura exaltada pela maciez e pela extrema pesquisa da cor. Castel Sant’Angelo, as pontes sobre o Tevere, o Coliseu evoluem figurativamente ao longo do tempo de uma figura mais uniforme e detalhada, para uma imagem definida em termos emocionais por pinceladas rápidas e mudanças de cor velozes. Suas bailarinas, da qual a primeira esposa foi inspiradora, entram na cena dos paisagens romanas e acompanham duas décadas da produção pictórica do Mestre. Nas naturezas-mortas, as cores vivas e sempre magistralmente combinadas devolvem limões, uvas, maçãs, flores que possuem a solidez de suas esculturas em cerâmica, prometendo a fragrância e o perfume da realidade. Marzilli era meticuloso na escolha dos materiais, das telas, do papel e das cores. Eternamente insatisfeito na busca daquela que, para ele, era a perfeição e a beleza que perseguiu desde sempre, e que aos olhos de seus admiradores, porém, encarnava com rara maestria. Em alguns catálogos lê-se que Franco Marzilli teria absorvido as lições dos mestres romanos, conseguindo elaborar uma linguagem pictórica refinadíssima e personalíssima que se expressa em obras de gosto "naturalista-abstracto" tipicamente italiano. No último decênio, seus pincéis souberam pintar a emoção da campanha sabina, com algumas breves referências aos paisagens romanos, como no caso das telas inspiradas em Veneza e em Tivoli, onde realizou uma das últimas exposições individuais. Ainda na cidade tiberina, o Mestre deixou talvez a última testemunha da composição de um grande mosaico, sobre o tema cavalos e cavaleiros, na praça principal. Pombas, Cavalos e Cavaleiros são os principais temas que suas telas trocavam com as esculturas de cerâmica, ricas em emoção. Do seu trabalho ocuparam-se, ao longo dos anos, os críticos de arte Carmine Benincasa, Toni Bonavita, Carlo Fabrizio Carli, Costanzo Costantini, Floriano De Santi, Carlo Giacomozzi, Sebastiano Grasso, Michelangelo Masciotta, Ruggero Martines, Carlo Melloni, Dario Micacchi, Terence Mullaly, Edith Schloss, Guglielmo Petroni, Marcello Venturoli, Max Wykes-Joice".

Dados

Artista
Franco Marzilli (1934–2010)
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Proprietário ou revendedor
Edição
Original
Título da obra de arte
Paesaggio romano
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Estado
Excelente estado
Altura
40 cm
Largura
50 cm
Imagem/Tema
Paisagens
Estilo
Realismo
Período
1960-1970
ItáliaVerificado
114
Objetos vendidos
Privado

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