Szilard Banyi - Alone





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Szilard Banyi, Alone, 2026, técnica mista em tela, 70 cm de altura por 50 cm de largura, assinado à mão, obra surrealista original que retrata um cervo num paisaje atmosférico, em excelentes condições, direta do artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Nome: - Szilard Banyi, húngaro, nascido na Romênia e residente na Alemanha desde 2021
Título da obra; Técnica - Alone - Tempera a Óleo com Ovo em Tela
Dimensões: 50x70cm
Assinatura: Assinada à mão
Impressões: não
Procedência: Não
Condição: Nova
Envio: sim
Ano: 2026
Molduras: Não disponíveis
Descrição:
Alone 2026 Tempera a Óleo com Ovo
Um cervo solitário emerge de uma paisagem sombria e atmosférica, cercado por passagens de luz fragmentadas, cores suaves e marcas expressivas. O contraste entre a delicada presença do animal e o ambiente profundo e sombreado cria uma sensação de isolamento e vulnerabilidade contida.
Técnica de pinceladas em camadas, passagens translúcidas e pingos sutis desfazem o limite entre paisagem e abstração, conferindo à cena uma qualidade onírica e ligeiramente inquietante. O cervo torna-se símbolo de solidão e busca serena, suspenso entre o familiar e o imaginado.
Alone combina iconografia figurativa com uma linguagem de pintura expressiva, semifoncional, criando uma obra contemporânea íntima e atmosférica.
Nome: - Szilard Banyi, húngaro, nascido na Romênia e residente na Alemanha desde 2021
Título da obra; Técnica - Alone - Tempera a Óleo com Ovo em Tela
Dimensões: 50x70cm
Assinatura: Assinada à mão
Impressões: não
Procedência: Não
Condição: Nova
Envio: sim
Ano: 2026
Molduras: Não disponíveis
Descrição:
Alone 2026 Tempera a Óleo com Ovo
Um cervo solitário emerge de uma paisagem sombria e atmosférica, cercado por passagens de luz fragmentadas, cores suaves e marcas expressivas. O contraste entre a delicada presença do animal e o ambiente profundo e sombreado cria uma sensação de isolamento e vulnerabilidade contida.
Técnica de pinceladas em camadas, passagens translúcidas e pingos sutis desfazem o limite entre paisagem e abstração, conferindo à cena uma qualidade onírica e ligeiramente inquietante. O cervo torna-se símbolo de solidão e busca serena, suspenso entre o familiar e o imaginado.
Alone combina iconografia figurativa com uma linguagem de pintura expressiva, semifoncional, criando uma obra contemporânea íntima e atmosférica.

