Enrico Baj (1924-2003) - Generale






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Enrico Baj, Generale, litografia em edição limitada (1980–1990), 65 cm de altura por 50 cm de largura, assinado à mão, em excelente estado, Itália, vendido pela Galleria.
Descrição fornecida pelo vendedor
Enrico Baj nasce em Milão em 31 de outubro de 1924. Depois de completar os estudos na Accademia di Brera, em 1951 promove, juntamente com Sergio Dangelo e Gianni Dova, o Movimento Arte Nucleare e realiza em sua cidade natal a primeira exposição individual na Galeria San Fedele. Em 1953 conhece Asger Jorn, com quem funda o Movimento Internacional para um Bauhaus Imaginista, alinhando-se contra a racionalização forçada e a geometrização da arte. No ano seguinte organiza os Encontros Internacionais da Cerâmica em Albisola, na Ligúria.
Em sua pesquisa artística, que se expressa através de colagens polimateriais e policromáticas, destacam-se de um lado um filão lúdico, onde predomina o prazer de fazer pintura com todo tipo de materiais e, de outro, um forte compromisso cívico e uma crítica da contemporaneidade, que se expressa nos Generais e nas Paradas militares dos anos sessenta, e ainda mais nas obras dos anos setenta, como Os funerais do anarquista Pinelli (1972) e a Apocalipse (1979). Nos anos oitenta, abandonando temporariamente a colagem, realiza a série Metamorfose e Metáforas (1988), na qual desenvolve uma figuração do imaginário e do fantástico. Em 1993 começa o ciclo das Máscaras tribais, montagens realizadas com os resíduos da civilização moderna para criar irônicas
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Enrico Baj nasce em Milão em 31 de outubro de 1924. Depois de completar os estudos na Accademia di Brera, em 1951 promove, juntamente com Sergio Dangelo e Gianni Dova, o Movimento Arte Nucleare e realiza em sua cidade natal a primeira exposição individual na Galeria San Fedele. Em 1953 conhece Asger Jorn, com quem funda o Movimento Internacional para um Bauhaus Imaginista, alinhando-se contra a racionalização forçada e a geometrização da arte. No ano seguinte organiza os Encontros Internacionais da Cerâmica em Albisola, na Ligúria.
Em sua pesquisa artística, que se expressa através de colagens polimateriais e policromáticas, destacam-se de um lado um filão lúdico, onde predomina o prazer de fazer pintura com todo tipo de materiais e, de outro, um forte compromisso cívico e uma crítica da contemporaneidade, que se expressa nos Generais e nas Paradas militares dos anos sessenta, e ainda mais nas obras dos anos setenta, como Os funerais do anarquista Pinelli (1972) e a Apocalipse (1979). Nos anos oitenta, abandonando temporariamente a colagem, realiza a série Metamorfose e Metáforas (1988), na qual desenvolve uma figuração do imaginário e do fantástico. Em 1993 começa o ciclo das Máscaras tribais, montagens realizadas com os resíduos da civilização moderna para criar irônicas
