Deanna Durbin - Cassete, Photo





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Linda foto dedicada à famosa atriz e cantora Deanna Durbin e cassete com o melhor de suas músicas. Ela está na Calçada da Fama em Hollywood.
Deanna Durbin (Winnipeg, Manitoba, Canadá, 4 de dezembro de 1921 - Paris, França, 17 de abril de 2013)[1] foi uma atriz e cantora canadense que alcançou grande fama ainda na adolescência em musicais e comédias de Hollywood. Filmou entre 1936 e 1948, especializando-se em papéis de ingénua aos quais somava uma bela voz de soprano leve.[2]
Biografia
Edna Mae Durbin, seu verdadeiro nome, nasceu em 4 de dezembro de 1921 no Grace Hospital de Winnipeg (Canadá) de pais britânicos, com quem se mudou para a Califórnia na infância. Foi "descoberta" pela Metro-Goldwyn-Mayer através de um concurso escolar de canto em Los Angeles, para onde sua família havia se mudado com o objetivo de fazer uma biografia da cantora de opera Ernestine Schumann-Heink, mas acabou estreando no cinema com um curta do estúdio em que co-protagonizou outra adolescente de carreira fulgurante, Judy Garland, "Every Sunday" (Concierto ao ar livre). Ambas tinham cerca de 15 anos.[3] Com papéis de adolescente em produções açucaradas, muito ao gosto da época, alcançou grande popularidade e chegou a salvar os Estúdios Universal da falência com filmes como Reina aos quatorze anos ou Mentirosinha (Mad About Music).
Durbin manteve-se ligada à Universal ao longo de sua vida profissional, que se estendeu por mais de uma vintena de títulos, que também lhe renderam fama fora dos Estados Unidos. Tanto Winston Churchill quanto Benito Mussolini estiveram entre seus admiradores, e a tristemente famosa Anna Frank tinha uma foto dela pendurada na parede do esconderijo em que tentava escapar dos nazistas.
Em 1938 recebeu, junto a Mickey Rooney, um Prêmio Óscar Juvenil Especial por "sua significativa contribuição para levar às telas o espírito e a personificação da juventude". Aos 25 anos, era a segunda mulher mais bem paga de Hollywood, atrás de Bette Davis, e seu clube de fãs era o mais numeroso durante os anos quarenta. Em 1945 rodou e participou do elenco do filme A Dama do Trem, dirigido pelo cineasta francês Charles David, que se tornaria seu terceiro marido.[2] Seu último filme foi For the Love of Mary, de Frederick De Cordova, em 1948.[3]
Aos 28 anos afastou-se dos sets ao casar-se com o diretor francês Charles David, com quem teve seu segundo filho, e desapareceu da vida pública. "Não podia ser sempre a pequena Miss Fixit que irrumpiu na canção", disse então. Recolheu-se com sua família, filhos, netos e bisnetos, na cidade francesa de Neauphle-le-Château, perto de Paris. Durante décadas rejeitou todas as ofertas para retornar ao cinema. Sua voz de soprano foi descrita muitas vezes como "bella e natural", e sua versão do aria "Un bel di vedremo", da ópera Madama Butterfly, foi um sucesso de vendas. Sua popularidade levou à criação de bonecas com sua imagem, e seu primeiro beijo na tela foi um grande acontecimento para os jornais da época.
Linda foto dedicada à famosa atriz e cantora Deanna Durbin e cassete com o melhor de suas músicas. Ela está na Calçada da Fama em Hollywood.
Deanna Durbin (Winnipeg, Manitoba, Canadá, 4 de dezembro de 1921 - Paris, França, 17 de abril de 2013)[1] foi uma atriz e cantora canadense que alcançou grande fama ainda na adolescência em musicais e comédias de Hollywood. Filmou entre 1936 e 1948, especializando-se em papéis de ingénua aos quais somava uma bela voz de soprano leve.[2]
Biografia
Edna Mae Durbin, seu verdadeiro nome, nasceu em 4 de dezembro de 1921 no Grace Hospital de Winnipeg (Canadá) de pais britânicos, com quem se mudou para a Califórnia na infância. Foi "descoberta" pela Metro-Goldwyn-Mayer através de um concurso escolar de canto em Los Angeles, para onde sua família havia se mudado com o objetivo de fazer uma biografia da cantora de opera Ernestine Schumann-Heink, mas acabou estreando no cinema com um curta do estúdio em que co-protagonizou outra adolescente de carreira fulgurante, Judy Garland, "Every Sunday" (Concierto ao ar livre). Ambas tinham cerca de 15 anos.[3] Com papéis de adolescente em produções açucaradas, muito ao gosto da época, alcançou grande popularidade e chegou a salvar os Estúdios Universal da falência com filmes como Reina aos quatorze anos ou Mentirosinha (Mad About Music).
Durbin manteve-se ligada à Universal ao longo de sua vida profissional, que se estendeu por mais de uma vintena de títulos, que também lhe renderam fama fora dos Estados Unidos. Tanto Winston Churchill quanto Benito Mussolini estiveram entre seus admiradores, e a tristemente famosa Anna Frank tinha uma foto dela pendurada na parede do esconderijo em que tentava escapar dos nazistas.
Em 1938 recebeu, junto a Mickey Rooney, um Prêmio Óscar Juvenil Especial por "sua significativa contribuição para levar às telas o espírito e a personificação da juventude". Aos 25 anos, era a segunda mulher mais bem paga de Hollywood, atrás de Bette Davis, e seu clube de fãs era o mais numeroso durante os anos quarenta. Em 1945 rodou e participou do elenco do filme A Dama do Trem, dirigido pelo cineasta francês Charles David, que se tornaria seu terceiro marido.[2] Seu último filme foi For the Love of Mary, de Frederick De Cordova, em 1948.[3]
Aos 28 anos afastou-se dos sets ao casar-se com o diretor francês Charles David, com quem teve seu segundo filho, e desapareceu da vida pública. "Não podia ser sempre a pequena Miss Fixit que irrumpiu na canção", disse então. Recolheu-se com sua família, filhos, netos e bisnetos, na cidade francesa de Neauphle-le-Château, perto de Paris. Durante décadas rejeitou todas as ofertas para retornar ao cinema. Sua voz de soprano foi descrita muitas vezes como "bella e natural", e sua versão do aria "Un bel di vedremo", da ópera Madama Butterfly, foi um sucesso de vendas. Sua popularidade levou à criação de bonecas com sua imagem, e seu primeiro beijo na tela foi um grande acontecimento para os jornais da época.
