Jone Hopper - Jeune taureau au vase





€3 | ||
|---|---|---|
€2 | ||
€1 |
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 140943 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Jone Hopper, Jeune taureau au vase, técnicas mistas sobre tela, Edição Original, Ano 2020 em diante, 40 cm por 50 cm, França, vendido diretamente pelo artista, assinado à mão, certificado de autenticidade incluído.
Descrição fornecida pelo vendedor
Nascido em 1977, Jone Hopper é um artista francês.
No final dos anos 80, ele faz suas primeiras experiências na rua por meio de um movimento emergente na época, o graffiti. Ele marca o seu nome na rua, nas paredes e nos trens. Reconhecido por seus personagens e por suas assinaturas com aerossol, ele cria o coletivo TBS (The Brutal Style) com Skepa e mais alguns grafiteiros engajados. Sabemos pouco sobre ele, pois o artista permanece fiel ao espírito do graffiti e deseja permanecer anônimo, considerando que é a obra que deve ser destacada e não o personagem. Inexistente nas redes sociais, ausente das vernissages, artista sem rosto, continua sendo um verdadeiro mistério, exceto para alguns galeristas que o conhecem de perto. Ele compara sua pintura a um pedaço de Hip Hop, empresta de Basquiat, Keith Haring, Picasso, Matisse, Andy Warhol ou mesmo Bacon, puxa de todos os movimentos pictóricos, da arte Moderna à Contemporânea, passando pelo Clássico, ele age como um sampler... amostra, recorta, reúne e cria assim novas imagens.
- Técnicas mistas: aerossol, pastel e acrílico sobre tela
- Com certificado de autenticidade
Nascido em 1977, Jone Hopper é um artista francês.
No final dos anos 80, ele faz suas primeiras experiências na rua por meio de um movimento emergente na época, o graffiti. Ele marca o seu nome na rua, nas paredes e nos trens. Reconhecido por seus personagens e por suas assinaturas com aerossol, ele cria o coletivo TBS (The Brutal Style) com Skepa e mais alguns grafiteiros engajados. Sabemos pouco sobre ele, pois o artista permanece fiel ao espírito do graffiti e deseja permanecer anônimo, considerando que é a obra que deve ser destacada e não o personagem. Inexistente nas redes sociais, ausente das vernissages, artista sem rosto, continua sendo um verdadeiro mistério, exceto para alguns galeristas que o conhecem de perto. Ele compara sua pintura a um pedaço de Hip Hop, empresta de Basquiat, Keith Haring, Picasso, Matisse, Andy Warhol ou mesmo Bacon, puxa de todos os movimentos pictóricos, da arte Moderna à Contemporânea, passando pelo Clássico, ele age como um sampler... amostra, recorta, reúne e cria assim novas imagens.
- Técnicas mistas: aerossol, pastel e acrílico sobre tela
- Com certificado de autenticidade

