Alessandro Padovan (1983) - 3D BERNARD AUBERTIN NEW! (con teca plexiglass)






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Alessandro Padovan apresenta 3D BERNARD AUBERTIN NEW! (com vitrine de plexiglass) como uma escultura única de Screw Art vermelha em madeira e ferro, 32 × 32 × 12 cm, assinada à mão, em excelentes condições, fabricada na Itália e vendida pela Galleria.
Descrição fornecida pelo vendedor
A obra nasce de um diálogo ideal com a pesquisa de Bernard Aubertin, artista do Nouveau Réalisme que fez do vermelho, da repetição e da matéria elementos centrais de sua poética. Em suas obras, a serialidade de elementos simples e cotidianos torna-se uma linguagem capaz de evocar tensão, energia, destruição e transformação.
Nesta obra, porém, a tradição é reinterpretada através de um elemento característico da minha pesquisa: a parafusa.
No lugar dos pregos usados por Aubertin, utilizo centenas de parafusos, dispostos segundo uma estrutura geométrica precisa na superfície vermelha. A parafusa, elemento normalmente associado à montagem, à construção e à mecânica, é aqui transformada em um elemento artístico autônomo. Sua repetição gera uma superfície tridimensional na qual luz, sombra e profundidade modificam continuamente a percepção da obra.
O vermelho envolve a composição como uma superfície carregada de energia, enquanto os parafusos emergem do plano, criando uma espécie de vibração visual. A partir de uma visão frontal, a composição parece ordenada e minimalista; observando-a de lado, porém, emerge sua verdadeira natureza tridimensional e material.
A obra não pretende ser uma simples citação de Aubertin, mas uma reinterpretation contemporânea de seu vocabulário, substituindo o prego pela parafusa e transformando um objeto industrial em um sinal artístico.
A parafusa torna-se assim símbolo de construção e destruição ao mesmo tempo: o que normalmente serve para unir e fixar é utilizado para criar uma superfície inquieta, intensa e profundamente material.
É justamente nesse contraste entre ordem e tensão, construção e destruição, bidimensionalidade e tridimensionalidade que nasce a identidade da obra.
Obra do artista Alessandro Padovan, famoso no mundo inteiro por sua técnica da Screw Art.
A obra é enriquecida por uma vitrine em plexiglass.
A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em relíquia contemporânea.
As obras deste artista contemporâneo inserem-se no trilho da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, pelo vocabulário visual e pelo impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst.
Ao mesmo tempo, a pesquisa artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icônica e do design global, evocando símbolos santis e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari, Porsche, Lamborghini.
As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com os artistas ou marcas citados, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.
Este enfoque torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e fãs de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nas grandes marcas icônicas, mantendo, no entanto, uma forte identidade artística autônoma.
A obra nasce de um diálogo ideal com a pesquisa de Bernard Aubertin, artista do Nouveau Réalisme que fez do vermelho, da repetição e da matéria elementos centrais de sua poética. Em suas obras, a serialidade de elementos simples e cotidianos torna-se uma linguagem capaz de evocar tensão, energia, destruição e transformação.
Nesta obra, porém, a tradição é reinterpretada através de um elemento característico da minha pesquisa: a parafusa.
No lugar dos pregos usados por Aubertin, utilizo centenas de parafusos, dispostos segundo uma estrutura geométrica precisa na superfície vermelha. A parafusa, elemento normalmente associado à montagem, à construção e à mecânica, é aqui transformada em um elemento artístico autônomo. Sua repetição gera uma superfície tridimensional na qual luz, sombra e profundidade modificam continuamente a percepção da obra.
O vermelho envolve a composição como uma superfície carregada de energia, enquanto os parafusos emergem do plano, criando uma espécie de vibração visual. A partir de uma visão frontal, a composição parece ordenada e minimalista; observando-a de lado, porém, emerge sua verdadeira natureza tridimensional e material.
A obra não pretende ser uma simples citação de Aubertin, mas uma reinterpretation contemporânea de seu vocabulário, substituindo o prego pela parafusa e transformando um objeto industrial em um sinal artístico.
A parafusa torna-se assim símbolo de construção e destruição ao mesmo tempo: o que normalmente serve para unir e fixar é utilizado para criar uma superfície inquieta, intensa e profundamente material.
É justamente nesse contraste entre ordem e tensão, construção e destruição, bidimensionalidade e tridimensionalidade que nasce a identidade da obra.
Obra do artista Alessandro Padovan, famoso no mundo inteiro por sua técnica da Screw Art.
A obra é enriquecida por uma vitrine em plexiglass.
A vitrine transparente isola e protege, transformando a obra em relíquia contemporânea.
As obras deste artista contemporâneo inserem-se no trilho da Pop Art, Screw Art, da arte conceitual e da arte urbana, evocando, pelo vocabulário visual e pelo impacto cultural, o trabalho de grandes nomes como Andy Warhol, Jean‑Michel Basquiat, Banksy, Jeff Koons, Keith Haring, Fontana, Imbue, obey, Padovan, Schifano, Nicole Lubbers, Bani, kev munday invader, murakami e Damien Hirst.
Ao mesmo tempo, a pesquisa artística dialoga com o imaginário do luxo, da moda icônica e do design global, evocando símbolos santis e marcas universalmente reconhecidas como Louis Vuitton, Gucci, Chanel, Hermès, Rolex, Ferrari, Porsche, Lamborghini.
As obras não são réplicas nem colaborações oficiais com os artistas ou marcas citados, mas criações originais, realizadas com um estilo pessoal que reflete uma crítica e uma releitura do consumismo, do valor simbólico da marca e da arte como objeto cultural contemporâneo.
Este enfoque torna as obras particularmente apreciadas por colecionadores e fãs de arte contemporânea, Pop Art de luxo, street art conceitual e arte inspirada nas grandes marcas icônicas, mantendo, no entanto, uma forte identidade artística autônoma.
