A M Reyes - “Vuelo Inconsciente"(XXL)





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Descrição fornecida pelo vendedor
“Vuelo Inconsciente”, ergue-se como um autorretrato lírico da dúvida e do mérito. A composição, uma fusão de realismo figurativo e pinceladas expressivas, capta um instante suspenso onde a figura central, uma bailarina em repouso, debate-se entre sua própria percepção e a realidade que a rodeia. Construí a figura da bailarina com uma sólida tridimensionalidade por meio de pinceladas firmes e pontos de luz vibrantes. Essa precisão técnica celebra a disciplina e o triunfo do corpo, enquanto os tons quentes e a estrutura sólida do pedestal lhe conferem uma base firme e luminosa. Ao lhe dar essa textura rica, tátil e luminosa à asa azulada, torno tangível aquilo que a bailarina ainda não vê, uma estrutura de luz e volume que confirma a certeza absoluta de seu próprio potencial, desplegado e pronto para o voo. Vida AMReyes. (Granma, Cuba 1991) descobriu desde muito jovem que o desenho não era apenas um passatempo, mas uma forma de traduzir o mundo. Em 2010, formou-se com honras na prestigiosa Academia de Belas Artes Carlos Enrique Gómez. Ali consolidou uma destreza técnica excepcional na pintura a óleo, acrílico e desenho do natural, alicerces que mais tarde dariam forma ao seu selo conceitual. Seus primeiros anos de carreira transcorreu em meio à efervescência cultural cubana, participando ativamente de salões de arte jovem e exposições coletivas. Seu trabalho passou a destacar-se de imediato: em salões e exposições obtendo numerosos prêmios e menções. A obra de AMReyes distingue-se por um realismo visceral e imponente que prende o olhar de imediato. No entanto, sua proposta não se queda na mera mímica fotográfica. Sobre uma anatomia trabalhada com rigor ou rostos carregados de uma profunda expressividade psicográfica, a artista sobrepõe e integra ícones, alegorias e elementos conceituais: asas que parecem invisíveis para quem as porta, fios suspensos, blocos de cor densos ou vestimentas carregadas de simbolismo. Para ela, o corpo humano e a figura cotidiana são a tela perfeita para refletir sobre a identidade. Essa fusão entre maestria técnica e narrativa simbólica abriu caminho para sua projeção internacional. Ao longo da última década, suas peças foram adquiridas por colecionistas privados e galerias em: Espanha: onde sua linguagem conceitual conecta-se ao expressionismo europeu. Estados Unidos: integrada em coleções privadas dedicadas à arte latino-americana contemporânea. Bélgica e Polônia: exposta em feiras de arte figurativa e galerias de vanguarda. Rússia: adquirida por colecionistas fascinados pelo rigor técnico e pela escola do realismo. Atualmente, AMReyes reside na Espanha, país onde estabeleceu seu ateliê e consolidou uma nova etapa criativa. Longe do barulho comercial rápido, continua desenvolvendo sua vida artística com paciência e rigor, explorando a pintura como ferramenta de introspeção universal. Seu estúdio é hoje um espaço de criação constante, onde cada pincelada continua revelando aquelas verdades e ícones ocultos que todos carregamos dentro, mas que muitas vezes nos custa ver."
“Vuelo Inconsciente”, ergue-se como um autorretrato lírico da dúvida e do mérito. A composição, uma fusão de realismo figurativo e pinceladas expressivas, capta um instante suspenso onde a figura central, uma bailarina em repouso, debate-se entre sua própria percepção e a realidade que a rodeia. Construí a figura da bailarina com uma sólida tridimensionalidade por meio de pinceladas firmes e pontos de luz vibrantes. Essa precisão técnica celebra a disciplina e o triunfo do corpo, enquanto os tons quentes e a estrutura sólida do pedestal lhe conferem uma base firme e luminosa. Ao lhe dar essa textura rica, tátil e luminosa à asa azulada, torno tangível aquilo que a bailarina ainda não vê, uma estrutura de luz e volume que confirma a certeza absoluta de seu próprio potencial, desplegado e pronto para o voo. Vida AMReyes. (Granma, Cuba 1991) descobriu desde muito jovem que o desenho não era apenas um passatempo, mas uma forma de traduzir o mundo. Em 2010, formou-se com honras na prestigiosa Academia de Belas Artes Carlos Enrique Gómez. Ali consolidou uma destreza técnica excepcional na pintura a óleo, acrílico e desenho do natural, alicerces que mais tarde dariam forma ao seu selo conceitual. Seus primeiros anos de carreira transcorreu em meio à efervescência cultural cubana, participando ativamente de salões de arte jovem e exposições coletivas. Seu trabalho passou a destacar-se de imediato: em salões e exposições obtendo numerosos prêmios e menções. A obra de AMReyes distingue-se por um realismo visceral e imponente que prende o olhar de imediato. No entanto, sua proposta não se queda na mera mímica fotográfica. Sobre uma anatomia trabalhada com rigor ou rostos carregados de uma profunda expressividade psicográfica, a artista sobrepõe e integra ícones, alegorias e elementos conceituais: asas que parecem invisíveis para quem as porta, fios suspensos, blocos de cor densos ou vestimentas carregadas de simbolismo. Para ela, o corpo humano e a figura cotidiana são a tela perfeita para refletir sobre a identidade. Essa fusão entre maestria técnica e narrativa simbólica abriu caminho para sua projeção internacional. Ao longo da última década, suas peças foram adquiridas por colecionistas privados e galerias em: Espanha: onde sua linguagem conceitual conecta-se ao expressionismo europeu. Estados Unidos: integrada em coleções privadas dedicadas à arte latino-americana contemporânea. Bélgica e Polônia: exposta em feiras de arte figurativa e galerias de vanguarda. Rússia: adquirida por colecionistas fascinados pelo rigor técnico e pela escola do realismo. Atualmente, AMReyes reside na Espanha, país onde estabeleceu seu ateliê e consolidou uma nova etapa criativa. Longe do barulho comercial rápido, continua desenvolvendo sua vida artística com paciência e rigor, explorando a pintura como ferramenta de introspeção universal. Seu estúdio é hoje um espaço de criação constante, onde cada pincelada continua revelando aquelas verdades e ícones ocultos que todos carregamos dentro, mas que muitas vezes nos custa ver."

