Aleix Albareda - A GENTLE SWEEP





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Trustpilot 4.4 | 141255 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Peça única, assinada à mão, pintura acrílica sobre tela quadrada de 112 x 112 cm intitulada 'A Gentle Sweep', criada na Espanha em 2025, que retrata uma paisagem contemporânea, em excelente estado, vendida diretamente pelo artista com certificado de autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
Peça única, com certificado de autenticidade.
Esta série de pinturas propõe uma interpretação particular da paisagem contemporânea, na qual a natureza, a memória e a abstração convivem dentro de uma mesma superfície pictórica. Árvores e formas vegetais constituem o ponto de partida, mas são progressivamente transformadas por meio de uma estrutura de retículas, linhas verticais, fragmentações e superposições que questionam a percepção imediata da imagem.
A grade adquire um papel essencial como elemento de construção e, ao mesmo tempo, de ruptura. Divide a paisagem, oculta-a parcialmente e obriga o espectador a reconstruí-la visualmente. Diante dessa estrutura geométrica, a pintura mantém uma forte dimensão gestual: manchas, arrastos, transparências, gotejamentos e acumulações de matéria proporcionam ritmo, profundidade e tensão.
A cor também desempenha uma função expressiva. Os contrastes entre pretos e verdes, vermelhos, laranjas, amarelos, rosas e azuis geram diferentes estados de ânimo sem abandonar a unidade conceitual da série. A natureza surge assim não como uma representação literal, mas como uma experiência emocional e fragmentária.
Há nessas obras uma constante tensão entre ordem e caos, figurativo e abstrato, estrutura e gesto. A paisagem reconhecível permanece presente, porém sujeita a um processo de decomposição e reconstrução que a transforma em algo mais ambíguo e pessoal.
O formato quadrado de 112 × 112 cm confere às composições uma presença contundente e envolvente. São obras concebidas para serem contempladas não apenas como imagens de uma paisagem, mas como superfícies onde a paisagem se transforma em matéria, memória e linguagem pictórica.
No conjunto, a série propõe um olhar contemporâneo sobre a natureza: uma paisagem que não pretende reproduzir o que vemos, mas expressar aquilo que permanece em nosso olhar depois de termos visto.
Peça única, com certificado de autenticidade.
Esta série de pinturas propõe uma interpretação particular da paisagem contemporânea, na qual a natureza, a memória e a abstração convivem dentro de uma mesma superfície pictórica. Árvores e formas vegetais constituem o ponto de partida, mas são progressivamente transformadas por meio de uma estrutura de retículas, linhas verticais, fragmentações e superposições que questionam a percepção imediata da imagem.
A grade adquire um papel essencial como elemento de construção e, ao mesmo tempo, de ruptura. Divide a paisagem, oculta-a parcialmente e obriga o espectador a reconstruí-la visualmente. Diante dessa estrutura geométrica, a pintura mantém uma forte dimensão gestual: manchas, arrastos, transparências, gotejamentos e acumulações de matéria proporcionam ritmo, profundidade e tensão.
A cor também desempenha uma função expressiva. Os contrastes entre pretos e verdes, vermelhos, laranjas, amarelos, rosas e azuis geram diferentes estados de ânimo sem abandonar a unidade conceitual da série. A natureza surge assim não como uma representação literal, mas como uma experiência emocional e fragmentária.
Há nessas obras uma constante tensão entre ordem e caos, figurativo e abstrato, estrutura e gesto. A paisagem reconhecível permanece presente, porém sujeita a um processo de decomposição e reconstrução que a transforma em algo mais ambíguo e pessoal.
O formato quadrado de 112 × 112 cm confere às composições uma presença contundente e envolvente. São obras concebidas para serem contempladas não apenas como imagens de uma paisagem, mas como superfícies onde a paisagem se transforma em matéria, memória e linguagem pictórica.
No conjunto, a série propõe um olhar contemporâneo sobre a natureza: uma paisagem que não pretende reproduzir o que vemos, mas expressar aquilo que permanece em nosso olhar depois de termos visto.

