Gianfranco Zenerato - CONNECTION

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Maurizio Buquicchio
Especialista
Selecionado por Maurizio Buquicchio

Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.

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Classificada como Excelente na Trustpilot.

Gianfranco Zenerato CONNECTION, óleo sobre painel, 2026, 55×45 cm, original, assinado à mão, vendido com moldura, directamente do artista, Itália, em excelente estado.

Resumo assistido por IA

Descrição fornecida pelo vendedor

OPORTUNIDADE PARA COLECIONADORES E INVESTIDORES DE ARTE

Entre os artistas contemporâneos mais apreciados e em rápido crescimento na Catawiki, Gianfranco Zenerato já conquistou a confiança de mais de 180 colecionadores internacionais.

ADICIONE À SUA COLEÇÃO UMA OBRA EXCLUSIVA E DISTINTA, CAPAZ DE VALORIZAR O PRESTÍGIO DO SEU PATRIMÔNIO ARTÍSTICO!

FRETE GRÁTIS EM TODO O MUNDO!!!

A obra será embalada com o máximo cuidado e enviada gratuitamente para qualquer parte do mundo, sem custos adicionais de transporte.

O envio será feito por empresa de correios profissional, com embalagem adequada para garantir a máxima proteção da obra durante o transporte.

✓ Envio gratuito worldwide
✓ Embalagem profissional e segura
✓ Envio via correio
✓ Nenhum custo adicional de transporte

Uma oportunidade para colecionadores de todo o mundo adquirirem a obra sem se preocuparem com as despesas de envio.

- 224 obras vendidas
- 100% feedback positivo
- 89 avaliações certificadas

www.zenerato.com

Peça única 100% PINTADA A MÃO
Certificado de arquivamento internacional - Certificado de autenticidade - dossiê contendo o percurso artístico do artista - dimensões totais incluindo moldura 45x55x5,5cm - óleo sobre painel -
Pronta para ser pendurada - Belíssima moldura em madeira artesanalmente preparada

POR QUE COLECIONAR UMA OBRA DE GIANFRANCO ZENERATO

✓ Mais de 35 anos de carreira profissional
Ativo desde 1990, Gianfranco Zenerato desenvolveu ao longo do tempo uma linguagem artística pessoal, reconhecida e apreciada por colecionadores e críticos de arte.

✓ Mais de 600 exposições e manifestações artísticas
Presença constante no cenário artístico nacional e internacional, construída ao longo de décadas de atividade expositiva.

✓ Mais de 500 prêmios e reconhecimentos
Um percurso artístico premiado por instituições, críticos e organizações culturais que reconheceram seu valor e qualidade.

✓ Obras presentes em coleções privadas e públicas
Suas pinturas integram coleções na Itália, Europa, América e Ásia, confirmando o interesse internacional pelo seu trabalho.

✓ Apreciado pela crítica especializada
Sua pesquisa artística foi analisada e apresentada por críticos e historiadores de arte de renome, entre eles Paolo Levi, Giammarco Puntelli, Sandro Serradifalco, Giorgio Grasso e inúmeros outros profissionais do setor.

✓ Um estilo único e imediatamente reconhecível
As obras de Zenerato unem tradição figurativa, simbolismo e contemporaneidade. Cada quadro conta uma história e convida o observador a uma leitura pessoal e sempre nova.

✓ Obras realizadas com alta qualidade técnica
Grande atenção aos detalhes, equilíbrio composicional e intensidade cromática tornam cada trabalho um peça de forte impacto visual e colecionável.

✓ Não apenas uma simples decoração
Cada obra nasce de um caminho de pesquisa desenvolvido ao longo de mais de três décadas de atividade profissional e representa uma síntese da visão artística do autor.

Uma oportunidade para o colecionador

Adquirir uma obra de Gianfranco Zenerato significa possuir um trabalho original criado por um artista com uma longa carreira documentada, centenas de reconhecimentos e uma presença consolidada em coleções internacionais.

Uma obra pensada não apenas para ser admirada hoje, mas para manter ao longo do tempo seu valor artístico, cultural e colecionável.

GIANFRANCO ZENERATO (Artista profissional - Itália)
Inicia sua carreira em 1990, empreendendo um longo percurso que o verá presente com seus trabalhos em mais de 600 eventos de arte.
Artista premiado a nível nacional e internacional.
Mais de 500 prêmios vencidos.
Suas obras integram importantes coleções privadas e públicas na Itália, Europa, América e Ásia.
Já expôs ao lado de artistas de renome como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò etc.
Atualmente colabora com o conhecido crítico de arte Prof. Giammarco Puntelli.

Algumas críticas de renomados especialistas do setor:

Gianfranco Zenerato insere-se naquela corrente de artistas dos anos setenta, severos mensageiros da sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romeiro Franco Mulas expressavam raiva social, ao contrário Zenerato é portador de um aviso comovente, onde a derrota do homem pode representar também a antessala de uma redenção laica. Trata-se de uma visão densa em significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar pesquisa com experimentação. (Paolo Levi)

Percebe-se receber desta imagem emblemática uma espécie de convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem mulher. A classicidade dessas imagens silenciosas interrompe a atmosfera suspensa de um mundo cinza, o contemporâneo, que nos distrai do sonho. (Paolo Levi)

Neste mensagem visual inquietante porém explícito, o diálogo entre essencialidade cromática e harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista hábil. Interessante e inédita a mistura entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)

Gianfranco Zenerato elabora narrativas sinais que revelam, etapa a etapa, as infinitas possibilidades de uma imaginação fértil, organizada segundo sequências ordenadas das próprias elaborações mentais. Suas construções fantasiosas poderiam, portanto, confundir o júri crítico ao defini-lo como surrealista. Isso não é correto, pois ele não nos apresenta uma imaginação absurda e irreal, mas ao contrário, pinta uma realidade a nós familiar, com um objetivo, porém, comunicativo e altamente simbólico. (Sandro Serradifalco)

Este quadro de Gianfranco Zenerato é tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras possuem uma forte componente cenográfica e cabe a quem investiga essas mensagens decifrar qual significado o autor atribuiu a elas. Ele de fato brinca com símbolos e alusões e diverte-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (Salvatore Russo)

Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande capacidade naquilo que é uma representação de expectativa, onde a modernidade se encontra com um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar os sentimentos... (Giammarco Puntelli)

O autor baseia-se na sobreposição e interseção de gêneros, numa pesquisa alusiva e metafórica incisiva nos sujeitos e nas cores. Com uma intuição fulminante, une passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita criptográfica ...) de modo que a obra se torna um paradigma artístico, mas também literário e metanarrativo. Pressiona o pintor para identificar um novo universo visual, explorar os limites da iconografia tradicional para demonstrar quanto a pintura hoje — entre tanto ruído — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista reafirma então — também graças às cores chamativas — como a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.

A pintura de Gianfranco Zenerato nos conduz a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que enfrentamos com o artista, que através de várias experiências chegou a situar sua visão num presente que "olha" para o passado como um mundo ideal, mas já perdido, e para um futuro repleto de contaminações artificiais e artificiais.
É um alerta e um aviso a mensagem que transparece dos elementos postos na tela a contornar sua visão de conjunto. A "bateria" que encontramos como elemento fixo está nos dizendo "atenção", o tempo está prestes a expirar, e o forte apelo de elementos naturais colocados em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam o quão importante é não romper o vínculo com o passado, com um mundo em que a natureza era predominante.
O elemento feminino, colocado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da mãe-Terra posada no limiar entre passado e futuro.
Gianfranco, como um Odisseu, viaja nessa dimensão temporal, em busca das forças que nos sustentam e nos formam, alteram ou governam nosso destino. Empurrado para o futuro o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas então percebe a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que ele mesmo criou, o tecnológico, que lhe escapa de mãos e sente, portanto, a necessidade de retornar de onde partiu. Volta assim a ciclicidade em que a viagem é esse eterno chamamento à vida e à morte. Devemos retornar ao ponto de partida para nos reencontrarmos, e a figura feminina torna-se símbolo de aquele que nos permite renascer.
As palavras "partir" e "partir-para" contêm ambas o conceito de separação e distanciamento e em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato há esse remate temporal circular, esse partir e depois voltar. Quando olhamos para o futuro não nos resta senão voltar o olhar para o passado para não perder nossas raízes, para não sermos desumanizados pelo mundo tecnológico e pós-tecnologico.
Cada viagem coloca em igualdade de condições racionalidade e emoções, faz nascer dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e assumem significados diferentes.
Rumo ao futuro torna-se desafio, captado no olhar feminino, mas também perigo, pois é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação de si mesmo, hábitos, papéis e certezas. Partir é liberdade e, mesmo que limitada porque se vai ao encontro do desconhecido, consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrifuga e centrípeta, o fluxo da expansão é a direção para onde se dirige, enquanto o centro de contração é a direção de onde se parte e, nas obras de Zenerato, temos essa sensação de proveniência de um lugar e de direção para outro. No centro, a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração de ir, com seus ritmos, ruídos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada porque o próprio artista não se reconhece nessa colocação: é como se a perda de identidade fosse uma resignação desanimada à perda de vínculo com o passado e também os elementos das naturezas mortas tornam-se, em alguns casos, quase ausentes e sobrepostos pelos elementos tecnológicos.
Torna-se fundamental, então, proteger-se desse futuro, que avança perigoso e quase descontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até as ilusões são reais.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a possibilidade de viajar através de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá seu próprio reflexo em um espelho. Partir com ele significará ofuscar momentaneamente esses espelhos na expectativa de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, perceberemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Podemos perder-nos e depois reencontrar-nos, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)

O artista partindo do passatismo clássico com uma linguagem de pré-astracionismo figurativo, no fundo de seu cosmos historizante interior, move o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até às extremas emergências do presente, subjugando sua técnica douta à energia do sonho, do sinal, do símbolo e, principalmente, da cor, rica em nitidez, e de pureza timbrística, para interagir com o presente também tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguardia citazionista de fim de final de século, com sobreposições perspectivas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato tem potencial criativo de largo alcance histórico, soube combiná-lo poeticamente, montando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e em varredura no cursor de sua infinita evolução imaginativa, mediante o hiperrealismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)

Muito interessante a sua pesquisa: a figuração atinge efeitos cenográficos em um espaço no qual vibra uma frequência simbólica, confiada de vez em quando ao sonho, ao mito, ou à realidade cotidiana, tudo harmonizado por um magnífico jogo cromático.

O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone

Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque expressam o que têm a dizer de uma forma que pareça nunca ter sido dito antes. (Goethe)

É necessário partire da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isto porque através dessa simples frase se conta uma grande verdade, ou seja, que já se fez de tudo na pintura e hoje o artista que busca conquistar uma própria individualidade, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, deve superar obstáculos enormes porque, como também dizia Giorgio Morandi, “De novo ao mundo não há nada ou muito pouco”, e portanto para ser original seria preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.

Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos, cada um, portanto, tem direito de emocionar-se diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a poucos eleitos que, capazes de ver o que os outros muitas vezes não percebem, conseguem transformar as emoções que surgem das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram a cinza do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos, sem dúvida, está o Mestre Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da minúcia, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, ainda que remeta aos mestres do passado, demonstra que o artista soube tirar proveito das lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visível naquele toque de elegante modernidade presente em cada criação, o que o torna uma “mosca branca” no cenário artístico nacional.
Cantos de flores e frutas maduras e exuberantes, repousando em altas paredes de mármore desgastadas pelos anos e frequentemente rabiscadas por desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da moderna vida cotidiana, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que se tornam elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem circundante, quase sempre captada ao anoitecer quando o raio verde saúda o sol e dá as boas-vindas à lua, emerge com ainda mais vigor aquilo que Zenerato banha sobre as tábuas de mármore em primeiro plano, em que se destaca uma cor cada vez mais viva que varia do vermelho ao amarelo, ao verde, e a todos os tons quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte por ter criado um estilo primeiro poético e depois pictórico, com o qual consegue representar aquilo que ele sente filtrando as feiuras e negatividades que o nosso mundo carrega consigo.

Alguns dos principais prêmios:

1° prêmio concurso internacional de pintura "garotos" 2003 (seção arte sacra)
1° prêmio concurso nacional "cidade de san giovanni lupatoto" 2000
1° prêmio concurso nacional "cidade de caprino veronese" (premio jovens)
1° prêmio comune di parre concurso internaz. Di pittura "garotos" 2008
1° prêmio concurso nacional "cidade de san bellino" 2012
1° prêmio concurso internacional "galeria la spadarina" 2012
1° prêmio concurso nacional "cidade di lendinara" 2012
1° prêmio concurso nacional "cidade de fontanelle" 2012 (seção miniquadro)
1° prêmio concurso nacional "cidade di guanzate" 2014
1° prêmio concurso nacional "cidade di desenzano" 2015
1° prêmio concurso nacional "cidade di fratta polesine" 2015
1° prêmio concurso de pintura "cidade di vestenanova" 2017
1° prêmio concurso de pintura "cidade di fontanelle" 2017
1° prêmio concurso de pintura "cidade di fontanelle" 2018
1° prêmio concurso nacional "cidade di fontanelle" 2019 (seção miniquadro)
2° prêmio concurso nacional "cidade di romano d'ezzelino" 2005
2° prêmio concurso nacional "cidade di castelfranco veneto" 2005
2° prêmio concurso de pintura "cidade di bovolone" 2006
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OPORTUNIDADE PARA COLECIONADORES E INVESTIDORES DE ARTE

Entre os artistas contemporâneos mais apreciados e em rápido crescimento na Catawiki, Gianfranco Zenerato já conquistou a confiança de mais de 180 colecionadores internacionais.

ADICIONE À SUA COLEÇÃO UMA OBRA EXCLUSIVA E DISTINTA, CAPAZ DE VALORIZAR O PRESTÍGIO DO SEU PATRIMÔNIO ARTÍSTICO!

FRETE GRÁTIS EM TODO O MUNDO!!!

A obra será embalada com o máximo cuidado e enviada gratuitamente para qualquer parte do mundo, sem custos adicionais de transporte.

O envio será feito por empresa de correios profissional, com embalagem adequada para garantir a máxima proteção da obra durante o transporte.

✓ Envio gratuito worldwide
✓ Embalagem profissional e segura
✓ Envio via correio
✓ Nenhum custo adicional de transporte

Uma oportunidade para colecionadores de todo o mundo adquirirem a obra sem se preocuparem com as despesas de envio.

- 224 obras vendidas
- 100% feedback positivo
- 89 avaliações certificadas

www.zenerato.com

Peça única 100% PINTADA A MÃO
Certificado de arquivamento internacional - Certificado de autenticidade - dossiê contendo o percurso artístico do artista - dimensões totais incluindo moldura 45x55x5,5cm - óleo sobre painel -
Pronta para ser pendurada - Belíssima moldura em madeira artesanalmente preparada

POR QUE COLECIONAR UMA OBRA DE GIANFRANCO ZENERATO

✓ Mais de 35 anos de carreira profissional
Ativo desde 1990, Gianfranco Zenerato desenvolveu ao longo do tempo uma linguagem artística pessoal, reconhecida e apreciada por colecionadores e críticos de arte.

✓ Mais de 600 exposições e manifestações artísticas
Presença constante no cenário artístico nacional e internacional, construída ao longo de décadas de atividade expositiva.

✓ Mais de 500 prêmios e reconhecimentos
Um percurso artístico premiado por instituições, críticos e organizações culturais que reconheceram seu valor e qualidade.

✓ Obras presentes em coleções privadas e públicas
Suas pinturas integram coleções na Itália, Europa, América e Ásia, confirmando o interesse internacional pelo seu trabalho.

✓ Apreciado pela crítica especializada
Sua pesquisa artística foi analisada e apresentada por críticos e historiadores de arte de renome, entre eles Paolo Levi, Giammarco Puntelli, Sandro Serradifalco, Giorgio Grasso e inúmeros outros profissionais do setor.

✓ Um estilo único e imediatamente reconhecível
As obras de Zenerato unem tradição figurativa, simbolismo e contemporaneidade. Cada quadro conta uma história e convida o observador a uma leitura pessoal e sempre nova.

✓ Obras realizadas com alta qualidade técnica
Grande atenção aos detalhes, equilíbrio composicional e intensidade cromática tornam cada trabalho um peça de forte impacto visual e colecionável.

✓ Não apenas uma simples decoração
Cada obra nasce de um caminho de pesquisa desenvolvido ao longo de mais de três décadas de atividade profissional e representa uma síntese da visão artística do autor.

Uma oportunidade para o colecionador

Adquirir uma obra de Gianfranco Zenerato significa possuir um trabalho original criado por um artista com uma longa carreira documentada, centenas de reconhecimentos e uma presença consolidada em coleções internacionais.

Uma obra pensada não apenas para ser admirada hoje, mas para manter ao longo do tempo seu valor artístico, cultural e colecionável.

GIANFRANCO ZENERATO (Artista profissional - Itália)
Inicia sua carreira em 1990, empreendendo um longo percurso que o verá presente com seus trabalhos em mais de 600 eventos de arte.
Artista premiado a nível nacional e internacional.
Mais de 500 prêmios vencidos.
Suas obras integram importantes coleções privadas e públicas na Itália, Europa, América e Ásia.
Já expôs ao lado de artistas de renome como Antonio Nunziante, Athos Faccincani, Alfonso Borghi, Giuseppe Menozzi, Giampaolo Talani, Saturno Buttò etc.
Atualmente colabora com o conhecido crítico de arte Prof. Giammarco Puntelli.

Algumas críticas de renomados especialistas do setor:

Gianfranco Zenerato insere-se naquela corrente de artistas dos anos setenta, severos mensageiros da sociedade ocidental. Enquanto o milanês Antonio Recalcati e o romeiro Franco Mulas expressavam raiva social, ao contrário Zenerato é portador de um aviso comovente, onde a derrota do homem pode representar também a antessala de uma redenção laica. Trata-se de uma visão densa em significados simbólicos, de um pintor de escola moderna, que com talento sabe conciliar pesquisa com experimentação. (Paolo Levi)

Percebe-se receber desta imagem emblemática uma espécie de convite à meditação sobre a beleza de uma natureza morta, de uma flor e de uma jovem mulher. A classicidade dessas imagens silenciosas interrompe a atmosfera suspensa de um mundo cinza, o contemporâneo, que nos distrai do sonho. (Paolo Levi)

Neste mensagem visual inquietante porém explícito, o diálogo entre essencialidade cromática e harmonia das formas testemunha a tensão expressiva e a maestria de um artista hábil. Interessante e inédita a mistura entre flores, frutos e objetos tecnológicos da contemporaneidade. (Stefania Bison)

Gianfranco Zenerato elabora narrativas sinais que revelam, etapa a etapa, as infinitas possibilidades de uma imaginação fértil, organizada segundo sequências ordenadas das próprias elaborações mentais. Suas construções fantasiosas poderiam, portanto, confundir o júri crítico ao defini-lo como surrealista. Isso não é correto, pois ele não nos apresenta uma imaginação absurda e irreal, mas ao contrário, pinta uma realidade a nós familiar, com um objetivo, porém, comunicativo e altamente simbólico. (Sandro Serradifalco)

Este quadro de Gianfranco Zenerato é tecnicamente bem estruturado, finamente e ricamente articulado, e propõe a realidade construída pela mente de um visionário. Suas obras possuem uma forte componente cenográfica e cabe a quem investiga essas mensagens decifrar qual significado o autor atribuiu a elas. Ele de fato brinca com símbolos e alusões e diverte-se a confundir as coordenadas interpretativas do que pode ser o entrelaçamento de uma história camuflada de irrealidade. (Salvatore Russo)

Com Gianfranco Zenerato temos uma excelente ideia, transformada com grande capacidade naquilo que é uma representação de expectativa, onde a modernidade se encontra com um tempo que não existe mais para nos fazer reencontrar os sentimentos... (Giammarco Puntelli)

O autor baseia-se na sobreposição e interseção de gêneros, numa pesquisa alusiva e metafórica incisiva nos sujeitos e nas cores. Com uma intuição fulminante, une passado (natureza morta), presente (a imagem feminina) e futuro (o simbolismo, a escrita criptográfica ...) de modo que a obra se torna um paradigma artístico, mas também literário e metanarrativo. Pressiona o pintor para identificar um novo universo visual, explorar os limites da iconografia tradicional para demonstrar quanto a pintura hoje — entre tanto ruído — ainda é uma disciplina original. A criatividade do artista reafirma então — também graças às cores chamativas — como a abordagem ligada ao gênero ainda tem cidadania na pintura do século XXI.

A pintura de Gianfranco Zenerato nos conduz a uma visão da realidade operada em três níveis. É uma viagem no tempo que enfrentamos com o artista, que através de várias experiências chegou a situar sua visão num presente que "olha" para o passado como um mundo ideal, mas já perdido, e para um futuro repleto de contaminações artificiais e artificiais.
É um alerta e um aviso a mensagem que transparece dos elementos postos na tela a contornar sua visão de conjunto. A "bateria" que encontramos como elemento fixo está nos dizendo "atenção", o tempo está prestes a expirar, e o forte apelo de elementos naturais colocados em primeiro plano, contaminados por objetos do mundo tecnológico (o mouse, o CD ou o despertador) ressaltam o quão importante é não romper o vínculo com o passado, com um mundo em que a natureza era predominante.
O elemento feminino, colocado no plano temporal do presente, representa o arquétipo da mãe-Terra posada no limiar entre passado e futuro.
Gianfranco, como um Odisseu, viaja nessa dimensão temporal, em busca das forças que nos sustentam e nos formam, alteram ou governam nosso destino. Empurrado para o futuro o homem-artista encara a viagem com força e determinação, mas então percebe a própria fragilidade diante da complexidade de um mundo que ele mesmo criou, o tecnológico, que lhe escapa de mãos e sente, portanto, a necessidade de retornar de onde partiu. Volta assim a ciclicidade em que a viagem é esse eterno chamamento à vida e à morte. Devemos retornar ao ponto de partida para nos reencontrarmos, e a figura feminina torna-se símbolo de aquele que nos permite renascer.
As palavras "partir" e "partir-para" contêm ambas o conceito de separação e distanciamento e em cada viagem realizada por Gianfranco Zenerato há esse remate temporal circular, esse partir e depois voltar. Quando olhamos para o futuro não nos resta senão voltar o olhar para o passado para não perder nossas raízes, para não sermos desumanizados pelo mundo tecnológico e pós-tecnologico.
Cada viagem coloca em igualdade de condições racionalidade e emoções, faz nascer dúvidas e medos, os tempos do cotidiano distorcem-se e assumem significados diferentes.
Rumo ao futuro torna-se desafio, captado no olhar feminino, mas também perigo, pois é quase uma perda de identidade. Partir implica enfrentar a separação de si mesmo, hábitos, papéis e certezas. Partir é liberdade e, mesmo que limitada porque se vai ao encontro do desconhecido, consegue colocar ordem no passado. A perspectiva em movimento torna-se centrifuga e centrípeta, o fluxo da expansão é a direção para onde se dirige, enquanto o centro de contração é a direção de onde se parte e, nas obras de Zenerato, temos essa sensação de proveniência de um lugar e de direção para outro. No centro, a figura feminina como ponto de referência: é a consciência do artista, o coração de ir, com seus ritmos, ruídos, tempos, dificuldades, descobertas e emoções.
O plano temporal do futuro que representa a chegada é, em algumas obras, desumanizado, e a figura feminina é quase desintegrada porque o próprio artista não se reconhece nessa colocação: é como se a perda de identidade fosse uma resignação desanimada à perda de vínculo com o passado e também os elementos das naturezas mortas tornam-se, em alguns casos, quase ausentes e sobrepostos pelos elementos tecnológicos.
Torna-se fundamental, então, proteger-se desse futuro, que avança perigoso e quase descontrolável, e refugiar-se em algo conhecido e antigo onde até as ilusões são reais.
Com Gianfranco Zenerato temos realmente a possibilidade de viajar através de sonhos, sinais e símbolos, onde cada um de nós verá seu próprio reflexo em um espelho. Partir com ele significará ofuscar momentaneamente esses espelhos na expectativa de descobrir uma imagem diferente de nós mesmos. Encontraremos, talvez, nossa essência, perceberemos a relatividade dos valores e dos pontos de vista próprios e alheios. Podemos perder-nos e depois reencontrar-nos, percebendo uma natureza, um destino, uma identidade comuns. (Gaetana Foletto)

O artista partindo do passatismo clássico com uma linguagem de pré-astracionismo figurativo, no fundo de seu cosmos historizante interior, move o cursor móvel de sua consciência de desenvolvimento emergente, até às extremas emergências do presente, subjugando sua técnica douta à energia do sonho, do sinal, do símbolo e, principalmente, da cor, rica em nitidez, e de pureza timbrística, para interagir com o presente também tecnológico. Sua modernidade é genuinamente psicológica e expressão intensiva de sua carga expressiva de variáveis da transavanguardia citazionista de fim de final de século, com sobreposições perspectivas caravaggescas ... e psicologia moderna de origem pós-renascentista (Rembrandt ...). Zenerato tem potencial criativo de largo alcance histórico, soube combiná-lo poeticamente, montando, fazendo vibrar a lira da poesia da alma sobre as coordenadas da história da arte em valores universais, e em varredura no cursor de sua infinita evolução imaginativa, mediante o hiperrealismo de seu sonho visionário, uma janela aberta somada à razão. dialogando com o presente. (Prof. Alfredo Pasolino)

Muito interessante a sua pesquisa: a figuração atinge efeitos cenográficos em um espaço no qual vibra uma frequência simbólica, confiada de vez em quando ao sonho, ao mito, ou à realidade cotidiana, tudo harmonizado por um magnífico jogo cromático.

O Artista do rigor e da modernidade
A cargo de Francesco Cairone

Os autores mais originais não o são porque promovem o que é novo, mas porque expressam o que têm a dizer de uma forma que pareça nunca ter sido dito antes. (Goethe)

É necessário partire da frase incisiva de Goethe para falar da rica e inovadora pintura do artista Gianfranco Zenerato, e isto porque através dessa simples frase se conta uma grande verdade, ou seja, que já se fez de tudo na pintura e hoje o artista que busca conquistar uma própria individualidade, sem se deixar influenciar pelas correntes e pelos Mestres do passado, deve superar obstáculos enormes porque, como também dizia Giorgio Morandi, “De novo ao mundo não há nada ou muito pouco”, e portanto para ser original seria preciso pintar levando em conta as evoluções sociais, tecnológicas e científicas.

Dizem que a arte é de todos, mas não é para todos, cada um, portanto, tem direito de emocionar-se diante de uma obra-prima, mas pintar e criar é um dom que Deus concedeu apenas a poucos eleitos que, capazes de ver o que os outros muitas vezes não percebem, conseguem transformar as emoções que surgem das pequenas coisas, de um gesto, de uma carícia, de um olhar, em tons vibrantes que coloram a cinza do mundo que nos cerca.
Entre esses sortudos, sem dúvida, está o Mestre Zenerato, artista talentoso como poucos, que faz da minúcia, do rigor e da fantasia um estilo pictórico que, ainda que remeta aos mestres do passado, demonstra que o artista soube tirar proveito das lições da bela pintura, roubando aos grandes uma técnica irrepreensível, apresentando uma unicidade e uma individualidade visível naquele toque de elegante modernidade presente em cada criação, o que o torna uma “mosca branca” no cenário artístico nacional.
Cantos de flores e frutas maduras e exuberantes, repousando em altas paredes de mármore desgastadas pelos anos e frequentemente rabiscadas por desenhos amorosos de dois jovens amantes, entrelaçam-se com objetos da moderna vida cotidiana, como um CD-ROM, um mouse, uma espátula, que se tornam elo de ligação entre passado, presente e futuro; a paisagem circundante, quase sempre captada ao anoitecer quando o raio verde saúda o sol e dá as boas-vindas à lua, emerge com ainda mais vigor aquilo que Zenerato banha sobre as tábuas de mármore em primeiro plano, em que se destaca uma cor cada vez mais viva que varia do vermelho ao amarelo, ao verde, e a todos os tons quentes do arco-íris.
E o arco-íris parece sobrepor-se à carreira deste jovem e promissor artista, prosador da arte por ter criado um estilo primeiro poético e depois pictórico, com o qual consegue representar aquilo que ele sente filtrando as feiuras e negatividades que o nosso mundo carrega consigo.

Alguns dos principais prêmios:

1° prêmio concurso internacional de pintura "garotos" 2003 (seção arte sacra)
1° prêmio concurso nacional "cidade de san giovanni lupatoto" 2000
1° prêmio concurso nacional "cidade de caprino veronese" (premio jovens)
1° prêmio comune di parre concurso internaz. Di pittura "garotos" 2008
1° prêmio concurso nacional "cidade de san bellino" 2012
1° prêmio concurso internacional "galeria la spadarina" 2012
1° prêmio concurso nacional "cidade di lendinara" 2012
1° prêmio concurso nacional "cidade de fontanelle" 2012 (seção miniquadro)
1° prêmio concurso nacional "cidade di guanzate" 2014
1° prêmio concurso nacional "cidade di desenzano" 2015
1° prêmio concurso nacional "cidade di fratta polesine" 2015
1° prêmio concurso de pintura "cidade di vestenanova" 2017
1° prêmio concurso de pintura "cidade di fontanelle" 2017
1° prêmio concurso de pintura "cidade di fontanelle" 2018
1° prêmio concurso nacional "cidade di fontanelle" 2019 (seção miniquadro)
2° prêmio concurso nacional "cidade di romano d'ezzelino" 2005
2° prêmio concurso nacional "cidade di castelfranco veneto" 2005
2° prêmio concurso de pintura "cidade di bovolone" 2006
...

Dados

Artista
Gianfranco Zenerato
Vendido com moldura
Sim
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Edição
Original
Título da obra de arte
CONNECTION
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Itália
Ano
2026
Estado
Excelente estado
Altura
55 cm
Largura
45 cm
Estilo
Surrealismo
Período
Depois de 2020
Vendido por
ItáliaVerificado
225
Objetos vendidos
100%
pro

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Arte moderna e contemporânea