Damià Torres (1921) - La casa escondida






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 141331 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
La casa escondida, 1970-1980, óleo sobre tela, Espanha, por Damià Torres (1921), assinado à mão.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Damià Torres, que representa uma paisagem de montanha tranquila com um arroyo cercado por árvores e uma pequena casa escondida entre a vegetação. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
• Dimensões da obra: 27x35x1 cm.
• Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista na parte inferior esquerda.
• A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real na cor, escala e detalhes.
A tela será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX, utilizando materiais de alta qualidade para garantir sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreamento. Envíos disponíveis a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro apresenta uma paisagem natural de grande riqueza visual, protagonizada por um tranquilo curso de água que atravessa uma floresta repleta de vida e cor. A cena conduz o olhar desde a superfície serena do primeiro plano até uma pequena casa situada entre as árvores, enquanto, à distância, uma sequência de montanhas fecha suavemente o horizonte. A composição transmite a sensação de estar diante de um lugar isolado, silencioso e protegido, onde a natureza envolve por completo qualquer presença humana.
A água ocupa uma parte fundamental da zona inferior e funciona como um espelho no qual se refletem as árvores, o céu e as cores do entorno. Sobre a sua superfície aparecem tonalidades violeta, verde, cinza, amarelo e azulado que mudam sutilmente conforme a iluminação. Essas variações criam uma agradável sensação de movimento, apesar do leito parecer calmo. Os reflexos alongados dos troncos estabelecem uma conexão visual entre a vegetação e a água, aumentando a profundidade da paisagem.
A ambos os lados do arroyo ergue-se uma abundante vegetação com inúmeros árvores e arbustos. Alguns troncos aparecem nus ou com poucas folhas, enquanto outros mantêm copas densas em tons de verde e amarelo. Essa combinação parece situar a cena em um momento de transição sazonal, possivelmente no início do outono, quando o folhagem ainda conserva parte de sua frescura, mas já começa a adquirir cores douradas, ocre e avermelhadas.
A margem encontra-se salpicada de rochas de diversos tamanhos, concentradas especialmente na zona central e na margem direita. Suas formas irregulares permitem seguir o percurso da água para o interior da floresta. Os tons claros de algumas pedras contrastam com os verdes profundos, os marrons e os violetas do terreno, trazendo luminosidade e ritmo à composição. Todo o cenário parece desenvolver-se de forma espontânea, como um canto natural pouco alterado pela presença humana.
Entre a vegetação surge uma pequena casa de cor avermelhada, discretamente situada no centro da cena. Seu tamanho diminuto em relação à amplitude da floresta faz com que pareça integrada ao ambiente. Longe de dominar a paisagem, a habitação apresenta-se como um refúgio tranquilo, quase escondido entre galhos, folhas e sombras. Sua presença desperta curiosidade e permite imaginar uma vida simples e serena, afastada do barulho e cercada apenas pelo som da água e das árvores.
A casa constitui um ponto de referência delicado dentro da composição. Seus tons quentes contrastam com as cores mais frias das montanhas e com os verdes da vegetação. O olhar chega até ela depois de percorrer a água, as pedras e os claros do bosque, tornando-a uma espécie de destino visual. Parece o final de um caminho invisível ou o refúgio que se alcançar depois de atravessar a paisagem.
Ao fundo estende-se uma cadeia montanhosa representada por meio de tons violeta, cinza e azulados. Suas formas suaves fundem-se com a atmosfera e criam uma sensação de distância. O céu claro ilumina os cumes e abre a composição, evitando que a vegetação pareça fechada ou pesada. Essa transição entre o bosque escuro do primeiro plano e a claridade das montanhas confere profundidade e equilibra perfeitamente a cena.
A gama de cores contribui de forma decisiva para a atmosfera do quadro. Os verdes, amarelos e ocre evocam a vitalidade da vegetação, enquanto os violetas e azuis transmitem frescor, silêncio e distância. Pequenos acentos laranjas e avermelhados introduzem calor e sugerem folhas recentemente caídas ou iluminadas pela luz. Essa diversidade cromática transforma a paisagem em uma visão rica e envolvente, capaz de despertar uma forte sensação de contato com a natureza.
A ausência de figuras humanas reforça a calma e a intimidade do lugar. Tudo parece manter-se em equilíbrio: a água avança suavemente, os ramos elevam-se ao céu e a casa descansa protegida entre as árvores. A cena convida a imaginar os sons do bosque, o murmúrio do riacho e o ar fresco da montanha. Também desperta o desejo de adentrar o cenário e descobrir o que se esconde além da vegetação.
No conjunto, este quadro representa um refúgio natural pleno de serenidade, onde um arroyo, uma floresta e uma pequena casa se integram harmoniosamente sob a presença distante das montanhas. A variedade de cores, os reflexos sobre a água e a profundidade da paisagem criam uma atmosfera tranquila e evocadora. É uma obra que celebra a beleza de lugares afastados, a mudança das estações e a profunda sensação de paz que a natureza produz.
Mais sobre o vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Damià Torres, que representa uma paisagem de montanha tranquila com um arroyo cercado por árvores e uma pequena casa escondida entre a vegetação. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
• Dimensões da obra: 27x35x1 cm.
• Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista na parte inferior esquerda.
• A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real na cor, escala e detalhes.
A tela será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX, utilizando materiais de alta qualidade para garantir sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreamento. Envíos disponíveis a nível internacional.
------------------------------------------------------------------
Este quadro apresenta uma paisagem natural de grande riqueza visual, protagonizada por um tranquilo curso de água que atravessa uma floresta repleta de vida e cor. A cena conduz o olhar desde a superfície serena do primeiro plano até uma pequena casa situada entre as árvores, enquanto, à distância, uma sequência de montanhas fecha suavemente o horizonte. A composição transmite a sensação de estar diante de um lugar isolado, silencioso e protegido, onde a natureza envolve por completo qualquer presença humana.
A água ocupa uma parte fundamental da zona inferior e funciona como um espelho no qual se refletem as árvores, o céu e as cores do entorno. Sobre a sua superfície aparecem tonalidades violeta, verde, cinza, amarelo e azulado que mudam sutilmente conforme a iluminação. Essas variações criam uma agradável sensação de movimento, apesar do leito parecer calmo. Os reflexos alongados dos troncos estabelecem uma conexão visual entre a vegetação e a água, aumentando a profundidade da paisagem.
A ambos os lados do arroyo ergue-se uma abundante vegetação com inúmeros árvores e arbustos. Alguns troncos aparecem nus ou com poucas folhas, enquanto outros mantêm copas densas em tons de verde e amarelo. Essa combinação parece situar a cena em um momento de transição sazonal, possivelmente no início do outono, quando o folhagem ainda conserva parte de sua frescura, mas já começa a adquirir cores douradas, ocre e avermelhadas.
A margem encontra-se salpicada de rochas de diversos tamanhos, concentradas especialmente na zona central e na margem direita. Suas formas irregulares permitem seguir o percurso da água para o interior da floresta. Os tons claros de algumas pedras contrastam com os verdes profundos, os marrons e os violetas do terreno, trazendo luminosidade e ritmo à composição. Todo o cenário parece desenvolver-se de forma espontânea, como um canto natural pouco alterado pela presença humana.
Entre a vegetação surge uma pequena casa de cor avermelhada, discretamente situada no centro da cena. Seu tamanho diminuto em relação à amplitude da floresta faz com que pareça integrada ao ambiente. Longe de dominar a paisagem, a habitação apresenta-se como um refúgio tranquilo, quase escondido entre galhos, folhas e sombras. Sua presença desperta curiosidade e permite imaginar uma vida simples e serena, afastada do barulho e cercada apenas pelo som da água e das árvores.
A casa constitui um ponto de referência delicado dentro da composição. Seus tons quentes contrastam com as cores mais frias das montanhas e com os verdes da vegetação. O olhar chega até ela depois de percorrer a água, as pedras e os claros do bosque, tornando-a uma espécie de destino visual. Parece o final de um caminho invisível ou o refúgio que se alcançar depois de atravessar a paisagem.
Ao fundo estende-se uma cadeia montanhosa representada por meio de tons violeta, cinza e azulados. Suas formas suaves fundem-se com a atmosfera e criam uma sensação de distância. O céu claro ilumina os cumes e abre a composição, evitando que a vegetação pareça fechada ou pesada. Essa transição entre o bosque escuro do primeiro plano e a claridade das montanhas confere profundidade e equilibra perfeitamente a cena.
A gama de cores contribui de forma decisiva para a atmosfera do quadro. Os verdes, amarelos e ocre evocam a vitalidade da vegetação, enquanto os violetas e azuis transmitem frescor, silêncio e distância. Pequenos acentos laranjas e avermelhados introduzem calor e sugerem folhas recentemente caídas ou iluminadas pela luz. Essa diversidade cromática transforma a paisagem em uma visão rica e envolvente, capaz de despertar uma forte sensação de contato com a natureza.
A ausência de figuras humanas reforça a calma e a intimidade do lugar. Tudo parece manter-se em equilíbrio: a água avança suavemente, os ramos elevam-se ao céu e a casa descansa protegida entre as árvores. A cena convida a imaginar os sons do bosque, o murmúrio do riacho e o ar fresco da montanha. Também desperta o desejo de adentrar o cenário e descobrir o que se esconde além da vegetação.
No conjunto, este quadro representa um refúgio natural pleno de serenidade, onde um arroyo, uma floresta e uma pequena casa se integram harmoniosamente sob a presença distante das montanhas. A variedade de cores, os reflexos sobre a água e a profundidade da paisagem criam uma atmosfera tranquila e evocadora. É uma obra que celebra a beleza de lugares afastados, a mudança das estações e a profunda sensação de paz que a natureza produz.
