Primo Conti (1900-1988) - Senza titolo. 1975






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Primo Conti, Senza titolo. 1975, aguaforte em estilo abstrato, folha 70 x 50 cm, assinado à mão, edição 85/100, em excelentes condições, Itália.
Descrição fornecida pelo vendedor
Primo Conti (Firenze, 16 de outubro de 1900 – Fiesole, 12 de novembro de 1988), Sem Título. 1970 aproximadamente. Calcografia original. Folha de 70 x 50 cm. Parte impressa de 33 x 28 cm. Assinado a lápis e numerado 85/100. Papel Fabriano. Em perfeito estado.
Umberto Primo Conti (Firenze, 16 de outubro de 1900 – Fiesole, 12 de novembro de 1988) foi um pintor, compositor e escritor italiano.
Biografia
Já aos oito anos começou a interessar-se por pintura, e um autorretrato dele pintado aos 11 anos obteve considerável repercussão entre os críticos.
Em 1913 compôs a obra musical Romansa para violino e piano e teve o primeiro encontro com os futuristas florentinos, a partir do qual surgiu em Conti um interesse pelo estilo do movimento, que cresceu até que, em 1917, ao encontrar Giacomo Balla em Roma e Filippo Tommaso Marinetti em Nápoles, o persuadeu a aderir ao movimento futurista.
Ao Futurismo ele dará sua contribuição fundamental com as pinturas e desenhos executados entre 1917 e 1919, ano em que seu estilo evoluiu para uma visão metafísica.
Em 1930 casou com Munda Cripps, com quem teve duas filhas; nesses anos suas obras buscaram inspiração na vida familiar: Bambina e farfalla; Bambina com Coelho de borracha; Retrato da esposa; Fruta de cima; Nudinho.
De 1935 a 1939 colaborou ao Maggio Musicale Fiorentino com cenários, esboços e figurinos; em 1941 tornou-se titular da cátedra de pintura da Academia de Belas-Artes de Florença. De 1947 a 1957 foi presidente da Sociedade das Belas-Artes e, nessa função, promoveu sua fusão (29 de outubro de 1957) com o Circolo degli artisti di Firenze - Casa di Dante, presidido pelo advogado Renato Zavataro que depois assumiu a presidência de 1958 a 1960. Entre 1948 e 1963 atravessou uma profunda vocação mística e ingressou na Ordem Franciscana. Em 1983 publicou sua autobiografia intitulada A goela do merlo.
Entretanto, em 1980, ele aperfeiçoou, com a doação de sua villa em Fiesole, de sua coleção de obras pictóricas e de seu arquivo, a criação de uma Fundação dedicada às vanguardas históricas, que ainda hoje gere o Museo Primo Conti.
Primo Conti (Firenze, 16 de outubro de 1900 – Fiesole, 12 de novembro de 1988), Sem Título. 1970 aproximadamente. Calcografia original. Folha de 70 x 50 cm. Parte impressa de 33 x 28 cm. Assinado a lápis e numerado 85/100. Papel Fabriano. Em perfeito estado.
Umberto Primo Conti (Firenze, 16 de outubro de 1900 – Fiesole, 12 de novembro de 1988) foi um pintor, compositor e escritor italiano.
Biografia
Já aos oito anos começou a interessar-se por pintura, e um autorretrato dele pintado aos 11 anos obteve considerável repercussão entre os críticos.
Em 1913 compôs a obra musical Romansa para violino e piano e teve o primeiro encontro com os futuristas florentinos, a partir do qual surgiu em Conti um interesse pelo estilo do movimento, que cresceu até que, em 1917, ao encontrar Giacomo Balla em Roma e Filippo Tommaso Marinetti em Nápoles, o persuadeu a aderir ao movimento futurista.
Ao Futurismo ele dará sua contribuição fundamental com as pinturas e desenhos executados entre 1917 e 1919, ano em que seu estilo evoluiu para uma visão metafísica.
Em 1930 casou com Munda Cripps, com quem teve duas filhas; nesses anos suas obras buscaram inspiração na vida familiar: Bambina e farfalla; Bambina com Coelho de borracha; Retrato da esposa; Fruta de cima; Nudinho.
De 1935 a 1939 colaborou ao Maggio Musicale Fiorentino com cenários, esboços e figurinos; em 1941 tornou-se titular da cátedra de pintura da Academia de Belas-Artes de Florença. De 1947 a 1957 foi presidente da Sociedade das Belas-Artes e, nessa função, promoveu sua fusão (29 de outubro de 1957) com o Circolo degli artisti di Firenze - Casa di Dante, presidido pelo advogado Renato Zavataro que depois assumiu a presidência de 1958 a 1960. Entre 1948 e 1963 atravessou uma profunda vocação mística e ingressou na Ordem Franciscana. Em 1983 publicou sua autobiografia intitulada A goela do merlo.
Entretanto, em 1980, ele aperfeiçoou, com a doação de sua villa em Fiesole, de sua coleção de obras pictóricas e de seu arquivo, a criação de uma Fundação dedicada às vanguardas históricas, que ainda hoje gere o Museo Primo Conti.
