Slasky - OUT OF TIME No. 01





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OUT OF TIME No. 01 é uma edição limitada de 2026 em giclée, assinada à mão por Slasky, retrato, 29,7 × 21 cm, Itália, estilo contemporâneo.
Descrição fornecida pelo vendedor
OUT OF TIME SIRIES
O passado não é imóvel. Basta mudar a maneira como o olhamos.
Slasky volta a derrubar as barreiras do tempo com uma nova série que coloca a história da arte em confronto com os códigos visuais do presente.
Imagens e linguagens da tradição pictórica são atravessadas por padrões geométricos, sinais urbanos, grafites e intervenções gráficas. Elementos que pertencem a épocas e mundos diferentes se encontram na mesma superfície, criando uma tensão que muda a forma de ler a imagem sem apagar sua identidade.
É daqui que nasce esta nova pesquisa: pegar algo que conhecemos, intervir nele e nos obrigar a olhá-lo de novo.
Slasky não busca tornar a pintura antiga contemporânea. A deixa intacta em sua força e intervém justamente no ponto em que essa força encontra algo inesperado. O resultado é um equilíbrio instável entre a solenidade da tradição e a liberdade da linguagem contemporânea.
Não é um encontro pacífico entre épocas, mas uma colisão.
Porque a história da arte não é algo que simplesmente deixamos para trás. Ainda é matéria viva. E basta um olhar diferente para trazê-la de volta ao presente.
Mais sobre o vendedor
OUT OF TIME SIRIES
O passado não é imóvel. Basta mudar a maneira como o olhamos.
Slasky volta a derrubar as barreiras do tempo com uma nova série que coloca a história da arte em confronto com os códigos visuais do presente.
Imagens e linguagens da tradição pictórica são atravessadas por padrões geométricos, sinais urbanos, grafites e intervenções gráficas. Elementos que pertencem a épocas e mundos diferentes se encontram na mesma superfície, criando uma tensão que muda a forma de ler a imagem sem apagar sua identidade.
É daqui que nasce esta nova pesquisa: pegar algo que conhecemos, intervir nele e nos obrigar a olhá-lo de novo.
Slasky não busca tornar a pintura antiga contemporânea. A deixa intacta em sua força e intervém justamente no ponto em que essa força encontra algo inesperado. O resultado é um equilíbrio instável entre a solenidade da tradição e a liberdade da linguagem contemporânea.
Não é um encontro pacífico entre épocas, mas uma colisão.
Porque a história da arte não é algo que simplesmente deixamos para trás. Ainda é matéria viva. E basta um olhar diferente para trazê-la de volta ao presente.

