José Júlio Calasans Neto (1932–2006) - Sirenas






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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José Júlio Calasans Neto (1932–2006) criou Sirenas em 1993, uma obra original em técnica mista, com 54 × 55 cm, assinada à mão, do Brasil, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Das obras:
Título:
Calazans Neto (Brasil, 1932-2006) - Sereia / Iemanjá - Monotipo único, 1993
Descrição:
Monotipo único (1/1) assinado a lápis e datado "93" por Calazans Neto, figura central do modernismo bahiano. Sobre um mar de franjas verdes ondulantes, uma sereia de cabelo flutuante e cauda púrpura quase negra arqueia-se em pleno movimento. É uma imagem direta do imaginário de Iemanjá, a orixá do mar, que em Salvador reúne candomblé, devoção popular e sincretismo com a Virgem, e a quem, a cada 2 de fevereiro, são oferecidas flores e presentes ao mar.
Calazans Neto nasceu em Salvador, formou-se como arquiteto e pertenceu à geração de Carybé e Mário Cravo, que deram forma visual à identidade afro-brasileira da cidade. Sua gestualidade franca, com marcas de pincel visíveis e margens irregulares, e sua paleta de verdes, púrpuras e ocre são reconhecíveis de imediato.
Procedência: ao verso traz o adesivo da III Conferência Iberoamericana, Conferência Científica "Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Sustentável da Ibero-América", Salvador (Bahia), 4 a 7 de julho de 1993, o mesmo ano de execução da obra.
FICHA 2
Título:
Calazans Neto (Brasil, 1932-2006) - Sereia com flores - Monotipo, 1993
Descrição:
Monotipo assinado a lápis e datado "93" por Calazans Neto. Uma sereia de costas, em ocres dourados, recosta-se sobre uma cauda de escamas púrpuras, entre um verde intenso e um mar azul-turquesa salpicado de flores violetas. É a mais decorativa e luminosa da série, e lembra a tradição bahiana de ofertar flores a Iemanjá, a orixá do mar, protagonista da festa popular de 2 de fevereiro em Salvador.
Calazans Neto, arquiteto de formação e companheiro geracional de Carybé e Mário Cravo, levou para sua obra gráfica o universo de corpos, mar e mitologia afro-brasileira de sua cidade natal.
Procedência: ao verso leva o adesivo da III Conferência Iberoamericana, Conferência Científica, Salvador (Bahia), 4 a 7 de julho de 1993.
Envio certificado e bom acondicionamento.
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Das obras:
Título:
Calazans Neto (Brasil, 1932-2006) - Sereia / Iemanjá - Monotipo único, 1993
Descrição:
Monotipo único (1/1) assinado a lápis e datado "93" por Calazans Neto, figura central do modernismo bahiano. Sobre um mar de franjas verdes ondulantes, uma sereia de cabelo flutuante e cauda púrpura quase negra arqueia-se em pleno movimento. É uma imagem direta do imaginário de Iemanjá, a orixá do mar, que em Salvador reúne candomblé, devoção popular e sincretismo com a Virgem, e a quem, a cada 2 de fevereiro, são oferecidas flores e presentes ao mar.
Calazans Neto nasceu em Salvador, formou-se como arquiteto e pertenceu à geração de Carybé e Mário Cravo, que deram forma visual à identidade afro-brasileira da cidade. Sua gestualidade franca, com marcas de pincel visíveis e margens irregulares, e sua paleta de verdes, púrpuras e ocre são reconhecíveis de imediato.
Procedência: ao verso traz o adesivo da III Conferência Iberoamericana, Conferência Científica "Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Sustentável da Ibero-América", Salvador (Bahia), 4 a 7 de julho de 1993, o mesmo ano de execução da obra.
FICHA 2
Título:
Calazans Neto (Brasil, 1932-2006) - Sereia com flores - Monotipo, 1993
Descrição:
Monotipo assinado a lápis e datado "93" por Calazans Neto. Uma sereia de costas, em ocres dourados, recosta-se sobre uma cauda de escamas púrpuras, entre um verde intenso e um mar azul-turquesa salpicado de flores violetas. É a mais decorativa e luminosa da série, e lembra a tradição bahiana de ofertar flores a Iemanjá, a orixá do mar, protagonista da festa popular de 2 de fevereiro em Salvador.
Calazans Neto, arquiteto de formação e companheiro geracional de Carybé e Mário Cravo, levou para sua obra gráfica o universo de corpos, mar e mitologia afro-brasileira de sua cidade natal.
Procedência: ao verso leva o adesivo da III Conferência Iberoamericana, Conferência Científica, Salvador (Bahia), 4 a 7 de julho de 1993.
Envio certificado e bom acondicionamento.
