Jules Atarax (1985) - The Last cigarette

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Jules Atarax (nascido em 1985), The Last Cigarette, óleo sobre tela, original, 30 × 40 cm, 2021, obra assinada pelo artista belga contemporâneo.

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Descrição fornecida pelo vendedor

The Last Cigarette é um retrato contemporâneo dotado de mistério e melancolia, no qual Jules Atarax explora as fronteiras entre presença, ausência e identidade.

Uma mulher de longos cabelos, vestida com um sobretudo turquesa, leva um cigarro aos lábios. Seu rosto, deliberadamente apagado, escapa a qualquer identificação. Restam apenas o vermelho intenso dos lábios, a delicadeza do gesto e a silhueta de um ser que parece absorvido em seus pensamentos.

A composição apoia-se em uma paleta sutil de cinzas, rosas pálidos e azuis-turquesa. A luz difusa e as finas linhas verticais do fundo criam uma atmosfera suspensa, quase cinematográfica. A fumaça avermelhada que se eleva lentamente torna-se um elemento gráfico essencial, evocando a passagem do tempo e a fragilidade do instante.

O contraste entre a precisão expressiva da mão e o apagamento do rosto constitui o coração da obra. Ao retirar do personagem traços distintivos, o artista transforma uma cena cotidiana em uma interrogação mais universal sobre solidão, intimidade e memória.

A pintura a óleo, trabalhada por pinceladas visíveis e sobreposições, mantém uma espontaneidade que confere à figura uma presença ao mesmo tempo frágil e inquietante.

The Last Cigarette não conta uma história precisa. Ela sugere um instante de silêncio, um momento entre dois pensamentos, deixando ao espectador a liberdade de imaginar o que o precede ou o que seguirá.

Características

Artista : Jules Atarax, artista contemporâneo belga

Título : The Last Cigarette

Técnica : Óleo sobre tela

Dimensões : 30 × 40 cm

Estilo : Figuração contemporânea, expressionismo

Autenticidade : Obra original e única

Assinatura : Assinada pelo artista

Mais sobre o vendedor

Acreditamos que a Arte não é uma imagem. Ela é uma presença. Uma obra existe quando um ser humano habita a matéria. Quando um olhar, uma mão, uma hesitação, uma intenção atravessam a cor. A pintura não é uma superfície a preencher, mas um lugar onde algo vivo toma forma. Nós recusamos o não-ser. Recusamos as imagens sem carne, as formas sem vivido, as produções que imitam sem sentir. Uma criação pode ser tecnicamente perfeita e, ainda assim, vazia. A perfeição sem presença é uma ausência. O que combatemos não é a tecnologia. É a desaparição do sensível. Defendemos a lentidão, a dúvida, a marca. A mão que treme. A cor que resiste. O gesto que falha e recomeça. É nessa fricção entre o espírito e a matéria que nasce a Arte. Onde algo é arriscado. Onde algo é verdadeiro. A pintura é um ato de resistência. Resistência à automatização do olhar. Resistência à uniformização do belo. Resistência ao esquecimento do que sentir significa. Criar é afirmar a própria existência. Acreditamos que os sentimentos humanos não se simulam. Eles se experimentam. Eles se inscrem. Eles deixam uma impressão. Uma obra carrega o peso de quem a atravessou. Ela contém tempo, atenção, fadiga, alegria, às vezes dor. É isso que buscamos. É isso que queremos transmitir. Diante das criações puramente artificiais, escolhemos a encarnação. Diante do ruído, escolhemos a profundidade. Diante da velocidade, escolhemos a exatidão. Porque enquanto houver cor, haverá humano. Este manifesto não é nostalgia. É uma linha. Uma linha entre a imagem e a obra. Entre o cálculo e a presença. Entre o simulado e o vivido. Nós não fazemos imagens. Fazemos tornar humano pela cor. E enquanto uma mão humana habitar a matéria, a Arte permanecerá viva.
Traduzido pelo Google Tradutor

The Last Cigarette é um retrato contemporâneo dotado de mistério e melancolia, no qual Jules Atarax explora as fronteiras entre presença, ausência e identidade.

Uma mulher de longos cabelos, vestida com um sobretudo turquesa, leva um cigarro aos lábios. Seu rosto, deliberadamente apagado, escapa a qualquer identificação. Restam apenas o vermelho intenso dos lábios, a delicadeza do gesto e a silhueta de um ser que parece absorvido em seus pensamentos.

A composição apoia-se em uma paleta sutil de cinzas, rosas pálidos e azuis-turquesa. A luz difusa e as finas linhas verticais do fundo criam uma atmosfera suspensa, quase cinematográfica. A fumaça avermelhada que se eleva lentamente torna-se um elemento gráfico essencial, evocando a passagem do tempo e a fragilidade do instante.

O contraste entre a precisão expressiva da mão e o apagamento do rosto constitui o coração da obra. Ao retirar do personagem traços distintivos, o artista transforma uma cena cotidiana em uma interrogação mais universal sobre solidão, intimidade e memória.

A pintura a óleo, trabalhada por pinceladas visíveis e sobreposições, mantém uma espontaneidade que confere à figura uma presença ao mesmo tempo frágil e inquietante.

The Last Cigarette não conta uma história precisa. Ela sugere um instante de silêncio, um momento entre dois pensamentos, deixando ao espectador a liberdade de imaginar o que o precede ou o que seguirá.

Características

Artista : Jules Atarax, artista contemporâneo belga

Título : The Last Cigarette

Técnica : Óleo sobre tela

Dimensões : 30 × 40 cm

Estilo : Figuração contemporânea, expressionismo

Autenticidade : Obra original e única

Assinatura : Assinada pelo artista

Mais sobre o vendedor

Acreditamos que a Arte não é uma imagem. Ela é uma presença. Uma obra existe quando um ser humano habita a matéria. Quando um olhar, uma mão, uma hesitação, uma intenção atravessam a cor. A pintura não é uma superfície a preencher, mas um lugar onde algo vivo toma forma. Nós recusamos o não-ser. Recusamos as imagens sem carne, as formas sem vivido, as produções que imitam sem sentir. Uma criação pode ser tecnicamente perfeita e, ainda assim, vazia. A perfeição sem presença é uma ausência. O que combatemos não é a tecnologia. É a desaparição do sensível. Defendemos a lentidão, a dúvida, a marca. A mão que treme. A cor que resiste. O gesto que falha e recomeça. É nessa fricção entre o espírito e a matéria que nasce a Arte. Onde algo é arriscado. Onde algo é verdadeiro. A pintura é um ato de resistência. Resistência à automatização do olhar. Resistência à uniformização do belo. Resistência ao esquecimento do que sentir significa. Criar é afirmar a própria existência. Acreditamos que os sentimentos humanos não se simulam. Eles se experimentam. Eles se inscrem. Eles deixam uma impressão. Uma obra carrega o peso de quem a atravessou. Ela contém tempo, atenção, fadiga, alegria, às vezes dor. É isso que buscamos. É isso que queremos transmitir. Diante das criações puramente artificiais, escolhemos a encarnação. Diante do ruído, escolhemos a profundidade. Diante da velocidade, escolhemos a exatidão. Porque enquanto houver cor, haverá humano. Este manifesto não é nostalgia. É uma linha. Uma linha entre a imagem e a obra. Entre o cálculo e a presença. Entre o simulado e o vivido. Nós não fazemos imagens. Fazemos tornar humano pela cor. E enquanto uma mão humana habitar a matéria, a Arte permanecerá viva.
Traduzido pelo Google Tradutor

Dados

Vendido com moldura
Não
Vendido por
Galeria
Edição
Original
Artista
Jules Atarax (1985)
Título da obra de arte
The Last cigarette
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Bélgica
Ano
2021
Estado
Excelente estado
Altura
40 cm
Largura
303 cm
Imagem/Tema
Cultura pop
Estilo
Expressionista
Período
Depois de 2020
BélgicaVerificado
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Para si em

Arte moderna e contemporânea

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