Masini Daniele - Il corpo come soglia






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Daniele Masini, Il corpo come soglia, 2026, pintura a óleo sobre tela, edição original, 70 × 40 cm, assinado à mão, Itália, Surrealismo.
Descrição fornecida pelo vendedor
O corpo como um limiar apresenta-se como uma complexa construção visual na qual a figura humana perde toda definição naturalista para se transformar em um espaço de passagem entre a dimensão física e a dimensão interior. A obra desenvolve uma tensão contínua entre reconhecibilidade e dissolução da forma, conduzindo o espectador a um espaço suspenso entre a figuração e a abstração.
A composição é construída através de volumes articulados e fragmentados que evocam um corpo recolhido sobre si mesmo. Os membros emergem e desaparecem em uma estrutura arquitetônica feita de curvas, arestas e superfícies sobrepostas, dando origem a uma presença que parece atravessar uma fase de metamorfose. O corpo não é representado como uma entidade estável, mas como fronteira simbólica através da qual se manifestam memória, experiência e transformação.
Com O corpo como limiar, Daniele Masini propõe uma reflexão sobre o corpo entendido não como simples presença física, mas como fronteira permeável entre o visível e o invisível, entre o que aparece e o que pertence à esfera da interioridade. A obra convida o espectador a contemplar o contínuo processo de transformação do ser humano, onde identidade e percepção se renovam incessantemente no diálogo entre matéria e imaginação.
Site Oficial
https://masinidaniele.com/
O corpo como um limiar apresenta-se como uma complexa construção visual na qual a figura humana perde toda definição naturalista para se transformar em um espaço de passagem entre a dimensão física e a dimensão interior. A obra desenvolve uma tensão contínua entre reconhecibilidade e dissolução da forma, conduzindo o espectador a um espaço suspenso entre a figuração e a abstração.
A composição é construída através de volumes articulados e fragmentados que evocam um corpo recolhido sobre si mesmo. Os membros emergem e desaparecem em uma estrutura arquitetônica feita de curvas, arestas e superfícies sobrepostas, dando origem a uma presença que parece atravessar uma fase de metamorfose. O corpo não é representado como uma entidade estável, mas como fronteira simbólica através da qual se manifestam memória, experiência e transformação.
Com O corpo como limiar, Daniele Masini propõe uma reflexão sobre o corpo entendido não como simples presença física, mas como fronteira permeável entre o visível e o invisível, entre o que aparece e o que pertence à esfera da interioridade. A obra convida o espectador a contemplar o contínuo processo de transformação do ser humano, onde identidade e percepção se renovam incessantemente no diálogo entre matéria e imaginação.
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