Serena Grassetti - Unfinished Self






Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.
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Serena Grassetti, Unfinished Self, 2026, técnica mista em tela crua de 70 x 45 cm, original, assinada à mão, em excelente estado, produzida em Itália e vendida directamente pela artista, que representa a Natureza.
Descrição fornecida pelo vendedor
Um rosto se revela através de camadas de cor, sinais e traços que parecem emergir de uma dimensão mais profunda.
As linhas definem os contornos, enquanto os pigmentos se expandem, se sobrepõem e se dissolvem, interrompendo a figura e transformando-a. A cor não é apenas superfície, mas memória, emoção e fragmento de uma identidade em constante evolução.
Nesta obra, Serena Grassetti explora a distância entre aquilo que mostramos ao mundo e aquilo que guardamos dentro de nós. O rosto torna-se um espaço em que convivem força e vulnerabilidade, controle e espontaneidade, presença e dissolução.
As imperfeições, as manchas e os sinais não buscam esconder o que está incompleto, mas revelam a sua beleza. Porque a identidade nunca é uma forma definitiva: é um processo, uma estratificação de experiências que nos transforma ao longo do tempo.
**Dá forma ao que não se vê.**
* Envio e apresentação:
A obra será enviada sem tela, enrolada com cuidado em um tubo para garantir a máxima segurança durante o transporte. Pode ser emoldurada ou montada em bastidor a critério do colecionador.
* Peça original assinada pela artista, acompanhada de certificado de autenticidade.
Esta obra é feita em tela sem telaio e é enviada enrolada para garantir a máxima segurança durante o transporte.
ATENÇÃO:
*A tela não está preparada com gesso ou primer, portanto é um material cru e natural.
*Não deve ser esticada excessivamente durante a montagem para evitar alterações da textura e do rendimento dos pigmentos naturais.
*Não utilize o tensionador de tela, pois pode comprometer a estabilidade da obra.
*Recomenda-se consultar um marceneiro especialista em molduras para uma montagem ótima.
Realizada em uma tela crua que exalta a materialidade da obra, esta peça une a arte figurativa ao gesto expressivo do abstrato, evocando emoção e introspecção.
SERENA GRASSETTI — ARTISTA CONTEMPORÂNEA
Serena Grassetti é uma artista contemporânea italiana cuja pesquisa investiga a complexidade do ser humano, explorando identidade, memória, fragilidade e transformação interior através de uma linguagem artística pessoal e multidisciplinar.
Filha de artista, formada no Instituto de Arte de Macerata, desenvolveu ao longo dos anos um profundo conhecimento da matéria e de suas possibilidades expressivas, experimentando pintura, escultura, modelagem, resinas, carvão e técnicas ligadas à Natural Art. Essa experiência constitui a base de uma prática em que o material não é mero suporte, mas parte integrante do significado da obra.
No centro de sua pesquisa está o corpo entendido como espaço psicológico e simbólico: uma presença capaz de manifestar o que as palavras não conseguem expressar. Através de figuras incompletas, gestos carregados de tensão e formas que oscilam entre presença e dissolução, Grassetti dá consistência visual aos estados mais profundos da experiência humana.
Seu trabalho insere-se no diálogo internacional da escultura e da arte figurativa contemporânea, em relação temática com as pesquisas de Rabarama, Berlinde De Bruyckere e Xiang Jing, enquanto o confronto com Andy Warhol, Banksy e KAWS abre uma reflexão sobre as diferentes formas pelas quais a arte contemporânea interpreta a identidade e a condição humana.
Com obras apresentadas em contextos expositivos na Itália e no exterior, Serena Grassetti desenvolve uma pesquisa orientada a superar a representação superficial para alcançar uma dimensão mais íntima e universal. Sua poética fundamenta-se em um princípio essencial: dar forma ao que não se vê, mas que determina profundamente o que somos.
Um rosto se revela através de camadas de cor, sinais e traços que parecem emergir de uma dimensão mais profunda.
As linhas definem os contornos, enquanto os pigmentos se expandem, se sobrepõem e se dissolvem, interrompendo a figura e transformando-a. A cor não é apenas superfície, mas memória, emoção e fragmento de uma identidade em constante evolução.
Nesta obra, Serena Grassetti explora a distância entre aquilo que mostramos ao mundo e aquilo que guardamos dentro de nós. O rosto torna-se um espaço em que convivem força e vulnerabilidade, controle e espontaneidade, presença e dissolução.
As imperfeições, as manchas e os sinais não buscam esconder o que está incompleto, mas revelam a sua beleza. Porque a identidade nunca é uma forma definitiva: é um processo, uma estratificação de experiências que nos transforma ao longo do tempo.
**Dá forma ao que não se vê.**
* Envio e apresentação:
A obra será enviada sem tela, enrolada com cuidado em um tubo para garantir a máxima segurança durante o transporte. Pode ser emoldurada ou montada em bastidor a critério do colecionador.
* Peça original assinada pela artista, acompanhada de certificado de autenticidade.
Esta obra é feita em tela sem telaio e é enviada enrolada para garantir a máxima segurança durante o transporte.
ATENÇÃO:
*A tela não está preparada com gesso ou primer, portanto é um material cru e natural.
*Não deve ser esticada excessivamente durante a montagem para evitar alterações da textura e do rendimento dos pigmentos naturais.
*Não utilize o tensionador de tela, pois pode comprometer a estabilidade da obra.
*Recomenda-se consultar um marceneiro especialista em molduras para uma montagem ótima.
Realizada em uma tela crua que exalta a materialidade da obra, esta peça une a arte figurativa ao gesto expressivo do abstrato, evocando emoção e introspecção.
SERENA GRASSETTI — ARTISTA CONTEMPORÂNEA
Serena Grassetti é uma artista contemporânea italiana cuja pesquisa investiga a complexidade do ser humano, explorando identidade, memória, fragilidade e transformação interior através de uma linguagem artística pessoal e multidisciplinar.
Filha de artista, formada no Instituto de Arte de Macerata, desenvolveu ao longo dos anos um profundo conhecimento da matéria e de suas possibilidades expressivas, experimentando pintura, escultura, modelagem, resinas, carvão e técnicas ligadas à Natural Art. Essa experiência constitui a base de uma prática em que o material não é mero suporte, mas parte integrante do significado da obra.
No centro de sua pesquisa está o corpo entendido como espaço psicológico e simbólico: uma presença capaz de manifestar o que as palavras não conseguem expressar. Através de figuras incompletas, gestos carregados de tensão e formas que oscilam entre presença e dissolução, Grassetti dá consistência visual aos estados mais profundos da experiência humana.
Seu trabalho insere-se no diálogo internacional da escultura e da arte figurativa contemporânea, em relação temática com as pesquisas de Rabarama, Berlinde De Bruyckere e Xiang Jing, enquanto o confronto com Andy Warhol, Banksy e KAWS abre uma reflexão sobre as diferentes formas pelas quais a arte contemporânea interpreta a identidade e a condição humana.
Com obras apresentadas em contextos expositivos na Itália e no exterior, Serena Grassetti desenvolve uma pesquisa orientada a superar a representação superficial para alcançar uma dimensão mais íntima e universal. Sua poética fundamenta-se em um princípio essencial: dar forma ao que não se vê, mas que determina profundamente o que somos.
