serena grassetti - Silent Agony





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A escultura Silent Agony, de Serena Grassetti, é assinada à mão, feita em resina e produzida em 2026 numa edição limitada de 50 exemplares.
Descrição fornecida pelo vendedor
Agonia Silenciosa
Existe uma forma de dor que não deixa traços visíveis e, ainda assim, muda a maneira como habitamos o nosso corpo.
Na Agonia Silenciosa, as mãos se contorcem num gesto carregado de tensão, como se algo, por dentro, procurasse desesperadamente uma saída. A figura parece pairar entre o desejo de se libertar e a impossibilidade de dar voz ao que sente.
Não é apenas uma imagem de sofrimento. É o retrato de uma condição interior que muitos conhecem: a exaustão emocional, o peso dos pensamentos, o momento em que continuar prendendo o que se sente torna-se quase insustentável.
As mãos assumem o papel de um rosto invisível. Em sua torção, manifesta-se aquilo que as palavras não conseguem conter, transformando uma sensação íntima numa presença física, concreta, impossível de ignorar.
A escultura convida a reconhecer essa parte frágil e autêntica que muitas vezes escondemos para continuar fortes aos olhos dos outros. Não oferece respostas nem busca consolo: dá forma a uma experiência humana que raramente encontra coragem de se mostrar.
Na pesquisa de Serena Grassetti, a matéria torna-se o lugar onde o invisível ganha corpo e a emoção se transforma em linguagem.
Porque, às vezes, aquilo que não conseguimos expressar é justamente aquilo que nos representa mais profundamente.
Material: resina e pó de mármore
Edição LIMITADA de 50 exemplares.
* Peça original assinada pela artista, acompanhada de certificado de autenticidade.
SERENA GRASSETTI — ARTISTA CONTEMPORÂNEA
Serena Grassetti é uma artista contemporânea italiana cuja pesquisa investiga a complexidade do ser humano, explorando identidade, memória, fragilidade e transformação interior através de uma linguagem artística pessoal e multidisciplinar.
Filha de arte, formada no Instituto de Arte de Macerata, desenvolveu ao longo dos anos um profundo conhecimento da matéria e de suas possibilidades expressivas, experimentando pintura, escultura, modelagem, resinas, carvão e técnicas ligadas à Natural Art. Essa experiência constitui o alicerce de uma prática em que o material não é simples suporte, mas parte integrante do significado da obra.
No centro de sua pesquisa está o corpo entendido como espaço psicológico e simbólico: uma presença capaz de manifestar aquilo que as palavras não conseguem expressar. Através de figuras incompletas, gestos carregados de tensão e formas que oscilam entre presença e dissolução, Grassetti confere consistência visual aos estados mais profundos da experiência humana.
Seu trabalho se insere no diálogo internacional da escultura e da arte figurativa contemporânea, em relação temática com as pesquisas de Rabarama, Berlinde De Bruyckere e Xiang Jing, enquanto o confronto com Andy Warhol, Banksy e KAWS abre uma reflexão sobre as diversas formas pelas quais a arte contemporânea interpreta a identidade e a condição humana.
Com obras apresentadas em contextos expositivos na Itália e no exterior, Serena Grassetti desenvolve uma pesquisa orientada a superar a representação superficial para alcançar uma dimensão mais íntima e universal. Sua poetica baseia-se em um princípio essencial: dar forma ao que não se vê, mas que determina profundamente o que somos.
Agonia Silenciosa
Existe uma forma de dor que não deixa traços visíveis e, ainda assim, muda a maneira como habitamos o nosso corpo.
Na Agonia Silenciosa, as mãos se contorcem num gesto carregado de tensão, como se algo, por dentro, procurasse desesperadamente uma saída. A figura parece pairar entre o desejo de se libertar e a impossibilidade de dar voz ao que sente.
Não é apenas uma imagem de sofrimento. É o retrato de uma condição interior que muitos conhecem: a exaustão emocional, o peso dos pensamentos, o momento em que continuar prendendo o que se sente torna-se quase insustentável.
As mãos assumem o papel de um rosto invisível. Em sua torção, manifesta-se aquilo que as palavras não conseguem conter, transformando uma sensação íntima numa presença física, concreta, impossível de ignorar.
A escultura convida a reconhecer essa parte frágil e autêntica que muitas vezes escondemos para continuar fortes aos olhos dos outros. Não oferece respostas nem busca consolo: dá forma a uma experiência humana que raramente encontra coragem de se mostrar.
Na pesquisa de Serena Grassetti, a matéria torna-se o lugar onde o invisível ganha corpo e a emoção se transforma em linguagem.
Porque, às vezes, aquilo que não conseguimos expressar é justamente aquilo que nos representa mais profundamente.
Material: resina e pó de mármore
Edição LIMITADA de 50 exemplares.
* Peça original assinada pela artista, acompanhada de certificado de autenticidade.
SERENA GRASSETTI — ARTISTA CONTEMPORÂNEA
Serena Grassetti é uma artista contemporânea italiana cuja pesquisa investiga a complexidade do ser humano, explorando identidade, memória, fragilidade e transformação interior através de uma linguagem artística pessoal e multidisciplinar.
Filha de arte, formada no Instituto de Arte de Macerata, desenvolveu ao longo dos anos um profundo conhecimento da matéria e de suas possibilidades expressivas, experimentando pintura, escultura, modelagem, resinas, carvão e técnicas ligadas à Natural Art. Essa experiência constitui o alicerce de uma prática em que o material não é simples suporte, mas parte integrante do significado da obra.
No centro de sua pesquisa está o corpo entendido como espaço psicológico e simbólico: uma presença capaz de manifestar aquilo que as palavras não conseguem expressar. Através de figuras incompletas, gestos carregados de tensão e formas que oscilam entre presença e dissolução, Grassetti confere consistência visual aos estados mais profundos da experiência humana.
Seu trabalho se insere no diálogo internacional da escultura e da arte figurativa contemporânea, em relação temática com as pesquisas de Rabarama, Berlinde De Bruyckere e Xiang Jing, enquanto o confronto com Andy Warhol, Banksy e KAWS abre uma reflexão sobre as diversas formas pelas quais a arte contemporânea interpreta a identidade e a condição humana.
Com obras apresentadas em contextos expositivos na Itália e no exterior, Serena Grassetti desenvolve uma pesquisa orientada a superar a representação superficial para alcançar uma dimensão mais íntima e universal. Sua poetica baseia-se em um princípio essencial: dar forma ao que não se vê, mas que determina profundamente o que somos.

