Bernard Aubertin (1934-2015) - Monocromo Rosso





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Bernard Aubertin, Monocromo Rosso (1960), pintura acrílica original em tela vermelha, 80 x 44 cm, assinado no verso, proveniente de França, em excelente estado com certificado de autenticidade e arquivo oficial, período 1950–1960, representa a experimentação vermelha do artista com o verso da colher.
Descrição fornecida pelo vendedor
Monocromia Vermelha raríssima de Bernard Aubertin de 1960, caracterizada por uma técnica de execução realmente única e difícil de encontrar no mercado.
Em 1960, de fato, Bernard Aubertin experimenta uma técnica de pintura muito particular, que prevê o uso da parte de trás da colher como instrumento para modelar diretamente a matéria pictórica na tábua.
Após aplicar uma camada de acrílico vermelho na tábua, Aubertin pressionava a matéria colorida com o fundo da colher de metal de forma repetida e rítmica, criando uma série de impressões cavadas em forma côncava.
Este gesto não é casual: a colher torna-se uma ferramenta de incisão e modelagem, que transforma a superfície em um campo tridimensional, onde a cor vermelha ganha profundidade, movimento e fisicalidade.
A técnica utilizada por Aubertin neste raríssimo monocromático gera uma textura vibrante e material, que rompe a planaridade tradicional do monocromático para fazer emergir uma experiência visual e tátil intensa, coerente com a vontade de Aubertin de superar a pintura bidimensional.
Esta abordagem se situa na fase de experimentação do artista, que de 1958 a 1961 desenvolve novas formas de dar vida ao seu 'Rosso Totale' através do contato físico direto com a matéria, indo além da simples aplicação pictórica.
Opera incrivelmente rara, de grande prestígio, que testemunha a experimentação artística de Bernard Aubertin em 1960.
Obra arquivada no Arquivo Oficial Bernard Aubertin e acompanhada de certificado de autenticidade e arquivamento emitido pelo mesmo Arquivo. Além disso, está presente a declaração de que a obra será publicada no Catálogo Geral em preparação.
Um pedaço de raridade e valor excepcionais, destinado a colecionadores e investidores atentos à arte contemporânea europeia de vanguarda.
Por questão de confidencialidade e segurança, o número de armazenamento presente no certificado anexado às fotografias foi ocultado.
Monocromia Vermelha raríssima de Bernard Aubertin de 1960, caracterizada por uma técnica de execução realmente única e difícil de encontrar no mercado.
Em 1960, de fato, Bernard Aubertin experimenta uma técnica de pintura muito particular, que prevê o uso da parte de trás da colher como instrumento para modelar diretamente a matéria pictórica na tábua.
Após aplicar uma camada de acrílico vermelho na tábua, Aubertin pressionava a matéria colorida com o fundo da colher de metal de forma repetida e rítmica, criando uma série de impressões cavadas em forma côncava.
Este gesto não é casual: a colher torna-se uma ferramenta de incisão e modelagem, que transforma a superfície em um campo tridimensional, onde a cor vermelha ganha profundidade, movimento e fisicalidade.
A técnica utilizada por Aubertin neste raríssimo monocromático gera uma textura vibrante e material, que rompe a planaridade tradicional do monocromático para fazer emergir uma experiência visual e tátil intensa, coerente com a vontade de Aubertin de superar a pintura bidimensional.
Esta abordagem se situa na fase de experimentação do artista, que de 1958 a 1961 desenvolve novas formas de dar vida ao seu 'Rosso Totale' através do contato físico direto com a matéria, indo além da simples aplicação pictórica.
Opera incrivelmente rara, de grande prestígio, que testemunha a experimentação artística de Bernard Aubertin em 1960.
Obra arquivada no Arquivo Oficial Bernard Aubertin e acompanhada de certificado de autenticidade e arquivamento emitido pelo mesmo Arquivo. Além disso, está presente a declaração de que a obra será publicada no Catálogo Geral em preparação.
Um pedaço de raridade e valor excepcionais, destinado a colecionadores e investidores atentos à arte contemporânea europeia de vanguarda.
Por questão de confidencialidade e segurança, o número de armazenamento presente no certificado anexado às fotografias foi ocultado.

