Andres Serrano (1950) - The Morgue - 1993






Fundador e diretor de duas feiras de livros francesas; quase 20 anos de experiência.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Andres Serrano (nascido em 15 de agosto de 1950) é um fotógrafo e artista americano. Seu trabalho, frequentemente considerado arte transgressiva, inclui fotos de cadáveres e utiliza fezes e fluidos corporais. Seu Piss Christ (1987) é uma fotografia com tonalidade âmbar de um crucifixo submerso em um recipiente de vidro contendo o que se afirmou ser a própria urina do artista. Ele também criou a arte para os álbuns Load e Reload da banda de heavy metal Metallica.
Coletado por um grande museu
Museum of Modern Art (MoMA)
Museu Whitney de Arte Americana
National Gallery of Art, Washington, D.C.
Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles (MOCA)
Museu Reina Sofia
Instituto de Arte de Chicago
MCA ChicagoICA Miami
Explorando a série The Morgue de Andres Serrano
É o mundo da arte moderna que poucos nomes despertam tanto ódio quanto interesse quanto Andres Serrano. Estimado por sua coragem de mergulhar em temas proibidos, as obras de Serrano questionam o status quo e vão além das fronteiras da criatividade artística. Uma de suas realizações mais notáveis é 'The Morgue Series', um conjunto de imagens que confrontam o público com a crueza da morte. Neste artigo, falaremos sobre a vida e carreira de Andres Serrano; as ideias e consequências da Morgue Series; e revelaremos as histórias fascinantes por trás das imagens que nos fazem estremecer.
Andres Serrano, o famoso artista americano conhecido por sua fotografia impactante e provocativa, nasceu em 15 de agosto de 1950, em Nova York. Serrano nasceu em uma família católica devota, e sua criação teve um papel importante na formação de sua expressão artística, com sua arte frequentemente exibindo temas religiosos, sexuais e de autoidentidade. Ele conquistou um amplo público e muitas vezes viu suas matérias-primas e temas não convencionais criticados por desafiar tabus sociais, sendo justamente por empurrar os limites da arte que se tornou famoso.
A carreira dele
A carreira de Serrano começou a florescer na década de 1980, quando conseguiu exibir suas fotografias em galerias e museus. Tudo começou com sua obra rebelde intitulada “Immersion (Piss Christ)”, que mostrava um crucifixo submerso em urina. Essa peça de arte gerou uma grande controvérsia sobre a liberdade de expressão, sentimentos religiosos e o papel do financiamento governamental na arte.
Durante sua vida, Serrano ampliou seus temas ao abordar questões controversas como violência, morte e desigualdade social. As respostas emocionais costumam ser o resultado de sua arte, levando os espectadores a confrontar verdades desconfortáveis e revisar suas visões de mundo.
Na 'Série Morgue', que Serrano produziu em 1992, ele explora o território sombrio da morte e mortalidade, apresentando imagens cruas e reais de corpos encontrados em uma morgue. As fotografias de Serrano forçam os espectadores a reconhecer a natureza inevitável da morte e a confrontar os paradigmas de toda a comunidade sobre mortalidade e o corpo humano.
Recepção controversa: Assim como outras obras de Serrano, The Morgue Series gerou debates acirrados e controvérsia no momento de seu lançamento. Críticos e espectadores, de igual modo, enfrentaram a natureza impactante das imagens, questionando a ética de capturar e exibir fotografias de indivíduos falecidos.
Maestria técnica: apesar do tema perturbador, a The Morgue Series mostra a destreza técnica de Serrano como fotógrafo. Cada imagem é cuidadosamente composta e iluminada, destacando o delicado equilíbrio entre estética e realidade macabra.
Explorando tabus: a exploração de Serrano sobre a morte e a mortalidade desafia os tabus sociais em torno do corpo humano e do conceito de mortalidade. Ao confrontar os espectadores com imagens da morte de maneira crua e sem filtros, Serrano incentiva a reflexão sobre a fragilidade e a transitoriedade da vida.
Legado e Influência: Apesar da controvérsia em torno de seu trabalho, as contribuições de Serrano para o mundo da arte são inegáveis. A Morgue Series continua a cativar o público e a provocar debates críticos sobre a interseção entre arte, mortalidade e ética.
Por favor, observe!
O envio para os Estados Unidos não está disponível.
Andres Serrano (nascido em 15 de agosto de 1950) é um fotógrafo e artista americano. Seu trabalho, frequentemente considerado arte transgressiva, inclui fotos de cadáveres e utiliza fezes e fluidos corporais. Seu Piss Christ (1987) é uma fotografia com tonalidade âmbar de um crucifixo submerso em um recipiente de vidro contendo o que se afirmou ser a própria urina do artista. Ele também criou a arte para os álbuns Load e Reload da banda de heavy metal Metallica.
Coletado por um grande museu
Museum of Modern Art (MoMA)
Museu Whitney de Arte Americana
National Gallery of Art, Washington, D.C.
Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles (MOCA)
Museu Reina Sofia
Instituto de Arte de Chicago
MCA ChicagoICA Miami
Explorando a série The Morgue de Andres Serrano
É o mundo da arte moderna que poucos nomes despertam tanto ódio quanto interesse quanto Andres Serrano. Estimado por sua coragem de mergulhar em temas proibidos, as obras de Serrano questionam o status quo e vão além das fronteiras da criatividade artística. Uma de suas realizações mais notáveis é 'The Morgue Series', um conjunto de imagens que confrontam o público com a crueza da morte. Neste artigo, falaremos sobre a vida e carreira de Andres Serrano; as ideias e consequências da Morgue Series; e revelaremos as histórias fascinantes por trás das imagens que nos fazem estremecer.
Andres Serrano, o famoso artista americano conhecido por sua fotografia impactante e provocativa, nasceu em 15 de agosto de 1950, em Nova York. Serrano nasceu em uma família católica devota, e sua criação teve um papel importante na formação de sua expressão artística, com sua arte frequentemente exibindo temas religiosos, sexuais e de autoidentidade. Ele conquistou um amplo público e muitas vezes viu suas matérias-primas e temas não convencionais criticados por desafiar tabus sociais, sendo justamente por empurrar os limites da arte que se tornou famoso.
A carreira dele
A carreira de Serrano começou a florescer na década de 1980, quando conseguiu exibir suas fotografias em galerias e museus. Tudo começou com sua obra rebelde intitulada “Immersion (Piss Christ)”, que mostrava um crucifixo submerso em urina. Essa peça de arte gerou uma grande controvérsia sobre a liberdade de expressão, sentimentos religiosos e o papel do financiamento governamental na arte.
Durante sua vida, Serrano ampliou seus temas ao abordar questões controversas como violência, morte e desigualdade social. As respostas emocionais costumam ser o resultado de sua arte, levando os espectadores a confrontar verdades desconfortáveis e revisar suas visões de mundo.
Na 'Série Morgue', que Serrano produziu em 1992, ele explora o território sombrio da morte e mortalidade, apresentando imagens cruas e reais de corpos encontrados em uma morgue. As fotografias de Serrano forçam os espectadores a reconhecer a natureza inevitável da morte e a confrontar os paradigmas de toda a comunidade sobre mortalidade e o corpo humano.
Recepção controversa: Assim como outras obras de Serrano, The Morgue Series gerou debates acirrados e controvérsia no momento de seu lançamento. Críticos e espectadores, de igual modo, enfrentaram a natureza impactante das imagens, questionando a ética de capturar e exibir fotografias de indivíduos falecidos.
Maestria técnica: apesar do tema perturbador, a The Morgue Series mostra a destreza técnica de Serrano como fotógrafo. Cada imagem é cuidadosamente composta e iluminada, destacando o delicado equilíbrio entre estética e realidade macabra.
Explorando tabus: a exploração de Serrano sobre a morte e a mortalidade desafia os tabus sociais em torno do corpo humano e do conceito de mortalidade. Ao confrontar os espectadores com imagens da morte de maneira crua e sem filtros, Serrano incentiva a reflexão sobre a fragilidade e a transitoriedade da vida.
Legado e Influência: Apesar da controvérsia em torno de seu trabalho, as contribuições de Serrano para o mundo da arte são inegáveis. A Morgue Series continua a cativar o público e a provocar debates críticos sobre a interseção entre arte, mortalidade e ética.
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