Michele Catti (1855-1914) - Viale di città






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
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"Viale di città", pintura a óleo de Michele Catti (Itália), período 1900–1910, vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Michele Catti (Palermo, 5 de abril de 1855 – Palermo, 4 de julho de 1914) foi um pintor italiano, considerado um dos mais importantes paisagistas sicilianos.
Após um breve aprendizado no ateliê do pintor vedutista Francesco Lojacono, ele foi notado por Francesco Paolo Michetti, que o convidou a Roma para trabalhar em seu ateliê; começou a realizar exposições pessoais e coletivas, obtendo sucesso com suas telas de vias largas da cidade e marinhas com barcos. Pintor melancólico, boêmio, poucos amigos, problemas de saúde, conduzia uma vida solitária, entre tabernas, em contínuas dificuldades econômicas, às vezes ele chegava a pagar com uma pintura. Tantos nobres palermitanos, os TRABIA, os TASCA, o apreciavam por suas dotes artísticas, pelos seus êxitos relatados nas exposições que conquistava em Milão, Roma, Palermo, etc. No final de sua carreira no século XX, prefere paisagens tristes com atmosferas outonais, céus cinzentos, atmosferas outonais, frias e ventosas que retratava com tons apagados e melancólicos. Importante para Catti foi o encontro com Giuseppe De Nittis, que lhe abriu certas aberturas de influência francesa. Faleceu em Palermo em 4 de julho de 1914.
Proveniência; parentes diretos de Michele Catti
A moldura apresenta pequenas quedas de douração, a serem restauradas.
Francesco NERI
Michele Catti (Palermo, 5 de abril de 1855 – Palermo, 4 de julho de 1914) foi um pintor italiano, considerado um dos mais importantes paisagistas sicilianos.
Após um breve aprendizado no ateliê do pintor vedutista Francesco Lojacono, ele foi notado por Francesco Paolo Michetti, que o convidou a Roma para trabalhar em seu ateliê; começou a realizar exposições pessoais e coletivas, obtendo sucesso com suas telas de vias largas da cidade e marinhas com barcos. Pintor melancólico, boêmio, poucos amigos, problemas de saúde, conduzia uma vida solitária, entre tabernas, em contínuas dificuldades econômicas, às vezes ele chegava a pagar com uma pintura. Tantos nobres palermitanos, os TRABIA, os TASCA, o apreciavam por suas dotes artísticas, pelos seus êxitos relatados nas exposições que conquistava em Milão, Roma, Palermo, etc. No final de sua carreira no século XX, prefere paisagens tristes com atmosferas outonais, céus cinzentos, atmosferas outonais, frias e ventosas que retratava com tons apagados e melancólicos. Importante para Catti foi o encontro com Giuseppe De Nittis, que lhe abriu certas aberturas de influência francesa. Faleceu em Palermo em 4 de julho de 1914.
Proveniência; parentes diretos de Michele Catti
A moldura apresenta pequenas quedas de douração, a serem restauradas.
Francesco NERI
