Uberto Dell'Orto (1848–1895) - Paesaggio






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
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Paesaggio de Uberto Dell'Orto (Itália, 1848–1895), paisagem italiana do século XIX, não assinado e em excelente estado, 45 cm de largura por 24 cm de altura, peso 5 kg.
Descrição fornecida pelo vendedor
Uberto Dell'Orto (Milão, 6 de janeiro de 1848 – Milão, 29 de novembro de 1895) paisagens 3 proveniência casa de leilões Il Ponte Milão
(envios fora da comunidade europeia, os prazos variam de 15 a 20 dias úteis para a documentação de exportação. Eventuais tarifas e impostos alfandegários são de responsabilidade do comprador)
Uberto Dell’Orto iniciou na pintura com Giovan Battista Lelli no Ginnasio di Brera, e, além dos estudos de matemática, dedicou-se à pintura de paisagem, praticando ao vivo durante períodos de estudo na Valtellina, na companhia do amigo Sallustio Fornara.
Após visitar Capri em 1873, onde absorveu o luminoso cromatismo de artistas meridionais como Giuseppe Carelli e Achille Vertunni, começou a frequentar em Milão o estúdio de Eleuterio Pagliano, aparecendo na cena expositiva com obras como Uma praia de Capri, exibida na mostra braidense de 1874, atualmente em coleção privada.
Em 1880, abriu um estúdio em Milão e trabalhou diligentemente lá, dedicando-se principalmente à paisagem e ao retrato, usando uma técnica mais refinada e precisa, certamente mais apreciada por seus clientes; apenas em alguns trabalhos nota-se uma menor atenção à semelhança e aos detalhes do traje e do ambiente, além de uma leve influência das obras de Ranzoni e Cremona.
No final da década de oitenta, datam também as primeiras estadias do artista na Ligúria, experiência da qual permanecem vestígios, após 'Una moria a Bordighera' (coleção privada), exibida na exposição braidense de 1879 e reapresentada na exposição nacional de Roma em 1883, em outras duas participações nos eventos braidenses em 1882 e 1884. Entre 1881 e 1882, por fim, realiza-se uma viagem ao Egito na companhia do amigo Fornara e de Pompeo Mariani, com quem frequentemente permaneceu em Bordighera.
Sensível à influência de Filippo Carcano, o artista vinha, ao mesmo tempo, maturando a propensão para uma pintura de paisagem equilibrada e robusta, consolidando-se como um dos intérpretes mais eficazes do realismo lombardo do segundo oitocentos.
Graças a essa sua análise apaixonada do verdadeiro e aos tenazes e repetidos esforços de expressar na tela as sensações que aquela observação provocava nele, embora não tenha chegado à decomposição dos tons dos impressionistas ou a soluções próximas às dos primeiros divisionistas lombardos, conseguiu tornar sua pintura rica em vibrações luminosas, simplificando os volumes e reduzindo bastante os efeitos de chiaroscuro.
Uberto Dell'Orto (Milão, 6 de janeiro de 1848 – Milão, 29 de novembro de 1895) paisagens 3 proveniência casa de leilões Il Ponte Milão
(envios fora da comunidade europeia, os prazos variam de 15 a 20 dias úteis para a documentação de exportação. Eventuais tarifas e impostos alfandegários são de responsabilidade do comprador)
Uberto Dell’Orto iniciou na pintura com Giovan Battista Lelli no Ginnasio di Brera, e, além dos estudos de matemática, dedicou-se à pintura de paisagem, praticando ao vivo durante períodos de estudo na Valtellina, na companhia do amigo Sallustio Fornara.
Após visitar Capri em 1873, onde absorveu o luminoso cromatismo de artistas meridionais como Giuseppe Carelli e Achille Vertunni, começou a frequentar em Milão o estúdio de Eleuterio Pagliano, aparecendo na cena expositiva com obras como Uma praia de Capri, exibida na mostra braidense de 1874, atualmente em coleção privada.
Em 1880, abriu um estúdio em Milão e trabalhou diligentemente lá, dedicando-se principalmente à paisagem e ao retrato, usando uma técnica mais refinada e precisa, certamente mais apreciada por seus clientes; apenas em alguns trabalhos nota-se uma menor atenção à semelhança e aos detalhes do traje e do ambiente, além de uma leve influência das obras de Ranzoni e Cremona.
No final da década de oitenta, datam também as primeiras estadias do artista na Ligúria, experiência da qual permanecem vestígios, após 'Una moria a Bordighera' (coleção privada), exibida na exposição braidense de 1879 e reapresentada na exposição nacional de Roma em 1883, em outras duas participações nos eventos braidenses em 1882 e 1884. Entre 1881 e 1882, por fim, realiza-se uma viagem ao Egito na companhia do amigo Fornara e de Pompeo Mariani, com quem frequentemente permaneceu em Bordighera.
Sensível à influência de Filippo Carcano, o artista vinha, ao mesmo tempo, maturando a propensão para uma pintura de paisagem equilibrada e robusta, consolidando-se como um dos intérpretes mais eficazes do realismo lombardo do segundo oitocentos.
Graças a essa sua análise apaixonada do verdadeiro e aos tenazes e repetidos esforços de expressar na tela as sensações que aquela observação provocava nele, embora não tenha chegado à decomposição dos tons dos impressionistas ou a soluções próximas às dos primeiros divisionistas lombardos, conseguiu tornar sua pintura rica em vibrações luminosas, simplificando os volumes e reduzindo bastante os efeitos de chiaroscuro.
