Vincenzo Raimondo - Girl Power





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Vincenzo Raimondo, Girl Power, pintura acrílica sobre tela, 60 × 90 cm, 2026, original, assinado, em bom estado, tema cultura pop, estilo expressionismo.
Descrição fornecida pelo vendedor
Título: Girl Power
Técnica: Acrílico sobre tela
Dimensões: 60 × 90 cm
Girl Power retoma um gesto simbólico nascido dentro das manifestações feministas dos anos 70, tornando-se emblema da libertação do corpo feminino dos tabus e das leituras reducionistas. Um gesto surgido publicamente em 1971 em Paris e difundido posteriormente na Europa e na América do Norte como sinal de emancipação, conscientização e ruptura cultural.
Na pintura, o gesto é sintetizado através de uma linguagem gráfica direta e contemporânea, que preserva sua força original sem transformá-lo em provocação estéril. As mãos constroem uma forma reconhecível, carregada de memória histórica e de significado político, enquanto o fundo neutro isola o símbolo, tornando-o central, quase icônico.
As inscrições “Girl Power” e “Man Weakness” introduzem uma leitura irônica e deliberadamente desequilibrada. O que historicamente foi percebido como fragilidade ou fraqueza feminina é aqui invertido: a força reivindicada pelas mulheres torna-se, para o homem, perda de controle e desestabilização. Não é um ataque, mas um jogo de inversão semântica que questiona os papéis tradicionais de poder.
Girl Power utiliza a ironia como instrumento crítico, transformando um gesto com uma história precisa em uma imagem atual, legível e carregada de tensão simbólica. Uma obra que convida a refletir sobre como a força, muitas vezes, depende apenas do ponto de vista.
******
Artista autodidata, o meu trabalho não segue um estilo fixo, mas evolui com o tempo e com as experiências.
A minha pintura nasce da observação da vida cotidiana e da escuta das emoções.
Enfrento temas diferentes e experimento linguagens novas, deixando que cada obra encontre a sua própria forma.
A minha é uma arte instintiva, essencial e imperfeita, ligada à complexidade do ser humano e da natureza.
A arte, para mim, não é decoração mas presença autêntica e vivida.
Nos anos de 2015 e 2016 finalista no concurso Sunday Painters promovido pela La Stampa, entre mais de 3.000 obras selecionadas.
As seleções foram realizadas por uma juria qualificada, com a presença do crítico Francesco Bonami.
Os finalistas foram apresentados em uma mostra ligada à Artissima – Feira Internacional de Arte Contemporânea de Turim. Em 2016 recebi o Primeiro Prêmio da Crítica.
Título: Girl Power
Técnica: Acrílico sobre tela
Dimensões: 60 × 90 cm
Girl Power retoma um gesto simbólico nascido dentro das manifestações feministas dos anos 70, tornando-se emblema da libertação do corpo feminino dos tabus e das leituras reducionistas. Um gesto surgido publicamente em 1971 em Paris e difundido posteriormente na Europa e na América do Norte como sinal de emancipação, conscientização e ruptura cultural.
Na pintura, o gesto é sintetizado através de uma linguagem gráfica direta e contemporânea, que preserva sua força original sem transformá-lo em provocação estéril. As mãos constroem uma forma reconhecível, carregada de memória histórica e de significado político, enquanto o fundo neutro isola o símbolo, tornando-o central, quase icônico.
As inscrições “Girl Power” e “Man Weakness” introduzem uma leitura irônica e deliberadamente desequilibrada. O que historicamente foi percebido como fragilidade ou fraqueza feminina é aqui invertido: a força reivindicada pelas mulheres torna-se, para o homem, perda de controle e desestabilização. Não é um ataque, mas um jogo de inversão semântica que questiona os papéis tradicionais de poder.
Girl Power utiliza a ironia como instrumento crítico, transformando um gesto com uma história precisa em uma imagem atual, legível e carregada de tensão simbólica. Uma obra que convida a refletir sobre como a força, muitas vezes, depende apenas do ponto de vista.
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Artista autodidata, o meu trabalho não segue um estilo fixo, mas evolui com o tempo e com as experiências.
A minha pintura nasce da observação da vida cotidiana e da escuta das emoções.
Enfrento temas diferentes e experimento linguagens novas, deixando que cada obra encontre a sua própria forma.
A minha é uma arte instintiva, essencial e imperfeita, ligada à complexidade do ser humano e da natureza.
A arte, para mim, não é decoração mas presença autêntica e vivida.
Nos anos de 2015 e 2016 finalista no concurso Sunday Painters promovido pela La Stampa, entre mais de 3.000 obras selecionadas.
As seleções foram realizadas por uma juria qualificada, com a presença do crítico Francesco Bonami.
Os finalistas foram apresentados em uma mostra ligada à Artissima – Feira Internacional de Arte Contemporânea de Turim. Em 2016 recebi o Primeiro Prêmio da Crítica.

