Âmbar birmanês - Âmbar - Ricinulei





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Especimen de âmbar birmanês de Myanmar; nome científico Ricinulei; período geológico Cretáceo (145–66 milhões de anos); estado natural; autenticidade Original.
Descrição fornecida pelo vendedor
Fascinante e misterioso, este exemplar fossilizado de Ricinulei (também conhecido como “aranha carrapato de capuz”) está guardado dentro de um precioso fragmento de âmbar birmanês. Os Ricinulei são uma ordem raríssima de aracnídeos primitivos, hoje presentes apenas em algumas regiões tropicais, e representam uma das linhas evolutivas mais antigas e menos conhecidas entre os aracnídeos. O âmbar birmanês, também conhecido como âmbar de Mianmar, é um tipo de resina fossilizada de árvore que se encontra principalmente no vale de Hukawng, em Mianmar. É renomado pela excepcional conservação de formas de vida antigas, incluindo insetos, plantas e outros organismos, muitas vezes aprisionados em seu interior. Estima-se que este âmbar tenha cerca de 99 milhões de anos, remontando ao período Cretáceo (antes do T. Rex!). Seu intenso tom de dourado que tende ao marrom-avermelhado e sua transparência o tornam muito apreciado tanto por colecionadores quanto por cientistas, oferecendo uma rara janela para os ecossistemas pré-históricos.
Fascinante e misterioso, este exemplar fossilizado de Ricinulei (também conhecido como “aranha carrapato de capuz”) está guardado dentro de um precioso fragmento de âmbar birmanês. Os Ricinulei são uma ordem raríssima de aracnídeos primitivos, hoje presentes apenas em algumas regiões tropicais, e representam uma das linhas evolutivas mais antigas e menos conhecidas entre os aracnídeos. O âmbar birmanês, também conhecido como âmbar de Mianmar, é um tipo de resina fossilizada de árvore que se encontra principalmente no vale de Hukawng, em Mianmar. É renomado pela excepcional conservação de formas de vida antigas, incluindo insetos, plantas e outros organismos, muitas vezes aprisionados em seu interior. Estima-se que este âmbar tenha cerca de 99 milhões de anos, remontando ao período Cretáceo (antes do T. Rex!). Seu intenso tom de dourado que tende ao marrom-avermelhado e sua transparência o tornam muito apreciado tanto por colecionadores quanto por cientistas, oferecendo uma rara janela para os ecossistemas pré-históricos.

