Alvaro Cattaneo (1938) - Prova materica





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Alvaro Cattaneo (1938) criou Prova materica, obra contemporânea em técnica mista, edição original, 50 x 70 cm, Itália, assinada à mão.
Descrição fornecida pelo vendedor
Descrição da obra
Quadro assinado por Alvaro Cattaneo, realizado com técnica matérica e uma abordagem fortemente estilizada, à beira entre paisagem e abstração geométrica.
A composição representa uma paisagem sintética construída em planos: em primeiro plano, um caminho ocre abre-se em leque e guia o olhar para o centro da obra; aos lados desenrolam-se campinas verdes compactas que sugerem vegetação. Ao fundo emergem formas triangulares e fragmentadas, semelhantes a montanhas ou arquiteturas, retratadas com contrastes nítidos de branco, preto e cinza.
O elemento dominante é uma árvore estilizada, com tronco inclinado e copa compacta, tratada como uma massa uniforme. Ao lado, uma forma vermelha semicircular introduz um forte acento visual, interpretável como sol ou elemento simbólico.
O céu é construído com amplas superfícies azuis e cortes geométricos claros, que criam um efeito dinâmico e quase cubista. Toda a cena é definida por linhas claras, volumes simplificados e uma decomposição do espaço que privilegia equilíbrio e ritmo visual em relação ao naturalismo.
A superfície pictórica é trabalhada em relevo, com uma textura evidente que amplifica a luz e confere profundidade às áreas cromáticas.
A paleta é viva, porém contida: verdes, azuis, ocre e o vermelho intenso criam um contraste harmonioso. A obra transmite energia e construção mental da paisagem, mais do que uma representação realista, destacando uma fase mais moderna e geométrica da pesquisa do artista.
Descrição da obra
Quadro assinado por Alvaro Cattaneo, realizado com técnica matérica e uma abordagem fortemente estilizada, à beira entre paisagem e abstração geométrica.
A composição representa uma paisagem sintética construída em planos: em primeiro plano, um caminho ocre abre-se em leque e guia o olhar para o centro da obra; aos lados desenrolam-se campinas verdes compactas que sugerem vegetação. Ao fundo emergem formas triangulares e fragmentadas, semelhantes a montanhas ou arquiteturas, retratadas com contrastes nítidos de branco, preto e cinza.
O elemento dominante é uma árvore estilizada, com tronco inclinado e copa compacta, tratada como uma massa uniforme. Ao lado, uma forma vermelha semicircular introduz um forte acento visual, interpretável como sol ou elemento simbólico.
O céu é construído com amplas superfícies azuis e cortes geométricos claros, que criam um efeito dinâmico e quase cubista. Toda a cena é definida por linhas claras, volumes simplificados e uma decomposição do espaço que privilegia equilíbrio e ritmo visual em relação ao naturalismo.
A superfície pictórica é trabalhada em relevo, com uma textura evidente que amplifica a luz e confere profundidade às áreas cromáticas.
A paleta é viva, porém contida: verdes, azuis, ocre e o vermelho intenso criam um contraste harmonioso. A obra transmite energia e construção mental da paisagem, mais do que uma representação realista, destacando uma fase mais moderna e geométrica da pesquisa do artista.

